Primavera do Leste / MT - Quinta-Feira, 22 de Outubro de 2026

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18º grupo do Programa Nacional de Controle ao Tabagismo iniciou os trabalhos em Primavera do Leste



Nesta terça-feira (22) começaram as atividades do 18º grupo do Programa Nacional de Controle ao Tabagismo. Cerca de 30 pessoas devem participar dessa ação que pela primeira vez ocorrerá na região do Bairro Primavera III. As reunião serão feitas na unidade do Estratégia Saúde da Família IX (ESF IX), todas as terças-feiras, às 17h.

Aos participantes será oferecido tratamento completo anti-tabagismo, com palestras de profissionais da área da saúde, como por exemplo, psicólogos, nutricionistas, dentistas, educadores físicos e farmacêuticos. Além disso, dependendo dos casos, os pacientes poderão contar com apoio de medicamentos para parar de fumar. O tratamento tem a duração de seis meses.

Para o coordenador do Núcleo de Apoio à Saúde da Família (NAFS), Eder Martins Ferreira, esse é um momento em que as pessoas têm, de forma gratuita, a oportunidade para se livrar do vício. “Conseguir parar de fumar sozinho é um desafio muito grande, por isso atendemos as pessoas com uma equipe reforçada de profissionais, que junto aos medicamentos – quando necessários – facilitam esse processo”, comenta o coordenador.

O 18º grupo está fechado, mas a previsão para a formação de outro grupo é para o mês de setembro de 2018. Se você também quer parar de fumar, procure uma unidade de ESF mais perto da sua casa e deixe seu nome para participar.

CONSCIENTIZAÇÃO

Dia 31 de maio é considerado o Dia Mundial sem Tabaco. Em Primavera do Leste, na quarta-feira (30), o NAFS irá realizar panfletagem na cidade, como forma de conscientizar a população sobre os males que o cigarro pode causar para o ser humano que fuma e para os que não fumam também.

De acordo com informações levantadas pelo NAFS, 12,6% de todas as mortes que acontecem no Brasil são atribuíveis ao tabagismo. Por dia, 428 pessoas morrem no país por conta do cigarro. O tabaco mata mais de sete milhões de pessoas por ano. Desse total, 900 mil não são fumantes, mas acabam morrendo por complicações causadas pela fumaça dos outros.

Fonte: Da Assessoria da Prefeitura Municipal



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política

TSE estuda desativar canais políticos no WhatsApp 48h antes da eleição


Proposta foi escrita pelo vice-presidente da Corte, André Mendonça

TSE faz últimos preparativos para o primeiro turno nas Eleições 2018

Uma minuta de resolução do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) prevê que canais de WhatsApp com teor político e mais de 200 mil seguidores sejam desativados nas 48 horas anteriores e 24 horas posteriores ao segundo turno da eleição, marcado para o próximo domingo (25). 

Caso aprovada pelo plenário do TSE, a medida entraria em vigor de imediato, conforme o texto da minuta obtida pela Agência Brasil.

A minuta com a proposta passou a circular entre os ministros do TSE após o tema ser debatido em reuniões informais realizadas na sexta-feira (16) e na terça-feira (20). O texto foi redigido pelo ministro André Mendonça, vice-presidente da Corte Eleitoral.

Em nota à imprensa, o gabinete de Mendonça informou não se tratar de uma iniciativa pessoal do ministro, mas que coube a ele a autoria da minuta por ser tradição que as normas eleitorais sejam redigidas pelo vice-presidente do TSE.

“O objetivo discutido é proteger a integridade do pleito nas horas que antecedem e sucedem a votação, quando não há tempo hábil para resposta ou correção de conteúdos ilícitos”, diz a nota do gabinete de Mendonça.

A nota acrescenta ainda que o texto foi redigido a partir de um consenso interno, e que “os critérios em análise são objetivos e impessoais e valem igualmente para todos os canais de natureza político-eleitoral de grande alcance, qualquer que seja o candidato, o partido ou a orientação política”.

Caso seja aprovada, a iniciativa deve atingir o canal “Exército do Lula”, que atingiu nesta quarta (21) a marca de 7 milhões de inscritos no aplicativo de mensagens WhatsApp. Também seria desativado o canal “Tropa do Flávio”, que possui 2 milhões de inscritos.

Proposta

O texto da minuta aplica aos canais de transmissão de natureza político-eleitoral com mais de 200 mil seguidores as mesmas restrições que já vigoram sobre o conteúdo impulsionado de campanha, aquele cujo alcance é potencializado mediante pagamento às plataformas.

O texto também considera haver “alcance desproporcional de canais com grande audiência na difusão de conteúdos ilícitos”.

Em outro trecho, a proposta diz ainda que “o período compreendido entre as 48 (quarenta e oito) horas antes e as 24 (vinte e quatro) horas depois da eleição concentra o maior risco de dano irreversível à formação livre da vontade do eleitorado, por não haver tempo hábil para resposta, esclarecimento ou tutela jurisdicional efetiva”.

Controvérsia

A proposta surge após uma disputa de liminares em torno do canal “Exército do Lula”. Na semana passada, o canal foi retirado do ar pelo ministro Kássio Nunes Marques, presidente do TSE, após pedido da campanha do presidenciável Flávio Bolsonaro, que alegou disseminação de desinformação.

Logo em seguida, porém, o corregedor-nacional da Justiça Eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, restabeleceu o canal. Ele afirmou não haver elementos que justificassem a medida e que Nunes Marques não poderia ter suspendido o canal por via administrativa, como fez, uma vez que o caso já tramitava pela via judicial em processo relatado pelo próprio corregedor.

Pouco depois, porém, Nunes Marques voltou a suspender o canal, alegando que mesmo sendo administrado por um apoiador, o deputado André Janones (Rede-MG), a ferramenta teria vínculo com a campanha oficial, e portanto deveria estar registrado no TSE como tal.

Por fim, o Exército do Lula acabou sendo liberado pelo presidente do TSE, após o registro ter sido feito pela campanha oficial.

Felipe Pontes – repórter da Agência Brasil


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