Primavera do Leste / MT

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O melhor final do ano de Mato Grosso é aqui: “Primavera do Leste”



Da Assessoria

Com esse slogan, o prefeito Léo Bortolin, PMDB, lançou hoje pela manhã a programação das festividades de final de ano, repetindo uma tradição universal e, que em Primavera do Leste tem uma simbologia especial – a cidade recebe belíssima ornamentação natalina, as praças são enfeitadas e se tornam atrativas para adultos e, principalmente para as crianças que merecem viver a magia do natal.

Léo Bortolin entende que essas festividades  representam também uma pausa para reflexão – é o momento em que todos os cidadãos que  trabalharam, lutaram, enfrentaram momentos difíceis durante o ano, mas que não perderam a esperança e, ao lado da família buscam renovar os sentimentos de fraternidade, de amor ao próximo e, sobretudo de fé no futuro – “futuro que nós já estamos construindo”.

Eleito para comandar o município até 2020, ao lado do empresário Sérgio Fava, PR, Léo tem um olhar diferenciado para esse natal – “quero fazer uma administração humanizada, sem rancor, sem mágoas, sem ressentimentos”.  Sendo esse o seu primeiro natal como chefe do Executivo, ele pede a população, que junto com a Câmara e a Prefeitura, faça uma corrente positiva de solidariedade com os menos favorecidos e um olhar de esperança para o futuro da nossa cidade. “Nós trabalharemos diuturnamente para que Primavera não só tenha o melhor final de ano de Mato Grosso, como também tenha o melhor 2018, com a iniciativa privada e o poder público olhando na mesma direção e trabalhando pelo bem comum”.

O presidente da Câmara Municipal, vereador Miley Alves, PV, reafirmou a parceria com a Prefeitura, “somos parceiros e a iniciativa do Léo vai ao encontro do que todos nós queremos – uma economia forte e lazer para os primaverenses e visitantes”.

Economia

Léo entende que além do momento de reencontro com a família e amigos, do clima  festivo, o final de ano aquece a economia, o comércio alcança resultados positivos e, “essa oxigenação da economia local reflete positivamente para todos nós”.

O presidente da Aciple, Ubiratan Ferreira da Silva, está otimista com a chegada do final do ano e acredita que se comparado com o ano passado, as vendas aumentarão em torno de 5%. “Se compararmos com novembro agora, as vendas dobram”. Os prêmios serão sorteados no dia 31, às 21.30h no evento na região do lago.



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Região

MPMT requer interdição de cadeia pública feminina de Cáceres


O Ministério Público do Estado de Mato Grosso, por meio da 1ª Promotoria de Justiça de Cáceres, requereu no final da tarde desta quinta-feira (22) a interdição da cadeia feminina do município. A medida foi tomada em razão da existência de infiltrações estruturais e alto risco de incêndio na unidade prisional. O pedido foi direcionado à 1ª Vara Criminal da Comarca de Cáceres.

De acordo com o MPMT, a cadeia feminina do município não possui Alvará de Segurança Contra Incêndio e Pânico (ASCIP) do Corpo de Bombeiros. Inspeções realizadas no local demonstram uma série de problemas estruturais na unidade, como falta de sistemas de hidrante, de saídas de emergência, de alarme de incêndio, entre outros.

Conforme laudo técnico das instalações elétricas do edifício, encaminhado ao Ministério Público pelo Conselho de Segurança, as “instalações estão em péssimas condições de conservação, com risco gravíssimo de acidentes à população carcerária e aos profissionais da segurança pública responsáveis pelo local, proporcionando alto grau de risco de incêndio a qualquer momento”.

Segundo o promotor de Justiça Marcelo Linhares Ferreira, o Centro de Apoio Operacional às Promotorias de Justiça do MPMT também realizou inspeção técnica na unidade prisional, constatando inconformidades em toda a edificação que interferem diretamente na segurança dos usuários.

“O quadro existente no estabelecimento prisional fere os mais básicos direitos fundamentais do homem, sendo que a medida de interdição visa a resguardar a dignidade da pessoa humana e a proteção de risco à vida e à integridade física das presas”, destacou o promotor de Justiça.

por CLÊNIA GORETH

 

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