Primavera do Leste / MT - Quinta-Feira, 16 de Abril de 2026

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PF cumpre mandados de prisão de acusados de fraudes em fundos de pensão



Policiais federais cumprem hoje (12) dez mandados de prisão contra acusados de fraudar os fundos de pensão dos Correios e do Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro). Além dos mandados de prisão, estão sendo cumpridos 21 mandados de busca e apreensão. A operação é feita no Rio de Janeiro, em São Paulo e no Distrito Federal.

A chamada Operação Rizoma, que conta com a participação do Ministério Público Federal, investiga os crimes de lavagem de dinheiro, evasão de divisas e corrupção, por meio de investimentos malsucedidos que geraram prejuízos aos fundos de pensão Postalis, dos Correios, e Serpros, do Serpro.

De acordo com a Polícia Federal (PF), valores oriundos dos fundos de pensão eram enviados para empresas no exterior, gerenciadas por um operador financeiro brasileiro. As remessas, apesar de aparentemente regulares, referiam-se a operações comerciais e de prestação de serviços inexistentes.

Ainda segundo a PF, depois de receber os recursos desviados, o operador financeiro pulverizava o dinheiro em contas de doleiros também no exterior, que disponibilizavam os valores em espécie no Brasil para suposto pagamento de propina.

Segundo a Polícia Federal, o nome da operação, Rizoma, na botânica, refere-se a uma espécie de caule que se ramifica sob a terra, numa referência “ao processo de lavagem de dinheiro e ao entrelaçamento existente entre as empresas investigadas”.

Fonte: Agência Brasil



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política

Operação Energia Limpa já resultou em 70 prisões por furto de energia


Ação conjunta mira responsáveis por ligações clandestinas e prejuízos à rede elétrica

A Operação Energia Limpa, realizada em Mato Grosso com atuação integrada entre concessionária de energia e forças de segurança, já resultou em 70 prisões desde o início do ano por envolvimento com furto de energia elétrica.

Entre os detidos, estão sete chamados “gateiros”, responsáveis pela execução técnica das ligações clandestinas em imóveis residenciais, comerciais e industriais.

Um dos casos recentes ocorreu em Cuiabá, onde um suspeito foi preso em flagrante enquanto realizava a fraude em um estabelecimento comercial, evidenciando a atuação desse tipo de crime em diferentes segmentos.

De acordo com as equipes envolvidas, a prisão de um único executor pode interromper diversas fraudes simultaneamente, já que esses indivíduos costumam atuar instalando irregularidades para vários consumidores.

As operações, realizadas de forma contínua no estado, têm como foco desarticular toda a cadeia do furto de energia, atingindo tanto quem realiza as ligações clandestinas quanto quem se beneficia delas.

Além do prejuízo financeiro, as fraudes representam risco direto à segurança, podendo provocar sobrecarga na rede elétrica, curto-circuitos, incêndios e oscilações no fornecimento de energia.

O furto de energia é considerado crime e pode resultar em pena de até quatro anos de reclusão, conforme previsto no Código Penal.

A população pode colaborar com as ações por meio de denúncias anônimas, que auxiliam na identificação de irregularidades e no combate a esse tipo de prática.


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