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Inscrições para o concurso SECITEC -MT começam segunda (19)



As inscrições do concurso Secitec/MT serão realizadas entre 22 de janeiro e 15 de março de 2018, no site oficial da organizadora do concurso (www.institutoselecon.org.br). A taxa de inscrição custará:

R$ 65,00 (sessenta e cinco reais) para o cargo Técnico de Apoio Administrativo Educacional (Nível Médio e Nível Médio Técnico); R$ 90,00 (noventa reais) para o cargo de Técnico Administrativo Educacional (Nível Superior); e R$ 110,00 (cento e dez reais) para o cargo de Professor (Nível Superior).

Sobre o Concurso

A Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado do Mato Grosso divulgou no Diário Oficial do Estado desta quarta-feira, 17 de janeiro, o edital de concurso (Concurso SECITEC MT 2018) que tem o objetivo de preencher nada menos que 162 vagas. De acordo com o documento publicado, as oportunidades serão destinadas aos candidatos de níveis médio e superior.

O Instituto Nacional de Seleções e Concursos (Selecon) tem a responsabilidade do concurso SECITEC/MT. O secretário de Estado de Ciência Tecnologia e Inovação, Domingos Sávio, disse em entrevista recentemente que as oportunidades são para todo o Estado. “A maioria das oportunidades será para professores e auxiliares, que são os cargos técnicos dentro das escolas, para todo o Estado de Mato Grosso”, disse.

Ainda durante a entrevista, Domingos frisou que o concurso tem objetivo de substituir os contratos temporários e também preencher as vagas geradas pelas três escolas técnicas que serão inauguradas até final de 2018. “Nós estamos dobrando o número de escolas estaduais. Então a parceria dos Governos Federal e Estado tem nos ajudado muito para conseguir dobrar esse número”.

Cargos Concurso SECITEC MT 2018

As oportunidades serão destinadas aos cargos de Professor (nível superior), com 62 vagas, Técnico Administrativo Educacional (Nível Superior), com 34 vagas, Técnico de Apoio Educacional (Curso Técnico – Nível Médio), com 38 vagas e Técnico de Apoio Educacional (Nível Médio), com 28 vagas.

O cargo de Professor requer profissionais com os seguintes perfis: Graduação em Administração; – Graduação em Ciências Contábeis; – Graduação em Ciências da Computação; – Graduação em Ciências Biológicas; – Graduação em Letras com habilitação Português-inglês; – Graduação em Matemática; – Graduação em Engenharia Civil com registro no Conselho de Classe; – Graduação em Enfermagem com registro no Conselho de Classe; – Graduação em Agronomia com registro no Conselho de Classe; – Graduação em Zootecnia com registro no Conselho de Classe; e Graduação em Medicina Veterinária com registro no Conselho de Classe.

Já a função de Técnico Administrativo Educacional (Nível Superior) exige profissionais com Graduação em Biblioteconomia, Graduação (Bacharel ou Tecnólogo) em Ciências da Computação e Graduação em Pedagogia.

O cargo de Técnico de Apoio Educacional (Curso Técnico – Nível Médio) exige profissionais de Técnico em Administração, Técnico em Analises Clinica ou em Química ou em Patologia ou em Bioquímica, Técnico em Informática e Técnico em Secretariado.

Por fim, a função de Técnico de Apoio Educacional (Nível Médio) tem exigência de profissionais de Técnico de Apoio Educacional.

Atuação dos Profissionais

Os professores contratados mediante este concurso, poderão atuar nos diversos níveis de ensino (Médio Técnico ou Superior), através de designação e conforme as necessidades da SECITEC e o interesse público, desenvolvendo atividades acadêmicas de ensino, pesquisa e extensão, com atendimento obrigatório à primeira.

Salários

O cargo de Professor terá salário de R$ 3.480,56, alcançando R$ 9.907,82 no topo da carreira. Já a remuneração inicial de Técnico Administrativo Educacional (Nível Superior) será de R$ 4.176,68, enquanto a função de Técnico de Apoio Educacional (Curso Técnico – Nível Médio) tem salário de R$ 2.802,54. Por fim, a remuneração de Técnico de Apoio Educacional (Nível Médio) será de R$ 2.297,17.

