Primavera do Leste / MT - Quinta-Feira, 30 de Abril de 2026

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Grupo de famílias debate ideologia de gênero em Primavera do Leste



Da Assessoria

Várias famílias primaverenses tem se reunido para discutir sobre ideologia de gênero. O grupo de mães e pais começou um debate que tem como lema “Menino nasce menino e Menina nasce menina”, e durante a sessão de ontem, o vereador Luis Costa (PR), vestiu a camiseta, que representa o grupo e parabenizou a iniciativa.

“Eu fiquei surpreso de ver quantos pais e mães envolvidos e preocupados com a ideologia de gênero em Primavera do Leste. Essas famílias dizem não a ideologia de gênero, edesejamos que o nosso próximo prefeito também possa dizer não. Que nossa gestão possa rever o plano educacional, mas não apenas o nacional, mas também o de nosso município. Não estamos tirando o direito de professores, de ensinar, não estamos querendo interferir na vida adulta de ninguém, apenas estamos protegendo nossas crianças. E eu quero parabenizar todas as pessoas envolvidas que estão à frente deste movimento, dizendo não a ideologia de gênero”. Pontua o vereador Luis Costa.

O legislador também mencionou que nenhuma politicagem irá usar as crianças e que a Câmara Municipal e a sociedade civil organizada irão resguardar todas elas. “A maioria das pessoas desta cidade, e deste País, se declara cristão, e diante desta conduta, a bandeira que temos defendido é da família. E nós vamos lutar, porque menina nasce menina e menino nasce menino. Mais uma vez eu deixo meus parabéns a este grupo Primaverense, que já fez história, com o meu projeto de ideologia de gênero em várias outras cidades deste País, e agora iremos fortalecer ainda mais este debate. Contem sempre com este vereador”.



COMENTÁRIOS

1 Comentário

  1. Não discutir não vai mudar seu filho, até porque sexualidade não se escolhe. Simplesmente é. Se for hétero, vai ser. Se for gay, você não vai conseguir mudar!

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Opinião - política

Diárias oficiais coincidem com evento político em Cuiabá e levantam questionamentos


Relatórios apontam viagens institucionais, mas datas coincidem com lançamento de campanha eleitoral; ausência em programa de saúde local também chama atenção

Viagens oficiais com destino a Cuiabá, justificadas como cumprimento de agenda institucional, têm levantado questionamentos após análise de documentos públicos. Relatórios assinados por assessores e servidores indicam participação em reuniões na Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM), com retorno ao município no dia seguinte.

No entanto, as datas dessas viagens coincidem com o período do lançamento da campanha de Léo, realizado na capital. A sobreposição entre compromissos oficialmente descritos como institucionais e um evento político levanta dúvidas sobre a real natureza das agendas cumpridas.

Os documentos registram pagamentos de diárias, incluindo R$ 1.500,00 destinados a Gisely Fernanda Pereira da Silva e R$ 250,00 para Elnatan Oliveira Reis Medeiros, além de outros valores vinculados a deslocamentos com roteiro semelhante: ida à capital, participação em reunião e retorno no dia seguinte.

Relatórios assinados por Gustavo Saint Clair Ferreira Caldeira e Valmislei Alves dos Santos reforçam a justificativa de “cumprimento de agenda parlamentar”, enquanto registros adicionais indicam participação de Gisele Ferreira Ferraz em reuniões na AMM e no INCRA.

Do ponto de vista formal, a documentação apresenta todos os elementos exigidos: declarações de comparecimento, assinaturas e descrição das atividades realizadas.

Ainda assim, a coincidência com um evento político relevante levanta questionamentos sobre o uso de recursos públicos para deslocamentos que podem não ter caráter exclusivamente institucional.

Contraste com agenda local de saúde

Outro ponto que chama atenção é o contraste entre essas agendas na capital e a atuação local dos envolvidos.

Parte dos nomes associados às viagens aparece com frequência em críticas à situação da saúde pública em Primavera do Leste. No entanto, não há registro de presença de alguns desses críticos no lançamento do programa “Vira Saúde”, iniciativa voltada à melhoria do atendimento à população no próprio município.

A ausência em um evento diretamente ligado à saúde pública local reforça o debate sobre prioridades e coerência entre discurso e prática.

Transparência e resultado

Embora os documentos estejam formalmente corretos, especialistas em gestão pública destacam que a transparência não se limita à comprovação de deslocamentos e reuniões, mas também envolve a demonstração de resultados concretos dessas agendas.

Até o momento, não há detalhamento público sobre os impactos diretos dessas viagens para a população.

Diante disso, permanecem as perguntas:

Qual foi o retorno efetivo dessas agendas?
E qual o limite entre compromisso institucional e participação em atividades de natureza política?


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