Primavera do Leste / MT - Sábado, 17 de Janeiro de 2026

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Léo inicia a semana com visitas a secretarias e servidores



Da Assessoria

Implantando seu estilo democrático de administrar e buscando construir uma gestão humanizada, o prefeito Léo Bortolin esteve na manhã desta segunda-feira (11), na Secretaria de Obras e Infra-estrutura para uma visita de cortesia e para prestigiar cada servidor pela importância no conjunto da obra.  Ele apresentou o novo secretário, Eduardo Wolf e a equipe que estará à frente de cada setor.

Léo ressaltou a importância da funcionalidade da secretaria e reafirmou que “o coração e a mola que impulsiona o município está aqui. Por isso, a minha gestão será estruturada em ouvir as pessoas que estão na ponta, sem vocês não somos ninguém e não chegaremos a lugar nenhum”.

Pensando no desenvolvimento e na gestão humanizada, o novo secretário Eduardo Wolff ressaltou que trabalhará de forma integrada com todos os servidores lotados neste departamento para fazer que o planejamento da cidade ocorra de forma organizada. “Porque é dessa forma unificada que desenvolveremos os projetos para atender a demanda e a expectativa da população”.

 

O presidente da Câmara Municipal Milley (PV) que acompanhou o prefeito, na secretária de Obras, aproveitou para reafirmar a importância da parceria entre o Legislativo e o Executivo. “Sem esse entrosamento e com um diálogo permanente não vamos alcançar o desenvolvimento que queremos”. “Milley colocou a Câmara à disposição para junto com o prefeito buscar ações que vão encontro dos anseios da população”. Os vereadores Luis Costa (PR), Elton Baraldi (PMDB), Manoel Mazzutti (PMDB), Carlinhos Instrutor (PSD) e Kinha Juriti (PV) também participaram das visitas.

 

Priorizando a Saúde

 

Dando continuidade às visitas, o prefeito Léo Bortolin foi à secretaria de Saúde e a UPA numa demonstração explicita de carinho e respeito pelos servidores. Na ocasião, apresentou a secretária de Saúde, Haid Baraldi, que conhece minuciosamente o funcionamento de toda a estrutura e aceitou o desafio.  Léo está consciente de que a Saúde é uma área vulnerável, que precisa de investimentos permanentes, por isso “a minha equipe e eu vamos procurar atender a demanda, respeitando todo cidadão ou cidadã que precisar dos serviços públicos com atendimento de qualidade principalmente nessa área que é tão delicada”.

A receptividade foi excelente, os funcionários entenderam que o Léo faz a diferença quando busca esse diálogo e estabelece esse vinculo de confiança com os servidores que estão no atendimento direto – “sozinho ninguém chega a nenhum lugar e, se estamos juntos, com o mesmo pensamento, olhando na  mesma direção trabalhando por Primavera, o servidor é peça fundamental e imprescindível para o sucesso desse projeto de humanização”.



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Punição da Sefaz: Secretário multa servidora em 50% da remuneração por não cumprir lei


O secretário de Fazenda (Sefaz-MT) Rogério Gallo multou em 50% da remuneração a servidora pública Gisele Barco de Matos, que respondia a um Processo Administrativo Disciplinar (PAD), desde de 2024.

A punição foi aplicada como medida alternativa da suspensão por 90 dias da servidora, como estabelece o Estatuto dos Servidores Públicos do Estado de Mato Grosso. A servidora está afastada da sua função há dois anos para tratar de interesse pessoa

A pena de suspensão não faria sentido de forma correta.

A punição foi aplicada como medida alternativa da suspensão por 90 dias da servidora, como estabelece o Estatuto dos Servidores Públicos do Estado de Mato Grosso. A servidora está afastada da sua função há dois anos para tratar de interesse pessoal A pena de suspensão não faria sentido de forma

 

A penalidade à servidora foi aplicada porque ela violou a dever do funcionário público, de ler conduta de moralidade administrativa, e pela proibição de realizar atividade incompatível com a função e horário de trabalho que exerce na secretaria

 

A Sefaz MT informou que o caso está em sigilo e não pode comentar mais detalhes sobre o processo disciplinar da servidora

 

Explique melhor “A penalidade à servidora foi aplicada porque ela violou o dever do funcionário público, de ter conduta de moralidade administrativa, e pela proibição de realizar atividade incompatível com a função e horário de trabalho que exerce na secretaria.”

 

Essa frase resume os fundamentos jurídicos e éticos que levaram à punição da servidora. No Direito Administrativo brasileiro, o servidor público não responde apenas pelo que faz “no papel”, mas também por como se comporta e como gere seu tempo.

Aqui está o desdobramento desses três pontos principais:

 

1. Violação do Dever de Moralidade Administrativa A moralidade administrativa vai além da legalidade (seguir a lei). Ela exige que o servidor atue com honestidade, decoro e boa-fé. O que significa na prática: Não basta que o ato seja legal; ele precisa ser ético. Se a conduta da servidora foi considerada “imoral” para a administração, entende-se que ela feriu a imagem da instituição ou agiu de forma a privilegiar interesses que não são os públicos.

 

2. Realização de Atividade Incompatível com a Função

Todo cargo público possui restrições para evitar conflitos de interesse. O conflito: Um servidor da Secretaria de Fazenda (Sefaz), que lida com impostos, fiscalização e dinheiro público, geralmente é proibido de exercer atividades privadas que possam gerar influência indevida ou onde ele possa usar informações privilegiadas.

 

Exemplo: Um fiscal de tributos não pode ser consultor de empresas que ele mesmo deveria fiscalizar.

3. Incompatibilidade com o Horário de Trabalho

 

Este é um ponto objetivo sobre a jornada de trabalho. Dedicação: O Estado paga pelo tempo do servidor. Se ficou comprovado que ela exercia outra atividade (seja comercial, advocatícia, etc.) durante o período em que deveria estar cumprindo sua carga horária na Sefaz, isso configura abandono de função ou má prestação de serviço.

 

Por que isso é grave?

Para a administração pública, quando um servidor une esses três fatores, ele quebra a relação de confiança com o Estado. A punição (que pode variar de advertência e suspensão até demissão) serve para reafirmar que o interesse público deve prevalecer sobre o interesse privado do funcionário.

 

No caso citado, a decisão do secretário Rogério Gallo sinaliza que a conduta de Gisele Barco de Matos ultrapassou os limites aceitáveis para alguém que ocupa um cargo na estrutura fazendária.

Fonte: Mídia News

 


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