Primavera do Leste / MT - Sábado, 11 de Abril de 2026

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PF cumpre mandados de prisão de acusados de fraudes em fundos de pensão



Policiais federais cumprem hoje (12) dez mandados de prisão contra acusados de fraudar os fundos de pensão dos Correios e do Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro). Além dos mandados de prisão, estão sendo cumpridos 21 mandados de busca e apreensão. A operação é feita no Rio de Janeiro, em São Paulo e no Distrito Federal.

A chamada Operação Rizoma, que conta com a participação do Ministério Público Federal, investiga os crimes de lavagem de dinheiro, evasão de divisas e corrupção, por meio de investimentos malsucedidos que geraram prejuízos aos fundos de pensão Postalis, dos Correios, e Serpros, do Serpro.

De acordo com a Polícia Federal (PF), valores oriundos dos fundos de pensão eram enviados para empresas no exterior, gerenciadas por um operador financeiro brasileiro. As remessas, apesar de aparentemente regulares, referiam-se a operações comerciais e de prestação de serviços inexistentes.

Ainda segundo a PF, depois de receber os recursos desviados, o operador financeiro pulverizava o dinheiro em contas de doleiros também no exterior, que disponibilizavam os valores em espécie no Brasil para suposto pagamento de propina.

Segundo a Polícia Federal, o nome da operação, Rizoma, na botânica, refere-se a uma espécie de caule que se ramifica sob a terra, numa referência “ao processo de lavagem de dinheiro e ao entrelaçamento existente entre as empresas investigadas”.

Fonte: Agência Brasil



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política

Nova pesquisa Quaest sobre eleição presidencial testa cenário com Lula, Flávio e Caiado


Pesquisa Genial/Quaest vai medir voto, aprovação do governo e impacto do endividamento a seis meses da eleição

A nova rodada da pesquisa Genial/Quaest começa a ser coletada nesta sexta-feira (10) e chega em um momento de maior definição do cenário eleitoral. O levantamento, que será divulgado na próxima quarta-feira (15), deve oferecer uma leitura atualizada da disputa presidencial a cerca de seis meses do pleito.

 

Serão realizadas 2.004 entrevistas presenciais até segunda-feira, com abrangência nacional. Encomendada pelo banco Genial, ao custo de R$ 466 mil, a sondagem é a quarta do instituto em 2026 e a primeira a incluir o governador Ronaldo Caiado como candidato formalizado pelo PSD.

 

A lista de candidatos sondados reúne o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o senador Flávio Bolsonaro (PL), além de Caiado (PSD), Romeu Zema (Novo), Renan Santos (Missão), Aldo Rebelo (DC), Augusto Cury (Avante), Samara Martins (UP) e Cabo Daciolo (Mobiliza). A presença de candidatos de partidos menores amplia o teste de fragmentação do eleitorado.

A metodologia também busca medir o grau de consolidação do voto. O questionário começa investigando se o eleitor já escolheu um candidato e, em caso afirmativo, avalia o nível de firmeza dessa decisão. Na sequência, o entrevistado é estimulado com uma lista de nomes para medir conhecimento e rejeição, além de indicar uma possível segunda opção de voto.

 

O levantamento deve servir como termômetro para três movimentos centrais da disputa. O primeiro é a trajetória da aprovação do governo Lula, que recuou em todas as pesquisas Quaest deste ano. Em março, o instituto apontou 45% de desaprovação, contra 44% de aprovação.

Outro ponto de atenção é o desempenho de Flávio Bolsonaro, que vinha em trajetória de crescimento e alcançou empate técnico com Lula em parte dos cenários testados anteriormente. A nova rodada indicará se esse avanço se sustenta com o cenário mais consolidado.

 

A pesquisa também será a primeira oportunidade de medir o impacto da candidatura de Caiado após sua oficialização. Em levantamentos anteriores, o governador aparecia com desempenho residual, e a nova rodada deve mostrar se houve alteração nesse quadro.

Além da disputa eleitoral, o questionário inclui indicadores econômicos e de percepção social. Entre eles, estão as expectativas em relação à economia e o nível de endividamento das famílias, tema que ganhou centralidade dentro do governo como um dos principais fatores de pressão sobre a popularidade presidencial.

Fonte Veja


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