Primavera do Leste / MT - Quinta-Feira, 22 de Outubro de 2026

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Grupo de famílias debate ideologia de gênero em Primavera do Leste



Da Assessoria

Várias famílias primaverenses tem se reunido para discutir sobre ideologia de gênero. O grupo de mães e pais começou um debate que tem como lema “Menino nasce menino e Menina nasce menina”, e durante a sessão de ontem, o vereador Luis Costa (PR), vestiu a camiseta, que representa o grupo e parabenizou a iniciativa.

“Eu fiquei surpreso de ver quantos pais e mães envolvidos e preocupados com a ideologia de gênero em Primavera do Leste. Essas famílias dizem não a ideologia de gênero, edesejamos que o nosso próximo prefeito também possa dizer não. Que nossa gestão possa rever o plano educacional, mas não apenas o nacional, mas também o de nosso município. Não estamos tirando o direito de professores, de ensinar, não estamos querendo interferir na vida adulta de ninguém, apenas estamos protegendo nossas crianças. E eu quero parabenizar todas as pessoas envolvidas que estão à frente deste movimento, dizendo não a ideologia de gênero”. Pontua o vereador Luis Costa.

O legislador também mencionou que nenhuma politicagem irá usar as crianças e que a Câmara Municipal e a sociedade civil organizada irão resguardar todas elas. “A maioria das pessoas desta cidade, e deste País, se declara cristão, e diante desta conduta, a bandeira que temos defendido é da família. E nós vamos lutar, porque menina nasce menina e menino nasce menino. Mais uma vez eu deixo meus parabéns a este grupo Primaverense, que já fez história, com o meu projeto de ideologia de gênero em várias outras cidades deste País, e agora iremos fortalecer ainda mais este debate. Contem sempre com este vereador”.



COMENTÁRIOS

1 Comentário

  1. Não discutir não vai mudar seu filho, até porque sexualidade não se escolhe. Simplesmente é. Se for hétero, vai ser. Se for gay, você não vai conseguir mudar!

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política

TSE estuda desativar canais políticos no WhatsApp 48h antes da eleição


Proposta foi escrita pelo vice-presidente da Corte, André Mendonça

TSE faz últimos preparativos para o primeiro turno nas Eleições 2018

Uma minuta de resolução do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) prevê que canais de WhatsApp com teor político e mais de 200 mil seguidores sejam desativados nas 48 horas anteriores e 24 horas posteriores ao segundo turno da eleição, marcado para o próximo domingo (25). 

Caso aprovada pelo plenário do TSE, a medida entraria em vigor de imediato, conforme o texto da minuta obtida pela Agência Brasil.

A minuta com a proposta passou a circular entre os ministros do TSE após o tema ser debatido em reuniões informais realizadas na sexta-feira (16) e na terça-feira (20). O texto foi redigido pelo ministro André Mendonça, vice-presidente da Corte Eleitoral.

Em nota à imprensa, o gabinete de Mendonça informou não se tratar de uma iniciativa pessoal do ministro, mas que coube a ele a autoria da minuta por ser tradição que as normas eleitorais sejam redigidas pelo vice-presidente do TSE.

“O objetivo discutido é proteger a integridade do pleito nas horas que antecedem e sucedem a votação, quando não há tempo hábil para resposta ou correção de conteúdos ilícitos”, diz a nota do gabinete de Mendonça.

A nota acrescenta ainda que o texto foi redigido a partir de um consenso interno, e que “os critérios em análise são objetivos e impessoais e valem igualmente para todos os canais de natureza político-eleitoral de grande alcance, qualquer que seja o candidato, o partido ou a orientação política”.

Caso seja aprovada, a iniciativa deve atingir o canal “Exército do Lula”, que atingiu nesta quarta (21) a marca de 7 milhões de inscritos no aplicativo de mensagens WhatsApp. Também seria desativado o canal “Tropa do Flávio”, que possui 2 milhões de inscritos.

Proposta

O texto da minuta aplica aos canais de transmissão de natureza político-eleitoral com mais de 200 mil seguidores as mesmas restrições que já vigoram sobre o conteúdo impulsionado de campanha, aquele cujo alcance é potencializado mediante pagamento às plataformas.

O texto também considera haver “alcance desproporcional de canais com grande audiência na difusão de conteúdos ilícitos”.

Em outro trecho, a proposta diz ainda que “o período compreendido entre as 48 (quarenta e oito) horas antes e as 24 (vinte e quatro) horas depois da eleição concentra o maior risco de dano irreversível à formação livre da vontade do eleitorado, por não haver tempo hábil para resposta, esclarecimento ou tutela jurisdicional efetiva”.

Controvérsia

A proposta surge após uma disputa de liminares em torno do canal “Exército do Lula”. Na semana passada, o canal foi retirado do ar pelo ministro Kássio Nunes Marques, presidente do TSE, após pedido da campanha do presidenciável Flávio Bolsonaro, que alegou disseminação de desinformação.

Logo em seguida, porém, o corregedor-nacional da Justiça Eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, restabeleceu o canal. Ele afirmou não haver elementos que justificassem a medida e que Nunes Marques não poderia ter suspendido o canal por via administrativa, como fez, uma vez que o caso já tramitava pela via judicial em processo relatado pelo próprio corregedor.

Pouco depois, porém, Nunes Marques voltou a suspender o canal, alegando que mesmo sendo administrado por um apoiador, o deputado André Janones (Rede-MG), a ferramenta teria vínculo com a campanha oficial, e portanto deveria estar registrado no TSE como tal.

Por fim, o Exército do Lula acabou sendo liberado pelo presidente do TSE, após o registro ter sido feito pela campanha oficial.

Felipe Pontes – repórter da Agência Brasil


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