Primavera do Leste / MT - Quarta-Feira, 04 de Marco de 2026

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Vereador Luis Costa entrega Moção de Aplausos a Delegada titular da DERF durante sessão ordinária



A delegada Anamaria Machado Costa, titular da Delegacia de Roubos e Furtos (DERF) recebeu, do vereador Luis Costa (PR), Moção de Aplausos, como forma de homenagear a dedicação e o trabalho realizado em prol da segurança pública de Primavera do Leste.

Anamaria é bacharel em direito, atuou como advogada, antes de passar no concurso público do Tribunal Regional do Trabalho, em Alagoas, e, também trabalhou como oficial de justiça. Com o sonho focado na carreira de delegada, em 2009, passou no concurso da Polícia Judiciária Civil em Mato Grosso. Trabalhou na região de fronteiras, em São José de Quatro Marcos. Ficou conhecida por desempenhar um excelente trabalho na Operação do Falsário, em que foi responsável pela equipe e desenvolveu um trabalho contra o tráfico de drogas. Na função de delegada, da Delegacia de Repressão e Entorpecentes, na capital, Anamaria se destacou coordenando duas operações, sendo elas, Rota Tripla e Poeira Branca. Desde 2016, atua na Derf de Primavera do Leste.

Para o parlamentar, “é preciso homenagear os profissionais que são destaques e empenhados na função de transformar o município em um lugar melhor. No caso da delegada Anamaria é de fundamental importância o que tem feito frente a Derf, atuando na melhoria da segurança e contra o tráfico de drogas”, salientou Luis Costa.

Fonte: Da Redação com Assessoria Câmara PVA



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política

Assessor parlamentar registra Boletim de Ocorrência contra vereador por supostas ameaças e assédio na Câmara de Primavera do Leste


Incidente teria ocorrido na manhã desta segunda-feira (02/03/2026) na sala de café da Casa de Leis. Servidor acionou a Polícia Civil e a Ouvidoria do Legislativo.

POR: Luis Costa / Redação]

DATA: 02 de Março de 2026

Um desentendimento entre um assessor parlamentar da Vereadora Mariana Carvalho e o Vereador Eraldo Gonçalves Fortes (PSB) motivou o registro de um Boletim de Ocorrência (BO) e uma denúncia formal na Ouvidoria da Câmara Municipal de Primavera do Leste na manhã desta segunda-feira (02). O servidor acusa o parlamentar de ameaça, constrangimento público e assédio moral.

De acordo com o Boletim de Ocorrência nº 2026.68122, registrado junto à Polícia Judiciária Civil, o fato ocorreu por volta das 09:00h na área do café da Câmara. O comunicante relata que foi abordado pelo vereador, que o acusou, “sem provas”, de registrá-lo em vídeo durante as sessões e sessões gravadas para uso jocoso e de gerenciar páginas de sátira política em redes sociais.

O assessor afirma no documento que foi constrangido diante de outros servidores e sofreu ofensas à sua dignidade pessoal e profissional através de comunicação agressiva e desrespeitosa. O registro policial cita ainda “ameaças veladas” proferidas pelo vereador, com frases indicando que a situação “não iria ficar assim”.

A ocorrência foi tipificada preliminarmente pela polícia como “Preservação de Direito (Consumado)” e “Ameaça (Consumado)”. O servidor informou que o incidente foi presenciado por testemunhas e captado pelas câmeras de segurança da Sala de Comissões.

Ação na Ouvidoria

Além da representação policial, o assessor formalizou uma denúncia detalhada junto à Ouvidoria Geral da Câmara Municipal (Protocolo nº 02112.2026.000001-50). A manifestação classifica o ocorrido como “Assédio Moral” e “Conduta imprópria nas relações de trabalho”. O denunciante solicita que a Casa de Leis tome as devidas providências, fundamentando o pedido inclusive com base na Lei nº 13.869/2019 (Lei de Abuso de Autoridade).

A Versão do Vereador Eraldo Fortes

​Em sua defesa, o Vereador Eraldo Gonçalves Fortes negou as acusações de agressividade. O parlamentar afirmou que sim, falou com o assessor parlamentar. Ele explicou que o motivo da conversa foi solicitar que o assessor não ficasse gravando-o para fazer memes em uma página no Instagram, a qual ele suspeita ser ligado ao servidor.

O comunicante foi informado pela Polícia Civil sobre o prazo legal de seis meses para representar criminalmente contra o suspeito.


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