Primavera do Leste / MT - Sábado, 24 de Outubro de 2026

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GGI começa ações pela segurança no trânsito em Primavera do Leste



Da Redação

Segundo dados da 40º CIRETRAN de Primavera do Leste, hoje o município está em 5º lugar, em relação ao Estado de Mato Grosso, em número de acidentes. Os dados foram levantados considerando a proporção de habitantes. Ainda segundo a estimativa, o aumento de acidentes no trânsito, foi de 50% em relação ao ano passado. As causas continuam sendo as mesmas, ultrapassagem indevida, falta de uso do cinto de segurança, falar ao telefone quando está dirigindo, entre outras.

Na perspectiva de mudar os números em relação aos acidentes de trânsito em Primavera do Leste, o Gabinete de Gestão Integrada (GGI) lançou mais uma campanha de trânsito no município. O objetivo é conscientizar a população no intuito de diminuir os índices de acidentes. O mês de setembro é marcado pela Campanha Nacional de Trânsito, porém em Primavera do Leste, por meio de iniciativa do GGI, a campanha será de três meses.

“Nós constatamos que uma semana não é o suficiente para fazer uma campanha. Durante esse período iremos ter uma programação extensa, sendo palestras, blitz, audiência pública, entre outras. O mais legal deste ano é que envolvemos a comunidade escolar, promovendo entre os estudantes um concurso de maquetes, obedecendo ao Código de Trânsito Brasileiro para desenvolver o projeto e assim iremos incentivar os alunos a aprender mais sobre o trânsito e também iremos premiá-los”. Afirma Lenice Freitas Teixeira, Chefe da 40º CIRETRAN de Primavera do Leste e integrante do GGI.

O lançamento oficial da Campanha de Trânsito em Primavera do Leste foi realizada na sexta-feira, 1, na praça de eventos. Todos integrantes do GGI, estiveram presentes, entre forças policiais, sociedade civil organiza, por meio da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), também a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) subseção de Primavera do Leste e representantes dos poderes executivo e legislativo.

O vereador Luis Costa (PR) também integrante do GGI ressalta que toda a ação que o Gabinete irá realizar é para que a cidade tenha um trânsito mais seguro. “Com o poder legislativo, atuamos, dando suporte ao GGI, na qual, fazemos indicações, desenvolvemos projetos, promovemos ideias, e sempre no intuito de fomentar mais segurança no trânsito. As ações são importantes na conscientização em relação às Leis do Trânsito, mas eu penso que teríamos que punir os infratores. Eu não vejo nenhuma blitz da lei seca, no centro da cidade à noite. A questão não é criar novas leis, temos que cumprir o Código de Trânsito Brasileiro, porque a lei existe”.

Recentemente o vereador que é secretário executivo do GGI, Manuel Mazutti (PMDB) fez um requerimento junto com o vereador Josafá Barbosa (PP), solicitando uma audiência pública do Trânsito. “A gente está tentando, por meio de um esforço em conjunto, fazer um chamamento para que todos participem e a gente possa melhorar alguma coisa. O requerimento da audiência pública vem atender um anseio do próprio GGI, então a gente na condição de vereador fez o requerimento representando toda sociedade”. Pontua o legislador Manuel Mazutti.



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política

TSE estuda desativar canais políticos no WhatsApp 48h antes da eleição


Proposta foi escrita pelo vice-presidente da Corte, André Mendonça

TSE faz últimos preparativos para o primeiro turno nas Eleições 2018

Uma minuta de resolução do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) prevê que canais de WhatsApp com teor político e mais de 200 mil seguidores sejam desativados nas 48 horas anteriores e 24 horas posteriores ao segundo turno da eleição, marcado para o próximo domingo (25). 

Caso aprovada pelo plenário do TSE, a medida entraria em vigor de imediato, conforme o texto da minuta obtida pela Agência Brasil.

A minuta com a proposta passou a circular entre os ministros do TSE após o tema ser debatido em reuniões informais realizadas na sexta-feira (16) e na terça-feira (20). O texto foi redigido pelo ministro André Mendonça, vice-presidente da Corte Eleitoral.

Em nota à imprensa, o gabinete de Mendonça informou não se tratar de uma iniciativa pessoal do ministro, mas que coube a ele a autoria da minuta por ser tradição que as normas eleitorais sejam redigidas pelo vice-presidente do TSE.

“O objetivo discutido é proteger a integridade do pleito nas horas que antecedem e sucedem a votação, quando não há tempo hábil para resposta ou correção de conteúdos ilícitos”, diz a nota do gabinete de Mendonça.

A nota acrescenta ainda que o texto foi redigido a partir de um consenso interno, e que “os critérios em análise são objetivos e impessoais e valem igualmente para todos os canais de natureza político-eleitoral de grande alcance, qualquer que seja o candidato, o partido ou a orientação política”.

Caso seja aprovada, a iniciativa deve atingir o canal “Exército do Lula”, que atingiu nesta quarta (21) a marca de 7 milhões de inscritos no aplicativo de mensagens WhatsApp. Também seria desativado o canal “Tropa do Flávio”, que possui 2 milhões de inscritos.

Proposta

O texto da minuta aplica aos canais de transmissão de natureza político-eleitoral com mais de 200 mil seguidores as mesmas restrições que já vigoram sobre o conteúdo impulsionado de campanha, aquele cujo alcance é potencializado mediante pagamento às plataformas.

O texto também considera haver “alcance desproporcional de canais com grande audiência na difusão de conteúdos ilícitos”.

Em outro trecho, a proposta diz ainda que “o período compreendido entre as 48 (quarenta e oito) horas antes e as 24 (vinte e quatro) horas depois da eleição concentra o maior risco de dano irreversível à formação livre da vontade do eleitorado, por não haver tempo hábil para resposta, esclarecimento ou tutela jurisdicional efetiva”.

Controvérsia

A proposta surge após uma disputa de liminares em torno do canal “Exército do Lula”. Na semana passada, o canal foi retirado do ar pelo ministro Kássio Nunes Marques, presidente do TSE, após pedido da campanha do presidenciável Flávio Bolsonaro, que alegou disseminação de desinformação.

Logo em seguida, porém, o corregedor-nacional da Justiça Eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, restabeleceu o canal. Ele afirmou não haver elementos que justificassem a medida e que Nunes Marques não poderia ter suspendido o canal por via administrativa, como fez, uma vez que o caso já tramitava pela via judicial em processo relatado pelo próprio corregedor.

Pouco depois, porém, Nunes Marques voltou a suspender o canal, alegando que mesmo sendo administrado por um apoiador, o deputado André Janones (Rede-MG), a ferramenta teria vínculo com a campanha oficial, e portanto deveria estar registrado no TSE como tal.

Por fim, o Exército do Lula acabou sendo liberado pelo presidente do TSE, após o registro ter sido feito pela campanha oficial.

Felipe Pontes – repórter da Agência Brasil


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