Primavera do Leste / MT - Quarta-Feira, 14 de Outubro de 2026

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Um mês depois da chegada de cerca de 70 venezuelanos, Cuiabá recebe mais 29 refugiados



Um grupo de 29 venezuelanos desembarcou em Cuiabá nesta terça-feira (15). Eles vieram de Roraima (RR) em um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) e foram acolhidos pela Pastoral do Migrante, no Bairro Carumbé.

Os imigrantes buscam refúgio no Brasil para fugir da crise econômica e política que se instalou na Venezuela, assim como do regime do presidente Nicolás Maduro.

Esse é o segundo grupo de venezuelanos que chegam em Cuiabá.

Em abril, quase 70 refugiados foram recebidos em Cuiabá. De acordo com a pastoral, muitos deles já conseguiram emprego e estão morando em casas alugadas, na capital.

Outros foram para Santo Antônio de Leverger, Jaciara e Nova Ubiratã para trabalhar em fazendas.

Há venezuelanos instalados em Tangará da Serra, a 242 km de Cuiabá. Porém, estes não vieram por intervenção da pastoral. Contaram com o apoio de um conterrâneo que mora no Brasil há 30 anos.

Venezuelanos são acolhidos pela Pastoral do Migrante (Foto: Pastoral do Migrante)

Venezuelanos são acolhidos pela Pastoral do Migrante (Foto: Pastoral do Migrante)

De acordo com a auditora fiscal do trabalho, Marilete Mulinari, não há nenhum impedimento para que os refugiados possam migrar para as cidades do interior, desde que tenham carteira de trabalho regular e atuem de forma legalizada no mercado.

Para se habilitar ao deslocamento, os venezuelanos foram imunizados contra doenças, como sarampo, caxumba, rubéola, febre amarela, difteria, tétano e coqueluche.

Imigração 

O processo de interiorização dos imigrantes é organizado pelo governo federal numa tentativa de lidar com o intenso fluxo de venezuelanos. Estima-se que 400 refugiados entram por dia no Brasil.

De acordo com o governo federal, a interiorização não tem custo para os imigrantes. As viagens são bancadas pelos R$ 190 milhões liberados ao Ministério da Defesa por meio da Medida Provisória 823/2018.

Fonte: G1 Mato Grosso



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Brasil

Receita Federal apreende cerca de R$ 3 milhões em mercadorias irregulares no Maranhão


Operação fiscalizou transportadoras, lojas e veículos de carga em Imperatriz, Porto Franco e Estreito; cerca de R$ 1,6 milhão corresponde a celulares, incluindo o iPhone 18 Pro Max.

A Receita Federal reteve aproximadamente R$ 3 milhões em mercadorias de origem estrangeira introduzidas irregularmente no Brasil durante uma operação realizada em Imperatriz, Porto Franco e Estreito, no Maranhão. A ação ocorreu entre os dias 28 de setembro e 9 de outubro e teve como foco o combate ao contrabando e ao descaminho.

Segundo a Receita Federal, cerca de R$ 1,6 milhão do total apreendido corresponde a aparelhos celulares, incluindo unidades do modelo iPhone 18 Pro Max, lançado recentemente no mercado internacional.

Durante a operação, foram realizadas fiscalizações em transportadoras, estabelecimentos comerciais, centros de distribuição e veículos de carga. (Foto: divulgação / Receita Federal)

Também foram retidos tablets, drones, cigarros eletrônicos, perfumes e diversos equipamentos eletrônicos.

Fiscalizações ocorreram em três municípios

Durante a operação, foram realizadas fiscalizações em transportadoras, estabelecimentos comerciais, centros de distribuição e veículos de carga que circulavam pelos principais corredores logísticos da região.

A ação foi conduzida pela Divisão de Vigilância e Repressão ao Contrabando e Descaminho da 3ª Região Fiscal, com apoio da Força Especial de Repressão Aduaneira Nacional, vinculada à Coordenação-Geral de Combate ao Contrabando e Descaminho (Corep).

Imperatriz é ponto estratégico para fiscalização

De acordo com a Receita Federal, Imperatriz tem importância estratégica para o controle aduaneiro por estar localizada em um dos principais entroncamentos logísticos das regiões Norte e Nordeste.

A cidade concentra fluxos de mercadorias provenientes de diferentes partes do país, transportadas por importantes corredores rodoviários e ferroviários, o que a torna um centro de distribuição regional.

Segundo o órgão, operações desse tipo buscam combater a entrada irregular de mercadorias no território nacional, proteger a economia formal, promover a concorrência leal e garantir a arrecadação de tributos.


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