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Presidente Michel Temer vai a igreja evangélica celebrar ‘pacificação’



O presidente Michel Temer (MDB) foi a um culto da igreja evangélica Assembleia de Deus, em Brasília, para comemorar a “pacificação do país”, em referência à greve dos caminhoneiros. Ao líder da agremiação, bispo Manoel Ferreira, disse que estava lá “iluminado por Deus”.

“Acho que fui chamado no dia de hoje, viu bispo Manoel Ferreira, iluminado por Deus… na verdade, disseram, ‘olha, vá lá no templo da Assembleia de Deus comemorar a pacificação do país’. Acho que foi isso que nós fizemos”, disse Temer, durante seu discurso.

A pedido de Ferreira, que orientou os fiéis antes da chegada do emedebista, o presidente foi recebido com palmas. “Aqui você só vai ser aplaudido, porque aqui aprendemos a respeitar as autoridades constituídas”, disse o bispo a Temer.

Em seu discurso, ele exaltou a forma como lidou com a paralisação dos caminhoneiros, celebrando ter usado “o diálogo” e não a força. “Graças a Deus, estamos encerrando essa greve dos caminhoneiros por meio de uma atitude minha que, muitas vezes, tem sido criticada, que é o diálogo” disse o presidente. “Eu não uso a força e nem mesmo a autoridade. A força, jamais. Até mesmo a autoridade só depois de empreender o diálogo”, completou.

Acompanhado do pré-candidato do MDB à Presidência, o ex-ministro Henrique Meirelles, Temer pediu que os fieis orem por ele e por seu governo. Também afirmou que mantém dois livros em sua mesa: a Constituição Federal e a Bíblia. “Eu confesso que, nos poucos momentos que eu tenho livre na minha sala, eu abro um pouco a Constituição, quando tenho dúvida de natureza organizativa, mas abro frequentemente a Bíblia. Aliás, deixo aberta”, afirmou.

(Com Estadão Conteúdo)

Fonte: Veja



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política

Assessor parlamentar registra Boletim de Ocorrência contra vereador por supostas ameaças e assédio na Câmara de Primavera do Leste


Incidente teria ocorrido na manhã desta segunda-feira (02/03/2026) na sala de café da Casa de Leis. Servidor acionou a Polícia Civil e a Ouvidoria do Legislativo.

POR: Luis Costa / Redação]

DATA: 02 de Março de 2026

Um desentendimento entre um assessor parlamentar da Vereadora Mariana Carvalho e o Vereador Eraldo Gonçalves Fortes (PSB) motivou o registro de um Boletim de Ocorrência (BO) e uma denúncia formal na Ouvidoria da Câmara Municipal de Primavera do Leste na manhã desta segunda-feira (02). O servidor acusa o parlamentar de ameaça, constrangimento público e assédio moral.

De acordo com o Boletim de Ocorrência nº 2026.68122, registrado junto à Polícia Judiciária Civil, o fato ocorreu por volta das 09:00h na área do café da Câmara. O comunicante relata que foi abordado pelo vereador, que o acusou, “sem provas”, de registrá-lo em vídeo durante as sessões e sessões gravadas para uso jocoso e de gerenciar páginas de sátira política em redes sociais.

O assessor afirma no documento que foi constrangido diante de outros servidores e sofreu ofensas à sua dignidade pessoal e profissional através de comunicação agressiva e desrespeitosa. O registro policial cita ainda “ameaças veladas” proferidas pelo vereador, com frases indicando que a situação “não iria ficar assim”.

A ocorrência foi tipificada preliminarmente pela polícia como “Preservação de Direito (Consumado)” e “Ameaça (Consumado)”. O servidor informou que o incidente foi presenciado por testemunhas e captado pelas câmeras de segurança da Sala de Comissões.

Ação na Ouvidoria

Além da representação policial, o assessor formalizou uma denúncia detalhada junto à Ouvidoria Geral da Câmara Municipal (Protocolo nº 02112.2026.000001-50). A manifestação classifica o ocorrido como “Assédio Moral” e “Conduta imprópria nas relações de trabalho”. O denunciante solicita que a Casa de Leis tome as devidas providências, fundamentando o pedido inclusive com base na Lei nº 13.869/2019 (Lei de Abuso de Autoridade).

A Versão do Vereador Eraldo Fortes

​Em sua defesa, o Vereador Eraldo Gonçalves Fortes negou as acusações de agressividade. O parlamentar afirmou que sim, falou com o assessor parlamentar. Ele explicou que o motivo da conversa foi solicitar que o assessor não ficasse gravando-o para fazer memes em uma página no Instagram, a qual ele suspeita ser ligado ao servidor.

O comunicante foi informado pela Polícia Civil sobre o prazo legal de seis meses para representar criminalmente contra o suspeito.


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