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Disponibilidade de medicamentos nas farmácias da rede municipal atinge média de 95%



A disponibilidade de remédios nas farmácias municipais de Primavera do Leste atingiu média de 95%. Essa melhoria no abastecimento se deve ao empenho da atual gestão, que ao assumir o comando da Prefeitura Municipal, buscou meios para resolver o problema dos estoques que estavam com níveis bastantes críticos.

Dos 132 remédios básicos e de 23 medicamentos de controle especial, regularmente fornecidos pela Prefeitura, só está em falta o Omeprazol, Aminofilina CPD e Invermectina CPD w, no entanto, as compras desses itens já foram realizadas e a Secretaria de Saúde aguarda a entrega para realizar a distribuição às farmácias municipais. Outras medicações que também estava em falta, como é o caso da Nifedipina 20mg, Azitromicina Suspensão já foram entregues pelo fornecedor e os estoques estão sendo preenchidos.

Conforme a secretária municipal de saúde, Laura Leandra, assim que assumiu a pasta, o prefeito Léo Bortolin determinou que o problema da falta de remédio fosse solucionado, assim como prioridade nas ações que possibilidade a eficácia no serviço e no atendimento a população.

“Em setembro, encontrei os estoques próximos a zero, fizemos a homologação do pregão em outubro para aquisição de medicação, que já tem sido entregue pelos fornecedores, conforme a necessidade. 15% dos itens não tiveram cotações, no entanto, um novo procedimento será aberto para a aquisição desses medicamentos. Mas vejo grandes avanços, pois nos pregões anteriores o índice de itens sem cotações chegava a 75%”, afirmou. Laura ainda salientou que os materiais necessários para o bom funcionamento do setor de odontologia, que estava em falta, já está sendo regularizado.

Da Assessoria



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Região

MPMT requer interdição de cadeia pública feminina de Cáceres


O Ministério Público do Estado de Mato Grosso, por meio da 1ª Promotoria de Justiça de Cáceres, requereu no final da tarde desta quinta-feira (22) a interdição da cadeia feminina do município. A medida foi tomada em razão da existência de infiltrações estruturais e alto risco de incêndio na unidade prisional. O pedido foi direcionado à 1ª Vara Criminal da Comarca de Cáceres.

De acordo com o MPMT, a cadeia feminina do município não possui Alvará de Segurança Contra Incêndio e Pânico (ASCIP) do Corpo de Bombeiros. Inspeções realizadas no local demonstram uma série de problemas estruturais na unidade, como falta de sistemas de hidrante, de saídas de emergência, de alarme de incêndio, entre outros.

Conforme laudo técnico das instalações elétricas do edifício, encaminhado ao Ministério Público pelo Conselho de Segurança, as “instalações estão em péssimas condições de conservação, com risco gravíssimo de acidentes à população carcerária e aos profissionais da segurança pública responsáveis pelo local, proporcionando alto grau de risco de incêndio a qualquer momento”.

Segundo o promotor de Justiça Marcelo Linhares Ferreira, o Centro de Apoio Operacional às Promotorias de Justiça do MPMT também realizou inspeção técnica na unidade prisional, constatando inconformidades em toda a edificação que interferem diretamente na segurança dos usuários.

“O quadro existente no estabelecimento prisional fere os mais básicos direitos fundamentais do homem, sendo que a medida de interdição visa a resguardar a dignidade da pessoa humana e a proteção de risco à vida e à integridade física das presas”, destacou o promotor de Justiça.

por CLÊNIA GORETH

 

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