Primavera do Leste / MT - Terca-Feira, 12 de Maio de 2026

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18º grupo do Programa Nacional de Controle ao Tabagismo iniciou os trabalhos em Primavera do Leste



Nesta terça-feira (22) começaram as atividades do 18º grupo do Programa Nacional de Controle ao Tabagismo. Cerca de 30 pessoas devem participar dessa ação que pela primeira vez ocorrerá na região do Bairro Primavera III. As reunião serão feitas na unidade do Estratégia Saúde da Família IX (ESF IX), todas as terças-feiras, às 17h.

Aos participantes será oferecido tratamento completo anti-tabagismo, com palestras de profissionais da área da saúde, como por exemplo, psicólogos, nutricionistas, dentistas, educadores físicos e farmacêuticos. Além disso, dependendo dos casos, os pacientes poderão contar com apoio de medicamentos para parar de fumar. O tratamento tem a duração de seis meses.

Para o coordenador do Núcleo de Apoio à Saúde da Família (NAFS), Eder Martins Ferreira, esse é um momento em que as pessoas têm, de forma gratuita, a oportunidade para se livrar do vício. “Conseguir parar de fumar sozinho é um desafio muito grande, por isso atendemos as pessoas com uma equipe reforçada de profissionais, que junto aos medicamentos – quando necessários – facilitam esse processo”, comenta o coordenador.

O 18º grupo está fechado, mas a previsão para a formação de outro grupo é para o mês de setembro de 2018. Se você também quer parar de fumar, procure uma unidade de ESF mais perto da sua casa e deixe seu nome para participar.

CONSCIENTIZAÇÃO

Dia 31 de maio é considerado o Dia Mundial sem Tabaco. Em Primavera do Leste, na quarta-feira (30), o NAFS irá realizar panfletagem na cidade, como forma de conscientizar a população sobre os males que o cigarro pode causar para o ser humano que fuma e para os que não fumam também.

De acordo com informações levantadas pelo NAFS, 12,6% de todas as mortes que acontecem no Brasil são atribuíveis ao tabagismo. Por dia, 428 pessoas morrem no país por conta do cigarro. O tabaco mata mais de sete milhões de pessoas por ano. Desse total, 900 mil não são fumantes, mas acabam morrendo por complicações causadas pela fumaça dos outros.

Fonte: Da Assessoria da Prefeitura Municipal



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Região

Sistema prisional de MT registra 94 casos de tuberculose em tratamento


Por TV Centro América

Mato Grosso registra 94 casos de tuberculose em tratamento em duas unidades prisionais do estado, segundo a Secretaria de Estado de Justiça (Sejus-MT). Os casos estão concentrados na Penitenciária Central do Estado (PCE), em Cuiabá, e na Penitenciária Regional Major Eldo de Sá Corrêa, em Rondonópolis.

De acordo com a Sejus, 44 detentos estão em tratamento na PCE, enquanto outros 50 casos foram registrados na unidade de Rondonópolis.

O Sindicato dos Policiais Penais denunciou, nesta segunda-feira (11), o avanço da tuberculose no sistema prisional e alertou para o risco de contaminação entre servidores e pessoas privadas de liberdade. Inicialmente, a entidade havia apontado cerca de 30 casos em Rondonópolis.

Segundo o sindicato, a superlotação e a falta de estrutura adequada nas unidades prisionais podem contribuir para o aumento das infecções. A entidade também cobrou a ampliação da testagem, o isolamento de casos suspeitos e a melhoria das condições sanitárias nos presídios.

Apesar dos registros, a secretaria afirmou que não há surto da doença no sistema prisional de Mato Grosso. Segundo a pasta, os casos estão dentro do esperado para o ambiente carcerário e seguem com acompanhamento médico e tratamento conforme os protocolos do Ministério da Saúde.

Em nota, a Sejus informou que realiza ações de rastreio e diagnóstico da tuberculose em parceria com a Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT), por meio da chamada “Carreta da Tuberculose”, que atua nas unidades prisionais do estado.

obre a informação de que dois detentos da PCE estariam internados no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), a Sejus informou que há custodiados em tratamento na unidade, mas que não há comunicação oficial que relacione essas internações à tuberculose. Por isso, segundo a pasta, não é possível confirmar nem descartar que os casos sejam decorrentes da doença.


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