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Banhista e pescador morrem afogados nesse domingo



Duas pessoas se afogaram nesse domingo (1º) na região da Comunidade São Gonçalo Beira Rio e na Ponte Sérgio Motta, no Rio Cuiabá. Segundo o Corpo de Bombeiros, em um dos casos, um homem pulou de uma árvore, bateu a cabeça e morreu afogado.

O corpo de Valdecy Rafael da Silva, de 34 anos, foi encontrado por volta de 18h (horário de Mato Grosso). Ele nadava com outras pessoas no local, inclusive com crianças, quando se afogou ao saltar de uma árvore e bater a cabeça no rio.

“Infelizmente os dois afogamentos ocorreram em horários próximos, então, quando a gente recebeu essa ocorrência, já estávamos em outro afogamento”, explicou o tenente do Corpo de Bombeiros, Yohann Reis.

Um dos corpos foi encontrado próximo às margens do Rio Cuiabá (Foto: TV Centro América)

Um dos corpos foi encontrado próximo às margens do Rio Cuiabá (Foto: TV Centro América)

Um dos corpos foi encontrado próximo às margens do Rio Cuiabá. O segundo afogamento, na Comunidade São Gonçalo Beira Rio, terá a busca retomada na manhã desta segunda-feira (2).

A vítima é Felipe da Silva Oliveira, de 21 anos. Ele estava pescando, se abaixou para desenroscar um anzol, caiu na água e se afogou.

Fonte: G1 Mato Grosso



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política

Assessor parlamentar registra Boletim de Ocorrência contra vereador por supostas ameaças e assédio na Câmara de Primavera do Leste


Incidente teria ocorrido na manhã desta segunda-feira (02/03/2026) na sala de café da Casa de Leis. Servidor acionou a Polícia Civil e a Ouvidoria do Legislativo.

POR: Luis Costa / Redação]

DATA: 02 de Março de 2026

Um desentendimento entre um assessor parlamentar da Vereadora Mariana Carvalho e o Vereador Eraldo Gonçalves Fortes (PSB) motivou o registro de um Boletim de Ocorrência (BO) e uma denúncia formal na Ouvidoria da Câmara Municipal de Primavera do Leste na manhã desta segunda-feira (02). O servidor acusa o parlamentar de ameaça, constrangimento público e assédio moral.

De acordo com o Boletim de Ocorrência nº 2026.68122, registrado junto à Polícia Judiciária Civil, o fato ocorreu por volta das 09:00h na área do café da Câmara. O comunicante relata que foi abordado pelo vereador, que o acusou, “sem provas”, de registrá-lo em vídeo durante as sessões e sessões gravadas para uso jocoso e de gerenciar páginas de sátira política em redes sociais.

O assessor afirma no documento que foi constrangido diante de outros servidores e sofreu ofensas à sua dignidade pessoal e profissional através de comunicação agressiva e desrespeitosa. O registro policial cita ainda “ameaças veladas” proferidas pelo vereador, com frases indicando que a situação “não iria ficar assim”.

A ocorrência foi tipificada preliminarmente pela polícia como “Preservação de Direito (Consumado)” e “Ameaça (Consumado)”. O servidor informou que o incidente foi presenciado por testemunhas e captado pelas câmeras de segurança da Sala de Comissões.

Ação na Ouvidoria

Além da representação policial, o assessor formalizou uma denúncia detalhada junto à Ouvidoria Geral da Câmara Municipal (Protocolo nº 02112.2026.000001-50). A manifestação classifica o ocorrido como “Assédio Moral” e “Conduta imprópria nas relações de trabalho”. O denunciante solicita que a Casa de Leis tome as devidas providências, fundamentando o pedido inclusive com base na Lei nº 13.869/2019 (Lei de Abuso de Autoridade).

A Versão do Vereador Eraldo Fortes

​Em sua defesa, o Vereador Eraldo Gonçalves Fortes negou as acusações de agressividade. O parlamentar afirmou que sim, falou com o assessor parlamentar. Ele explicou que o motivo da conversa foi solicitar que o assessor não ficasse gravando-o para fazer memes em uma página no Instagram, a qual ele suspeita ser ligado ao servidor.

O comunicante foi informado pela Polícia Civil sobre o prazo legal de seis meses para representar criminalmente contra o suspeito.


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