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Menina de 1 ano morre com suspeita de H1N1



Uma menina de 1 ano e seis meses morreu, na segunda-feira (30), com suspeita de H1N, no Hospital Regional de Alta Floresta, a 800 km de Cuiabá. A informação é da Secretaria Estadual de Saúde (SES-MT).

A criança morava na zona rural de Carlinda, município que fica 724 km da capital. Os pais levaram a criança para o hospital, no sábado (28). Ela tinha sintomas de gripe associada à pneumonia.

A menina foi medicada e apresentou melhora no domingo, segundo a SES-MT . Em seguida, o quadro clínico piorou e ela morreu, no dia seguinte.

Amostras de secreção pulmonar da criança foram coletas e encaminhadas para análise em laboratório. O resultado, que vai indicar a causa da morte, deve ficar pronto em até 30 dias.

Mortes

Desde de janeiro deste ano, três mortes causadas pelo vírus H1N1foram confirmadas pela SES. A primeira pessoa vítima do vírus morreu em Cuiabá.

O balanço do estado informa que, a segunda morte por gripe influenza ocorreu em Tangará da Serra, a 242 km de Cuiabá. Uma mulher de 36 anos, morreu no dia 8 de abril, após dar entrada na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da cidade no dia anterior, reclamando de fortes dores no peito e tosse. O laudo apontou que ela estava com influenza B.

A terceira morte confirmada foi registrada em Sorriso, a 420 km de Cuiabá. A professora Camila Ramos de Souza, de 29 anos, morreu no Hospital Regional daquele município no dia 15 de abril e os exames apontaram que ela estava com o vírus H1N1.

No início do mês passado 42 casos suspeitos de gripe Influenza haviam sido notificados em Mato Grosso. Destes, 18 casos foram confirmados pela Vigilância Epidemiológica.

Vacinas

O Ministério da Saúde começou a campanha da vacinação contra a gripe no dia 23 de abril. Desde então, Mato Grosso já recebeu 481 mil doses de vacina que foram distribuídas para as unidades de saúde em todo o estado.

O dia “D” da campanha deve ser realizado em 12 de maio.

Fonte: G1 Mato Grosso



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Brasil

JUSTIÇA FEITA! Réus do caso Sara Freitas são condenados com pena máxima pelo assassinato da cantora


Foram condenados à pena máxima na noite desta quarta-feira (25), após julgamento em júri popular, os três acusados pelo assassinato de Sara Freitas. São eles, o ex-marido da cantora, Ederlan Santos Mariano, apontado como mandante do crime, condenado a 34 anos em regime fechado; Weslen Pablo Correia de Jesus, conhecido como bispo Zadoque, condenado a 28 anos e Victor Gabriel Oliveira Neves, condenado a 33 anos.

De acordo com as investigações, Weslen Pablo, o bispo Zadoque, foi responsável por esfaquear a vítima enquanto ela era imobilizada por Victor Gabriel. Todos foram condenados por feminicídio qualificado, cometido por motivo torpe, com emprego de meio cruel e sem possibilidade de defesa da vítima, além de ocultação de cadáver e associação criminosa.

 

 

Além dos três, um quarto envolvido já havia sido condenado. Trata-se de Gideão Duarte de Lima, acusado de atrair a cantora até o local onde ela foi emboscada e assassinada. Ele foi sentenciado, em abril do ano passado, a 20 anos, 4 meses e 20 dias de prisão por homicídio qualificado, ocultação de cadáver e associação criminosa.

O CRIME

Sara Freitas foi assassinada com mais de 20 golpes de faca e teve o corpo carbonizado. A cantora ficou desaparecida por quatro dias antes de ser encontrada morta, em 27 de outubro de 2023, às margens da BA-093, em Dias D’Ávila.

Fonte: AloJuca


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