Primavera do Leste / MT - Quinta-Feira, 07 de Maio de 2026

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Menina de 1 ano morre com suspeita de H1N1



Uma menina de 1 ano e seis meses morreu, na segunda-feira (30), com suspeita de H1N, no Hospital Regional de Alta Floresta, a 800 km de Cuiabá. A informação é da Secretaria Estadual de Saúde (SES-MT).

A criança morava na zona rural de Carlinda, município que fica 724 km da capital. Os pais levaram a criança para o hospital, no sábado (28). Ela tinha sintomas de gripe associada à pneumonia.

A menina foi medicada e apresentou melhora no domingo, segundo a SES-MT . Em seguida, o quadro clínico piorou e ela morreu, no dia seguinte.

Amostras de secreção pulmonar da criança foram coletas e encaminhadas para análise em laboratório. O resultado, que vai indicar a causa da morte, deve ficar pronto em até 30 dias.

Mortes

Desde de janeiro deste ano, três mortes causadas pelo vírus H1N1foram confirmadas pela SES. A primeira pessoa vítima do vírus morreu em Cuiabá.

O balanço do estado informa que, a segunda morte por gripe influenza ocorreu em Tangará da Serra, a 242 km de Cuiabá. Uma mulher de 36 anos, morreu no dia 8 de abril, após dar entrada na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da cidade no dia anterior, reclamando de fortes dores no peito e tosse. O laudo apontou que ela estava com influenza B.

A terceira morte confirmada foi registrada em Sorriso, a 420 km de Cuiabá. A professora Camila Ramos de Souza, de 29 anos, morreu no Hospital Regional daquele município no dia 15 de abril e os exames apontaram que ela estava com o vírus H1N1.

No início do mês passado 42 casos suspeitos de gripe Influenza haviam sido notificados em Mato Grosso. Destes, 18 casos foram confirmados pela Vigilância Epidemiológica.

Vacinas

O Ministério da Saúde começou a campanha da vacinação contra a gripe no dia 23 de abril. Desde então, Mato Grosso já recebeu 481 mil doses de vacina que foram distribuídas para as unidades de saúde em todo o estado.

O dia “D” da campanha deve ser realizado em 12 de maio.

Fonte: G1 Mato Grosso



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política

Elizeu diz que dinheiro apreendido tem comprovação e nega crime


O deputado estadual Elizeu Nascimento (Novo) se defendeu publicamente das acusações oriundas da Operação Emenda Oculta, Núcleo de Ações de Competência Originária (NACO), do Ministério Público Estadual (MPE), que o acusa de desviar recursos de emendas parlamentares por meio de convênios com institutos de fomento de cultura e esportes.

 

Segundo ele, o valor de R$ 150 mil em espécie apreendidos em sua casa seria de salário, verba indenizatória e aposentadoria da Polícia Militar. “Esse valor que foi recolhido por parte da investigação também está declarado na minha declaração de imposto de renda. Além de tudo isso, também foi recolhido extrato de comprovante de saque, valor da minha conta mesmo. Aí tem o salário, tem verba indenizatória que é sacada, que é movimentada e isso também foi anexado ao recolhimento”, disse.

 

O parlamentar afirma que tem costume em guardar dinheiro em espécie em sua casa, e que isso já foi declarado durante o período eleitoral em anos anteriores.

 

“Assim como em 2018 eu fui candidato a deputado estadual e que eu ainda morava no bairro Altos da Serra, na minha residência tinha 150 mil reais, principalmente ano eleitoral. Agora, no ano de 2022, candidato à minha reeleição, declarado cerca de 170, 180 mil reais também”, completou.

 

O deputado também defendeu a destinação de suas emendas parlamentares no valor de R$ 7,7 milhões nos últimos 3 anos, alegando que foi investimento na educação militar por meio de kits de uniforme de educação física para escolas militares.   “É uma entrega que impacta na vida do cidadão, principalmente dessas famílias, dessas mais de 25 escolas militares por todo o estado de Mato Grosso. Inclusive, na maioria delas, eu estive pessoalmente fazendo essas entregas”, defendeu.

 

Já em relação à declaração do Partido Novo, de que irá puni-lo, caso se comprovem as acusações, Elizeu afirmou que isso é normal com alguém que está sendo investigado, mas que a punição só deve ocorrer após o trânsito em julgado. ‘Eu estou tranquilo, não fizemos nada de errado. E agora estamos esperando ter acesso aos autos para fazer a defesa dentro do processo”, pontuou.

 

Operação  

 

A Operação Emenda Oculta foi deflagrada após a descoberta de um vídeo que registrou um suposto repasse de propina. Entre os alvos confirmados até o momento estão o deputado estadual Elizeu Nascimento (Novo) e do irmão dele, vereador por Cuiabá, Cezinha Nascimento (União).

 

Conforme apurado pelo site Gazeta , o material foi localizado em um celular apreendido durante a Operação Gorjeta e se tornou peça-chave para o avanço das investigações, que levaram aos nomes de Cezinha e Elizeu Nascimento.  Ainda segundo a apuração, investigadores identificaram que agentes políticos estariam direcionando emendas parlamentares para dois institutos: o Instituto Social Mato-Grossense (ISMAT) e o Instituto Brasil Central (IBRACE), com o objetivo de desviar os recursos destinados às entidades.

 

Para viabilizar o esquema, conforme a investigação, era utilizada a empresa Sem Limites Esporte e Evento LTDA, que recebia valores dos institutos e posteriormente repassava quantias aos parlamentares responsáveis pelas emendas.

 

A Operação Emenda Oculta é um desdobramento da Operação Gorjeta, deflagrada pela Polícia Civil de Mato Grosso em 27 de janeiro de 2026. Na ocasião, a investigação apontou um possível esquema de desvio de cerca de R$ 3 milhões em emendas parlamentares na Câmara Municipal e na Secretaria de Esportes de Cuiabá, resultando no afastamento de Chico 2000.

Fonte: Gazeta Digital


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