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Comunidade São Pedro no Vale Verde realiza festa Junina neste sábado em prol da construção da Igreja



Da Redação

Atenção Pessoal!!! Amanhã tem festança na Comunidade São Pedro.

O Arraiá será realizado neste sábado (16) a partir das 19h (sendo 7 horas da noite), e será no assentamento Vale Verde. Convide a família e os amigos e se junte a comunidade São Pedro. A festa terá pipoca, quentão, muitos doces, comida típica e muita animação. A entrada é de graça. E para chegar ao local da festança, todo o percurso será sinalizado.

E para quem ainda não conhece a história da comunidade São Pedro, o padre Alexandre Batista do Nascimento, que é pároco da Paróquia São Cristovão e hoje responsável pela comunidade São Pedro, explica.

“A região do Vale Verde fica mais próxima da Igreja São Francisco de Assis, e por causa desta proximidade, o local pertencia a esta igreja. Mas por um pedido do Frei Anselmo, fui até a comunidade rezar uma missa e lá vivenciei a realidade daquelas pessoas e fiquei muito sensibilizado. E com a proposta de impulsionar e animar a comunidade mudamos a responsabilidade do local para a paróquia São Cristovão, e desde então, intensificamos o trabalho da igreja no local”.

Segundo o padre Alexandre, a festa é um coroamento desse processo de animação da comunidade. O povo está animado em ser protagonista na formação da comunidade. “A igreja Somos todos nós Batizados, a Capela é o templo de oração e a comunidade é a Igreja Reunida”. Afirma o padre Alexandre

O objetivo da festa junina da comunidade São Pedro é arrecadar fundos para a construção da Capela no Assentamento Vale verde. Até o momento a comunidade já ganhou o terreno do senhor Valdir, morador do assentamento e também os pré-moldados, da família Radin, pioneiros em nossa cidade.

Mas para a construção da capela ainda precisa de muito, e por isso a comunidade reunida, na fé e na caridade, estão organizando a Festança Junina. “Todos eles, pertencentes a esta comunidade, são responsáveis por esta união, e o nosso papel é animá-los. Durante nossa caminhada, percebemos que este povo estava com a auto-estima eclesial baixa, então vejo que a festa é a expressão da comunidade motivada a mostrar de fato a presença do Reino de Deus entre nós, e assim eles afirmam que querem ter o espaço e irão conquistar a construção do templo que significa a comunidade visível”. Conclui o padre Alexandre.

O convite se estende a todos os moradores dos assentamentos aos redores, a todos que fazem parte de outras comunidades religiosas também, e aqueles que moraram na cidade, que possam participar deste Arraiá abençoado e cheio de animação.

E para quem desejar ajudar, é só entrar em contato pelo telefone da secretaria paroquial: (66) 3498-1177

Venha participar com a gente!!!!!

 



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Região

MPMT requer interdição de cadeia pública feminina de Cáceres


O Ministério Público do Estado de Mato Grosso, por meio da 1ª Promotoria de Justiça de Cáceres, requereu no final da tarde desta quinta-feira (22) a interdição da cadeia feminina do município. A medida foi tomada em razão da existência de infiltrações estruturais e alto risco de incêndio na unidade prisional. O pedido foi direcionado à 1ª Vara Criminal da Comarca de Cáceres.

De acordo com o MPMT, a cadeia feminina do município não possui Alvará de Segurança Contra Incêndio e Pânico (ASCIP) do Corpo de Bombeiros. Inspeções realizadas no local demonstram uma série de problemas estruturais na unidade, como falta de sistemas de hidrante, de saídas de emergência, de alarme de incêndio, entre outros.

Conforme laudo técnico das instalações elétricas do edifício, encaminhado ao Ministério Público pelo Conselho de Segurança, as “instalações estão em péssimas condições de conservação, com risco gravíssimo de acidentes à população carcerária e aos profissionais da segurança pública responsáveis pelo local, proporcionando alto grau de risco de incêndio a qualquer momento”.

Segundo o promotor de Justiça Marcelo Linhares Ferreira, o Centro de Apoio Operacional às Promotorias de Justiça do MPMT também realizou inspeção técnica na unidade prisional, constatando inconformidades em toda a edificação que interferem diretamente na segurança dos usuários.

“O quadro existente no estabelecimento prisional fere os mais básicos direitos fundamentais do homem, sendo que a medida de interdição visa a resguardar a dignidade da pessoa humana e a proteção de risco à vida e à integridade física das presas”, destacou o promotor de Justiça.

por CLÊNIA GORETH

 

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