Primavera do Leste / MT - Quinta-Feira, 22 de Outubro de 2026

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Igreja Presbiteriana do Brasil de Primavera do Leste realizou ações sociais no Bairro São José



Da Redação

Ação Social com muita diversão, aprendizado, e evangelização, fizeram parte da tarde de ontem, 23, dos moradores do Bairro São José.  A iniciativa de atender a comunidade foi da Igreja Presbiteriana do Brasil em Primavera do Leste, que firmou parceria com o Lions Clube da cidade e a Prefeitura Municipal, e realizaram o primeiro trabalho da Sociedade Auxiliadora Feminina (SAF).

De acordo com a presidente da SAF, Maria Eterna Pereira da Silva, o objetivo da SAF é desenvolver trabalhos e ofertar serviços de cunho social. “Tivemos palestras com orientações para a saúde, também jurídica, além de serviços oferecidos como corte de cabelo, e o bazar, que fizemos totalmente de graça, em que as pessoas puderam levar para casa, roupas e calçados. Nossa missão é evangelizar com ações, como está”.

O local foi todo organizado por membros da igreja e também voluntários do Lions Clube Internacional que proporcionou as crianças, picolés, pula-pula, pipoca, e várias outras brincadeiras. Vieram mulheres da SAF de várias cidades do estado, Poxoréo, Rondonópolis, Jaciara, entre outras. Toda essa ação faz parte da proposta de prática missionária das mulheres da SAF.

Para o pastor, Paulo Froes, a Igreja Presbiteriana do Brasil é profundamente ativa e sempre tem como desafio sair das quatro paredes, porque segundo ele, só tem sentido uma igreja que se movimenta. “Enquanto há um cristianismo que só pede, que só toma, a ideia é se envolver, participar e ajudar”.

O vereador Luis Costa (PR) é apoiador da ideia e ficou muito feliz pelo projeto que a igreja está desenvolvendo e principalmente por estar beneficiando o bairro em que passou sua infância. “Eu parabenizo a inciativa da Igreja, porque se não irmos ao encontro das pessoas que precisam, não estamos seguindo os ensinamentos de Deus. Estar hoje com um projeto social tão bonito como esse e principalmente no Bairro em que passei minha infância, me deixa emocionado, porque sei o quanto o povo daqui merece receber ações como essa”.



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política

TSE estuda desativar canais políticos no WhatsApp 48h antes da eleição


Proposta foi escrita pelo vice-presidente da Corte, André Mendonça

TSE faz últimos preparativos para o primeiro turno nas Eleições 2018

Uma minuta de resolução do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) prevê que canais de WhatsApp com teor político e mais de 200 mil seguidores sejam desativados nas 48 horas anteriores e 24 horas posteriores ao segundo turno da eleição, marcado para o próximo domingo (25). 

Caso aprovada pelo plenário do TSE, a medida entraria em vigor de imediato, conforme o texto da minuta obtida pela Agência Brasil.

A minuta com a proposta passou a circular entre os ministros do TSE após o tema ser debatido em reuniões informais realizadas na sexta-feira (16) e na terça-feira (20). O texto foi redigido pelo ministro André Mendonça, vice-presidente da Corte Eleitoral.

Em nota à imprensa, o gabinete de Mendonça informou não se tratar de uma iniciativa pessoal do ministro, mas que coube a ele a autoria da minuta por ser tradição que as normas eleitorais sejam redigidas pelo vice-presidente do TSE.

“O objetivo discutido é proteger a integridade do pleito nas horas que antecedem e sucedem a votação, quando não há tempo hábil para resposta ou correção de conteúdos ilícitos”, diz a nota do gabinete de Mendonça.

A nota acrescenta ainda que o texto foi redigido a partir de um consenso interno, e que “os critérios em análise são objetivos e impessoais e valem igualmente para todos os canais de natureza político-eleitoral de grande alcance, qualquer que seja o candidato, o partido ou a orientação política”.

Caso seja aprovada, a iniciativa deve atingir o canal “Exército do Lula”, que atingiu nesta quarta (21) a marca de 7 milhões de inscritos no aplicativo de mensagens WhatsApp. Também seria desativado o canal “Tropa do Flávio”, que possui 2 milhões de inscritos.

Proposta

O texto da minuta aplica aos canais de transmissão de natureza político-eleitoral com mais de 200 mil seguidores as mesmas restrições que já vigoram sobre o conteúdo impulsionado de campanha, aquele cujo alcance é potencializado mediante pagamento às plataformas.

O texto também considera haver “alcance desproporcional de canais com grande audiência na difusão de conteúdos ilícitos”.

Em outro trecho, a proposta diz ainda que “o período compreendido entre as 48 (quarenta e oito) horas antes e as 24 (vinte e quatro) horas depois da eleição concentra o maior risco de dano irreversível à formação livre da vontade do eleitorado, por não haver tempo hábil para resposta, esclarecimento ou tutela jurisdicional efetiva”.

Controvérsia

A proposta surge após uma disputa de liminares em torno do canal “Exército do Lula”. Na semana passada, o canal foi retirado do ar pelo ministro Kássio Nunes Marques, presidente do TSE, após pedido da campanha do presidenciável Flávio Bolsonaro, que alegou disseminação de desinformação.

Logo em seguida, porém, o corregedor-nacional da Justiça Eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, restabeleceu o canal. Ele afirmou não haver elementos que justificassem a medida e que Nunes Marques não poderia ter suspendido o canal por via administrativa, como fez, uma vez que o caso já tramitava pela via judicial em processo relatado pelo próprio corregedor.

Pouco depois, porém, Nunes Marques voltou a suspender o canal, alegando que mesmo sendo administrado por um apoiador, o deputado André Janones (Rede-MG), a ferramenta teria vínculo com a campanha oficial, e portanto deveria estar registrado no TSE como tal.

Por fim, o Exército do Lula acabou sendo liberado pelo presidente do TSE, após o registro ter sido feito pela campanha oficial.

Felipe Pontes – repórter da Agência Brasil


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