Fonte: Da Assessoria



COMENTÁRIOS

1 Comentário

  1. Eu como Pedagoga Licenciada posso fazer o concurso? Em experiencia na educação infantil?

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política

PISCICULTURA: Deputado Nininho mobiliza Assembleia Legislativa, Governo do Estado e agricultores para fomentar produção de peixe em Mato Grosso


Com recursos do Banco Mundial, deputado trabalha para organizar cadeia produtiva, implantar cooperativas e fortalecer piscicultura em Mato Grosso; iniciativa prevê projeto piloto na Baixada Cuiabana

O deputado estadual Ondanir Bortolini – Nininho (Republicanos) está mobilizando a Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), o governo estadual e o setor produtivo para reestruturar a piscicultura em Mato Grosso, com foco na Baixada Cuiabana. O parlamentar defende a integração de políticas públicas e a formação de cooperativas para absorver parte dos US$ 100 milhões garantidos junto ao Banco Mundial para a agricultura de pequena escala. A estratégia aponta para a verticalização da produção para retomar o protagonismo do Estado, que atualmente ocupa o sétimo lugar no ranking nacional.

 

Segundo Nininho, a Baixada Cuiabana possui características geográficas que favorecem o pequeno produtor em detrimento da agricultura de larga escala. “A aptidão das áreas aqui é mais voltada para a agricultura familiar e pequena propriedade. Não tem aptidão, muitas vezes, para a agricultura de grande escala. Precisamos achar uma maneira de fomentar essa atividade”, afirma Nininho.

 

A proposta do deputado envolve um consórcio entre a Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (Seaf), a Empaer e universidades. O objetivo é criar uma estrutura que reduza custos operacionais, incluindo a produção regional de alevinos e a instalação de fábricas de ração próprias. “Nós vamos agregar mais valor no nosso produto e diminuir o custo dos insumos, o que faz com que a rentabilidade e a margem de lucro fiquem maiores para os nossos produtores”, explica Nininho.

CRÉDITO E COOPERATIVAS

Um dos pilares do projeto de Nininho visa o acesso a recursos internacionais. De acordo com a Seaf, os investimentos do Banco Mundial serão aplicados nos próximos cinco anos, priorizando ações sustentáveis. Para o deputado, a organização em cooperativas é a chave para que o pequeno piscicultor acesse esses fundos. “Nosso objetivo é estruturar toda essa cadeia. A ideia é criarmos cooperativas para incluir no programa do Banco Mundial, buscando recursos a fundo perdido para apoiar o pequeno produtor”, destaca.

 

A industrialização também está no radar do parlamentar. O parlamentar defende a criação de frigoríficos com certificação federal (Sisp/Sif) para que o peixe mato-grossense alcance novos mercados. “Essa cooperativa vai tirar o selo para poder ter a inspeção federal e vender esse pescado lá fora, não somente no mercado interno, mas no externo também”, projeta Nininho.

 

INTEGRAÇÃO TÉCNICA

 

A viabilidade do plano conta com o suporte da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), que propõe um diagnóstico de 800 propriedades para identificar gargalos tecnológicos. “O estudo vai permitir compreender as necessidades dos produtores, aprimorar a compra de insumos e desenvolver tecnologias adequadas à realidade local. O sucesso depende da integração entre pesquisa e produção”, explica o professor Márcio Hoshiba, da UFMT e integrante do Núcleo de Estudos em Pesca e Aquicultura (Nepes).

 

O presidente da Associação Mato-grossense dos Aquicultores (Aquamat), Darci Fornari, defende a integração e a verticalização da produção para aumentar a competitividade. “Temos potencial para sermos o maior produtor de peixe do Brasil. O desafio é fortalecer as cooperativas e reduzir a atuação isolada dos pequenos produtores, que representam 80% do setor. Queremos aplicar o modelo de sucesso das grandes operações também aos pequenos”, comenta.

 

 

 

PROTAGONISMO

 

Mato Grosso produziu 44,5 toneladas de peixe em 2024, com receita estimada em R$ 600 milhões, ocupando atualmente a sétima posição no ranking nacional. Para Nininho, o Estado reúne condições para recuperar o protagonismo no setor, desde que haja planejamento e políticas contínuas de apoio à produção.

 

“Mato Grosso tem os ativos necessários, água e tecnologia, mas carece de gestão integrada. Temos água em abundância e profissionais qualificados. Falta apenas organização e incentivo para retomarmos a liderança”, conclui o parlamentar.

Redação: Sérgio Ober


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