Primavera do Leste / MT - Quarta-Feira, 14 de Janeiro de 2026

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Acompanhe os resultados do PDI da Prefeitura de Primavera do Leste



Com o objetivo apresentar para a sociedade os resultados das metas planejadas no ano de 2017 e incentivar assim a participação dos cidadãos, em nos ajudar a planejar e cobrar a sua execução foi realizada nessa quarta-feira, 31, no hotel Agulhon, a reunião com os resultados do PDI – Programa de Desenvolvimento Institucional Integrado

Entre as 55 metas podemos destacar – A redução na mortalidade infantil, no ano de 2016 tivemos 09 óbitos para cada 1000 nascimentos e, em 2017 fechamos com 3,89 óbitos para cada 1.000, ou seja 05 óbitos no ano. Aqui podemos destacar a ação de realizar o maior numero de atendimento no pré-natal, imprescindível no diagnostico de riscos na gravidez e do parto.

O atendimento de crianças na creche, onde no ano de 2016 conseguimos atender apenas 49% da demanda necessária, em 2017 aumentou significativamente e chegou–se a 71,74%. Esse aumento na oferta das vagas foi possível, devido a parceira público – privada que permitiu a construção de mais creches.

A reunião contou com a presença do Sr. José Marcelo Perez – Coordenador do Projeto 1 do PDI e de Clenilda Poletto da Silva – Assessora de Projetos na Secretaria de Articulação Institucional e Desenvolvimento da Cidadania.

Essa reunião faz parte do Programa de Desenvolvimento Institucional Integrado (PDI), onde foi a união do Projeto 01 – Planejamento Estratégico e o Projeto 2 – Incentivo ao Acesso à Informação e à Consciência Cidadã, que é realizado em parceria com o TCE/MT, que disponibilizou toda a capacitação para os municípios realizarem o Planejamento. O PDI local é coordenado pelo Controlador Interno Sr. Leonardo Luiz Artuzi.

Fonte: Da Assessoria de Imprensa



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política

PISCICULTURA: Deputado Nininho mobiliza Assembleia Legislativa, Governo do Estado e agricultores para fomentar produção de peixe em Mato Grosso


Com recursos do Banco Mundial, deputado trabalha para organizar cadeia produtiva, implantar cooperativas e fortalecer piscicultura em Mato Grosso; iniciativa prevê projeto piloto na Baixada Cuiabana

O deputado estadual Ondanir Bortolini – Nininho (Republicanos) está mobilizando a Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), o governo estadual e o setor produtivo para reestruturar a piscicultura em Mato Grosso, com foco na Baixada Cuiabana. O parlamentar defende a integração de políticas públicas e a formação de cooperativas para absorver parte dos US$ 100 milhões garantidos junto ao Banco Mundial para a agricultura de pequena escala. A estratégia aponta para a verticalização da produção para retomar o protagonismo do Estado, que atualmente ocupa o sétimo lugar no ranking nacional.

 

Segundo Nininho, a Baixada Cuiabana possui características geográficas que favorecem o pequeno produtor em detrimento da agricultura de larga escala. “A aptidão das áreas aqui é mais voltada para a agricultura familiar e pequena propriedade. Não tem aptidão, muitas vezes, para a agricultura de grande escala. Precisamos achar uma maneira de fomentar essa atividade”, afirma Nininho.

 

A proposta do deputado envolve um consórcio entre a Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (Seaf), a Empaer e universidades. O objetivo é criar uma estrutura que reduza custos operacionais, incluindo a produção regional de alevinos e a instalação de fábricas de ração próprias. “Nós vamos agregar mais valor no nosso produto e diminuir o custo dos insumos, o que faz com que a rentabilidade e a margem de lucro fiquem maiores para os nossos produtores”, explica Nininho.

CRÉDITO E COOPERATIVAS

Um dos pilares do projeto de Nininho visa o acesso a recursos internacionais. De acordo com a Seaf, os investimentos do Banco Mundial serão aplicados nos próximos cinco anos, priorizando ações sustentáveis. Para o deputado, a organização em cooperativas é a chave para que o pequeno piscicultor acesse esses fundos. “Nosso objetivo é estruturar toda essa cadeia. A ideia é criarmos cooperativas para incluir no programa do Banco Mundial, buscando recursos a fundo perdido para apoiar o pequeno produtor”, destaca.

 

A industrialização também está no radar do parlamentar. O parlamentar defende a criação de frigoríficos com certificação federal (Sisp/Sif) para que o peixe mato-grossense alcance novos mercados. “Essa cooperativa vai tirar o selo para poder ter a inspeção federal e vender esse pescado lá fora, não somente no mercado interno, mas no externo também”, projeta Nininho.

 

INTEGRAÇÃO TÉCNICA

 

A viabilidade do plano conta com o suporte da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), que propõe um diagnóstico de 800 propriedades para identificar gargalos tecnológicos. “O estudo vai permitir compreender as necessidades dos produtores, aprimorar a compra de insumos e desenvolver tecnologias adequadas à realidade local. O sucesso depende da integração entre pesquisa e produção”, explica o professor Márcio Hoshiba, da UFMT e integrante do Núcleo de Estudos em Pesca e Aquicultura (Nepes).

 

O presidente da Associação Mato-grossense dos Aquicultores (Aquamat), Darci Fornari, defende a integração e a verticalização da produção para aumentar a competitividade. “Temos potencial para sermos o maior produtor de peixe do Brasil. O desafio é fortalecer as cooperativas e reduzir a atuação isolada dos pequenos produtores, que representam 80% do setor. Queremos aplicar o modelo de sucesso das grandes operações também aos pequenos”, comenta.

 

 

 

PROTAGONISMO

 

Mato Grosso produziu 44,5 toneladas de peixe em 2024, com receita estimada em R$ 600 milhões, ocupando atualmente a sétima posição no ranking nacional. Para Nininho, o Estado reúne condições para recuperar o protagonismo no setor, desde que haja planejamento e políticas contínuas de apoio à produção.

 

“Mato Grosso tem os ativos necessários, água e tecnologia, mas carece de gestão integrada. Temos água em abundância e profissionais qualificados. Falta apenas organização e incentivo para retomarmos a liderança”, conclui o parlamentar.

Redação: Sérgio Ober


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