Primavera do Leste / MT - Segunda-Feira, 29 de Junho de 2026

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Igreja Sara Nossa Terra realiza neste sábado (30), o ‘Arenão Caipira’



Da Redação

Pela terceira vez, a comunidade da Igreja Sara Nossa Terra, realizará neste sábado (30), mais uma edição da festa caipira, que tem o nome este ano de ‘Arenão Caipira’.

Terá pipoca, bolo de milho, canjica, doces, salgados, refrigerantes, e muito mais. A festança será na rua, em frente à Igreja e terá mesas e cadeiras para o conforto da comunidade. Além de muito forró gospel.

O evento será aberto a todos primavereneses, e inicia às 19h (sete horas da noite), a entrada é de graça. Para participar basta convidar os amigos e a família. A igreja fica na Avenida Alagoas, número 40, Bairro Primavera II. E para informações, ligue no telefone: (66) 9 9617-9919.

Arena Camping

E já vai se preparando porque nos dias 24 e 25 de Julho, será realizado o “Arena Camping”. Segundo o pastor da Igreja Sara Nossa Terra, Enoque Dias Moreira, o acampamento tem como objetivo reunir toda a comunidade religiosa, sendo os amigos, as crianças, os jovens, as famílias e interagir a partir dos princípios religiosos e ensinamentos de Deus.

O local do acampamento será afastado da cidade, com uma área de lazer, com piscina, e ambiente para as brincadeiras, também tem um espaço para a realização do culto, e para a confraternização.

Gostou? Então venha participar com a gente! Faça sua inscrição na Igreja Sara Nossa Terra, em horário dos cultos. Anote ai o endereço: Avenida Alagoas, número 40, Bairro Primavera II. E o telefone para informações é (66) 9 9617-9919. Lembrando que o evento terá um custo, que é para os gastos com o local e alimentação.

 

 



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Justiça agenda primeiro júri popular de envolvido na execução de ex-presidente da OAB-MT


O juiz Marcos Faleiros da Silva deferiu, nesta sexta-feira (26), a oitiva de cinco testemunhas que irão prestar depoimento no plenário do Tribunal do Júri durante o julgamento de Alex Roberto de Queiroz Silva, o primeiro réu a ter a data de julgamento marcada pela execução do advogado e ex-presidente da OAB-MT, Renato Nery.

As testemunhas foram arroladas de forma conjunta pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) e pela Defensoria Pública, que assina a defesa do acusado. Entre os depoimentos confirmados para a sessão está o de Renata Moreira Gomes Nery, filha da vítima.

De acordo com os autos e com as investigações policiais, Alex teria confessado a autoria material dos disparos após ser preso em março de 2025. O crime, segundo o inquérito, teria sido executado a mando do então sargento da Polícia Militar Heron Teixeira Pena Vieira, apontado como o responsável por fornecer o armamento utilizado no homicídio.

Embora o executor já esteja com o julgamento agendado, outras quatro pessoas denunciadas pelo MPMT também devem enfrentar o júri popular, mas ainda aguardam a definição de suas respectivas datas.

A denúncia oferecida pelo Ministério Público aponta que o casal Julinere Goulart Bentos e Cesar Jorge Sechi encomendou a morte do jurista pelo valor de R$ 200 mil, motivado por um forte inconformismo diante de uma disputa judicial que envolvia mais de 12 mil hectares de terras localizadas no município de Novo São Joaquim. Para viabilizar a execução, a acusação aponta que Jackson Pereira Barbosa e Ícaro Nathan Santos Ferreira atuaram diretamente como intermediários, sendo os encarregados da articulação com os executores, do fornecimento logístico da arma e do repasse dos pagamentos em dinheiro.

Todos os envolvidos responderão por homicídio qualificado, com agravantes que incluem motivo torpe (ou mediante recompensa), emprego de meio que resultou em perigo comum e recurso que dificultou a defesa da vítima. O processo também prevê uma causa de aumento de pena em decorrência da idade da vítima, que tinha 72 anos no momento do crime.

Os desdobramentos do caso também revelaram uma suposta rede de acobertamento composta por outros policiais militares, entre eles Jorge Rodrigo Martins, Leandro Cardoso, Wailson Alesandro Medeiros e Wekcerlley Benevides de Oliveira.

Segundo o MPMT, os militares teriam simulado um confronto que resultou na morte de Walteir Lima Cabral e na tentativa de homicídio de uma segunda pessoa. A ação paralela teria o objetivo deliberado de forjar provas fictícias e criar entraves para confundir a linha de apuração e blindar os verdadeiros mandantes do assassinato.

O crime

Renato Nery, renomado ex-presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-MT), foi assassinado no dia 5 de julho de 2024. Ele foi atingido por sucessivos disparos de arma de fogo logo após chegar à calçada de seu escritório de advocacia, localizado na Avenida Fernando Corrêa da Costa, na Capital.

O advogado chegou a ser socorrido com vida por equipes de resgate e passou por um procedimento cirúrgico de emergência em um hospital privado de Cuiabá, mas não resistiu à gravidade dos ferimentos e faleceu poucas horas após a intervenção médica.


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