Primavera do Leste / MT - Quinta-Feira, 23 de Abril de 2026

HOME / NOTÍCIAS

cidade

Grupo de famílias debate ideologia de gênero em Primavera do Leste



Da Assessoria

Várias famílias primaverenses tem se reunido para discutir sobre ideologia de gênero. O grupo de mães e pais começou um debate que tem como lema “Menino nasce menino e Menina nasce menina”, e durante a sessão de ontem, o vereador Luis Costa (PR), vestiu a camiseta, que representa o grupo e parabenizou a iniciativa.

“Eu fiquei surpreso de ver quantos pais e mães envolvidos e preocupados com a ideologia de gênero em Primavera do Leste. Essas famílias dizem não a ideologia de gênero, edesejamos que o nosso próximo prefeito também possa dizer não. Que nossa gestão possa rever o plano educacional, mas não apenas o nacional, mas também o de nosso município. Não estamos tirando o direito de professores, de ensinar, não estamos querendo interferir na vida adulta de ninguém, apenas estamos protegendo nossas crianças. E eu quero parabenizar todas as pessoas envolvidas que estão à frente deste movimento, dizendo não a ideologia de gênero”. Pontua o vereador Luis Costa.

O legislador também mencionou que nenhuma politicagem irá usar as crianças e que a Câmara Municipal e a sociedade civil organizada irão resguardar todas elas. “A maioria das pessoas desta cidade, e deste País, se declara cristão, e diante desta conduta, a bandeira que temos defendido é da família. E nós vamos lutar, porque menina nasce menina e menino nasce menino. Mais uma vez eu deixo meus parabéns a este grupo Primaverense, que já fez história, com o meu projeto de ideologia de gênero em várias outras cidades deste País, e agora iremos fortalecer ainda mais este debate. Contem sempre com este vereador”.



COMENTÁRIOS

1 Comentário

  1. Não discutir não vai mudar seu filho, até porque sexualidade não se escolhe. Simplesmente é. Se for hétero, vai ser. Se for gay, você não vai conseguir mudar!

Deixe o seu comentário!





*

HOME / NOTÍCIAS

política

POLÍTICA TERRITORIAL: Deputado Nininho celebra sanção de lei que regulamenta desmembramento de municípios


Nova legislação cria critérios nacionais para desmembramento de áreas entre municípios e abre caminho para revisão de limites em Mato Grosso; plebiscito será nos dois municípios afetados

Entrou em vigor a Lei Complementar 230/2026, que estabelece regras nacionais para o desmembramento de parte de um município para incorporação a outro. Sancionada sem vetos pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e publicada no Diário Oficial da União, a norma foi acompanhada de perto pelo deputado estadual Ondanir Bortolini, Nininho (Republicanos), que articulou com a deputada federal Gisela Simona a agilização da tramitação da proposta no Congresso Nacional.

 

A nova legislação define que qualquer alteração territorial dependerá de iniciativa da Assembleia Legislativa, elaboração de estudo de viabilidade e aprovação por plebiscito envolvendo os eleitores dos municípios afetados. O texto também proíbe, de forma expressa, a criação de novos municípios a partir desses desmembramentos.

 

A lei estabelece um prazo de 15 anos para que os processos de desmembramento sejam realizados. Também determina a suspensão dessas iniciativas no período que antecede o Censo Demográfico de 2030, com retomada após a divulgação dos resultados oficiais.

 

Outro ponto central é a exigência de aprovação do pedido de plebiscito com antecedência mínima de 90 dias. Para 2026, excepcionalmente, o prazo foi reduzido para 60 dias, com o objetivo de viabilizar consultas ainda neste ano.

 

Além disso, a norma mantém a possibilidade de atualização de limites intermunicipais mesmo durante a tramitação dos processos de desmembramento, o que permite aos estados avançar em revisões administrativas sem interrupções.

IMPACTOS

A regulamentação era considerada necessária para dar segurança jurídica a disputas territoriais que, em muitos casos, se arrastam por anos. A indefinição de limites afeta diretamente a arrecadação municipal e a prestação de serviços públicos, especialmente em regiões produtivas.

 

Segundo Nininho, que é presidente da Comissão de Revisão Territorial de Municípios e Cidades da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), a nova lei corrige uma lacuna. “Esse projeto era indispensável para dar segurança jurídica a um trabalho que Mato Grosso já iniciou. Sem essa regulamentação, os processos ficavam travados ou sujeitos a disputas judiciais intermináveis”, afirma.

 

O deputado também destaca os reflexos práticos da medida. “Estamos tratando de áreas onde a população, muitas vezes, já tem vínculo com outro município, mas permanece em uma divisão administrativa que não reflete a realidade. Isso gera prejuízos concretos”, diz Nininho.

RESSALVAS

No entanto, apesar de reconhecer o avanço da legislação, Nininho faz ressalvas quanto ao modelo de consulta popular previsto no texto. A lei determina que o plebiscito envolva os eleitores dos dois municípios impactados, o que, na avaliação do parlamentar, pode distorcer o resultado.

 

Para o parlamentar, o ideal seria restringir a votação à população diretamente afetada. “O plebiscito deveria abranger apenas os moradores da área a ser desmembrada, que são os mais interessados no processo e que vivenciam essa realidade no dia a dia”, argumenta Nininho.

 

A lei também estabelece que mudanças nos repasses do Fundo de Participação dos Municípios e de outras transferências só ocorrerão após o encerramento do exercício financeiro seguinte à definição dos novos limites territoriais.

 

“A nossa expectativa é de que a regulamentação destrave processos paralisados e permita uma reorganização mais precisa das divisas municipais, especialmente em estados como Mato Grosso, onde há histórico de conflitos territoriais e áreas com vínculos administrativos indefinidos”, completa o deputado Nininho.

Redação: Sérgio Ober

 

 

 


Antenado News