Primavera do Leste / MT - Domingo, 31 de Maio de 2026

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Advogado morre e fica preso nas ferragens após carro capotar em MT



O advogado Henrique Costa Neto, 55 anos, morreu em um acidente ocorrido na noite dessa quarta-feira (14), na BR-163, próximo ao município de Lucas do Rio Verde, a 360 km de Cuiabá. Segundo a concessionária que administra a rodovia, ele ficou preso nas ferragens após o veículo capotar.

De acordo com a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-MT), o advogado retornava de Cuiabá, onde tinha apresentado a defesa en um processo no qual advogava.

A concessionária informou que, possivelmente, o advogado perdeu o controle da direção e a caminhonete capotou.

A Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) esteve no local e constatou a morte do advogado, que ficou preso nas ferragens.

Henrique foi presidente da OAB em Sorriso, a 420 km de Cuiabá, entre 2007 e 2009, e conselheiro estadual da entidade entre 2010 e 2013.

O velório est previsto para começar às 11h30, na sede da 17ª Subseção da OAB-MT, localizada na Avenida Otávio de Souza Cruz, em Sorriso.

Fonte: G1 Mato Grosso



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Polícia

Acusado de falsidade ideológica em MT ao ser pego utilizando nome falso por uma década é preso


Uma ação conjunta entre policiais civis e federais prendeu ontem, em Pontes e Lacerda (443 quilômetros a Oeste de Cuiabá), um homem, de 51 anos, que estava vivendo com um nome falso há 10 anos. O caso teve início após denúncias da própria PF e, acompanhada de agentes do órgão, a equipe da delegacia municipal foi até uma oficina mecânica no bairro Nossa Senhora Aparecida, onde o suspeito estava trabalhando.

A princípio, ele informou o nome falso, com o qual ele até mesmo já cumpria uma pena em regime aberto por tráfico de drogas, e entregou uma Carteira de Habilitação com esses dados. Porém, quando os policiais falaram sobre sua real identidade, ele confirmou a falsidade e disse que o motivo era que possuía pendências na Justiça (também por tráfico) com o nome real e, por isso, recorreu ao uso da documentação falsa.

O investigado não informou onde conseguiu confeccioná-lo, mas afirmou ter sido em Teresina (PI) e que pagou, à época, R$ 15 mil. O homem, bem como os materiais vinculados, foram encaminhados à Polícia Civil para as providências cabíveis.


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