FAB confirma ter encontrado avião que desapareceu com piloto, mulher e filho em MT
A Força Aérea Brasileira (FAB) encontrou, nesta terça-feira (12), a aeronave que desapareceu no sábado (9) com três pessoas da mesma família, entre os municípios de Juruena e Juara, a 893 km e 690 km de Cuiabá, respectivamente. A confirmação foi feita na manhã desta quarta-feira (13). No entanto, ainda não há informações sobre as três pessoas, já que a FAB não conseguiu chegar perto do avião por causa do mau tempo e da mata fechada.
O avião sumiu após decolar do Distrito Nova União, em Colniza, a 1.065 km de Cuiabá, com destino ao município de Juara.
A aeronave, prefixo PU-MMT, modelo Paradise P1, levava o piloto Leandro Ferreira Pascoal, de 28 anos, a mulher dele, Francieli Reseto Pascoal, e o filho do casal, Felipe Pascoal, de 1 ano e 7 meses. Leandro é pecuarista e visitaria familiares na cidade, onde ficaria por três semanas.
Na nota, a FAB explica que os vestígios da aeronave estavam em uma região de mata muito fechada e que a solução adotada foi a de se buscar uma área mais ‘descampada’ na qual foram lançados paraquedistas da FAB, especialistas em resgate.
Os militares saltaram do avião que realizava a busca. Entretanto, as condições meteorológicas no momento, as características da mata extremamente fechada e o pôr-do-sol impediram que os militares chegassem até o local.
Além dos paraquedistas, a Força Aérea Brasileira acionou um helicóptero que decolou imediatamente de Alta Floresta, a 800 km de Cuiabá, local onde encontrava-se em alerta exclusivo para apoiar a operação.
Ao sobrevoar o local, já no final do dia e a baixa altitude, a tripulação do helicóptero conseguiu confirmar que os vestígios eram efetivamente destroços da aeronave de prefixo PU-MMT.
Ainda de acordo com a FAB, as condições meteorológicas na região são desfavoráveis nesta manhã de quarta-feira, prejudicando as decolagens das aeronaves, no entanto, as equipes de resgate da FAB procedem as buscas em solo.
Fonte: G1 Mato Grosso











Bilhetes que continham ordens internas dos integrantes da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) apreendidos em 2019 em um presídio em Presidente Venceslau, no interior de São Paulo, levaram a polícia a abrir a investigação que culminou na Operação Vérnix, deflagrada nesta quinta-feira (21) pelo Ministério Público de São Paulo (MP-SP) e pela Polícia Civil.


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