Primavera do Leste / MT - Quarta-Feira, 21 de Outubro de 2026

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Temperaturas mais baixas abrem caminho para doenças respiratórias



A formação de uma nova frente fria sobre o Sul do país fez com que as temperaturas despencassem ao longo da semana em diversos estados, segundo informações do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). A massa de ar frio abriu caminho para a formação de geada na Serra da Mantiqueira e no Vale do Ribeira e é tida como sinal de alerta para as temidas doenças respiratórias.

A pneumologista e diretora da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia, Fernanda Miranda, explicou que, para quem já tem algum tipo de condição respiratória como asma ou enfisema, o clima mais frio pode provocar uma piora dos sintomas. A queda nas temperaturas também contribui para uma maior circulação de viroses e doenças infecciosas, já que as pessoas tendem a permanecer em locais fechados.

“A aglomeração facilita a transmissão e as partículas ficam suspensas por mais tempo no período seco, facilitando a inalação de vírus e bactérias”, explicou. “Durante esse período, é importante que as pessoas bebam muito liquido, usem hidratante corporal e soro nasal para manter as narinas bem hidratadas, além de evitar banhos quentes, que podem desidratar a pele. E, claro, tomar a vacina contra a gripe”, completou.

Baixa cobertura

Dados do Ministério da Saúde revelam que 21 milhões de pessoas que fazem parte do público-alvo ainda precisam ser vacinadas contra a gripe. O grupo com menor índice de vacinação é de crianças entre 6 meses a menores de 5 anos – até a última sexta-feira (25), a cobertura era de apenas 46%.

“Esse é um sinal de alerta. As crianças que podem ser vacinadas precisam receber a dose. As doenças respiratórias costumam se manifestar de forma mais grave nessa população. A orientação é procurar a vacina o quanto antes. Estamos no início do período de inverno e as infecções ainda vão aumentar se não houver vacinação”, explicou Fernanda.

O público com maior cobertura, até o momento, é de puérperas, com 74%, seguido pelos idosos (71%), trabalhadores da saúde (67%) e professores (67%). Entre as gestantes, a cobertura de vacinação está em 51%.

Pessoas com doenças crônicas e outras condições clínicas especiais também devem ser imunizadas. Neste caso, é preciso apresentar uma prescrição médica no ato da vacinação. Pacientes cadastrados em programas de controle de doenças crônicas do Sistema Único de Saúde (SUS) devem procurar os postos em que estão registrados para receber a dose.

Fonte: Agência Brasil



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Construção da maior ponte de Mato Grosso que conectará Nortão ao Noroeste chega a 77% de execução


Construção da maior ponte de Mato Grosso que conectará Nortão ao Noroeste chega a 77% de execução

 

A maior das pontes de concreto do Estado está sendo construída na MT-208 sobre o Rio Juruena e tem 1.410 metros de extensão. Atualmente a obra está com 77% de execução, informou, hoje, a assessoria do governo de Mato Grosso. Localizada entre os municípios de Cotriguaçu e Nova Bandeirantes, a ponte recebeu investimento de R$ 293 milhões. A obra ainda inclui o asfaltamento de 59 km e a construção de mais três pontes com 25, 30 e 50 metros de extensão.

 

A ponte vai integrar o Nortão a Noroeste de Mato Grosso, diminuindo a distância entre os municípios do Vale do Juruena e a BR-163 em mais de 400 quilômetros. Atualmente, além da falta de asfalto, o trajeto necessita a utilização de uma balsa que demora em torno de uma hora para atravessar o rio.

 

“Essa é uma obra que vai ser a redenção da região. Será uma nova saída para a BR-163 e para o porto de Miritituba. Vai viabilizar a logística para quem quiser produzir nesta região, que eu não tenho dúvida que será a mais próspera do Estado nos próximos anos”, afirmou, através de assessoria, Marcelo de Oliveira e Silva, secretário estadual de Infraestrutura e Logística.


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