Primavera do Leste / MT - Sábado, 21 de Fevereiro de 2026

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Segurança de supermercado reage, deixa arma cair e é morto por ladrão



O segurança de um supermercado foi assassinado ao reagir a um assalto na noite dessa segunda-feira (25) em Várzea Grande, região metropolitana de Cuiabá. Segundo a Polícia Militar, Gonçalo Dias, de 49 anos, estava armado e tentou sacar o revólver ao ser abordado por assaltantes. Ele deixou a arma cair e acabou morto por um dos ladrões.

De acordo com a PM, o crime ocorreu na frente do estabelecimento, no Bairro Nova Esperança, por volta de 19h20 [horário de Mato Grosso]. Câmeras de segurança de um estabelecimento comercial, que fica em frente ao supermercado, registraram o crime.

Conforme a polícia, dois homens que estavam a pé se aproximaram de Gonçalo e anunciaram o roubo.O segurança tentou sacar a arma e acabou deixando o revólver cair no chão. O assaltante fez um disparo na altura do tórax da vítima, que caiu em seguida. Os criminosos levaram a arma e o tênis que a vítima usava.

Gonçalo não resistiu e morreu no local. A Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Cuiabá foi chamada e também registrou o crime.Até a manhã desta terça-feira (26) nenhum suspeito havia sido preso.

Fonte: G1



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Hospitais São Lucas e Das Clínicas enviam notificação à Secretária de Saúde, podendo interromper atendimento ao SUS


Os hospitais lamentam a falta de ajuste no contrato e ameaçam suspender o atendimento aos pacientes do SUS encaminhados pela UPA.


No dia 13 de fevereiro de 2026, a direção dos Hospitais São Lucas e das Clínicas de Primavera do Leste enviou uma notificação formal à Secretária Municipal de Saúde, Laura Leandra, alertando sobre a ausência de um reajuste no contrato, o que comprometeria a continuidade dos serviços prestados. O documento destaca que, após sucessivas prorrogações contratuais sem o ajuste necessário, a situação financeira dos hospitais se tornou insustentável, podendo até resultar na interrupção dos atendimentos aos pacientes do SUS.

 

O texto revela que o contrato atual, com término previsto para 28 de fevereiro de 2026, já foi prorrogado anteriormente e que, até a data mencionada, não foi apresentado um novo contrato ou proposta formal por parte da Secretaria Municipal de Saúde. Em resposta, os hospitais afirmaram que não aceitarão a celebração de um novo termo aditivo nas condições atuais.

 

A medida de não continuar com o contrato atual está relacionada ao descumprimento das condições financeiras necessárias para a manutenção da qualidade no atendimento. A partir de março de 2026, os serviços poderão ser prestados sob novas condições, que envolvem a assinatura de um novo contrato com valores atualizados ou a aplicação de um reajuste provisório de 20% sobre os valores vigentes, até a formalização de um novo acordo.

 

Os hospitais registraram que, caso haja interrupção no serviço após o término da vigência contratual, essa responsabilidade não será imputada aos hospitais, mas sim à Secretaria Municipal de Saúde, que não tomou as medidas administrativas necessárias para resolver a questão de forma tempestiva.

 

A Secretaria Municipal de Saúde ainda não se manifestou oficialmente sobre a situação, mas a expectativa é que um novo ajuste contratual seja negociado o quanto antes para garantir a continuidade dos serviços essenciais à população.


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