Nota de esclarecimento – Secretaria Municipal de Saúde
A Secretaria Municipal de Saúde se manifestou a respeito da postagem colocada nas redes sociais, sobre a reclamação do atendimento aos pacientes do ESF 9, localizado no bairro Primavera III.
A principal problemática do bairro é que existe uma população de aproximadamente 15 mil pessoas, sendo que há uma baixa cobertura da Atenção Primária. Diante desse cenário, a atual gestão não mediu esforços para retomar as obras das unidades dos bairros Buritis e Padre Onesto Costa, que atenderão toda região.
Tais obras haviam sido notificadas para devolução dos recursos junto ao Ministério da Saúde, haja vista, que já se encontravam há mais de um ano paralisadas. Mesmo diante dessa situação, a secretária de saúde, Laura Leandro, tem tomadas decisões importantes para a redução do impacto acumulado das outras gestões, no que diz respeito à baixa cobertura da Atenção Básica.
Foram disponibilizados atendimentos noturnos, contratação de um segundo médico para atendimento, inauguração da farmácia descentralizada, trazendo aos pacientes a facilidade para retirada dos medicamentos e ampliação de forma duplicada de toda a equipe. Entretanto, a secretária entende que essas ações são paliativas e o problema será resolvido definitivamente assim que forem inauguradas as unidades de Saúde do Pe. Onesto e Buritis.
Em relação à distribuição de senhas, a Secretária de Saúde informou que critério foi decidido pelo conselho local de Saúde. Mesmo com essas decisões a Secretária sabe que não é fácil atender a todas as pessoas que buscam atendimento no serviço público e, dentro dessa proposta está aberta a sugestões.
TSE estuda desativar canais políticos no WhatsApp 48h antes da eleição
Proposta foi escrita pelo vice-presidente da Corte, André Mendonça
TSE faz últimos preparativos para o primeiro turno nas Eleições 2018
Uma minuta de resolução do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) prevê que canais de WhatsApp com teor político e mais de 200 mil seguidores sejam desativados nas 48 horas anteriores e 24 horas posteriores ao segundo turno da eleição, marcado para o próximo domingo (25).
Caso aprovada pelo plenário do TSE, a medida entraria em vigor de imediato, conforme o texto da minuta obtida pela Agência Brasil.
A minuta com a proposta passou a circular entre os ministros do TSE após o tema ser debatido em reuniões informais realizadas na sexta-feira (16) e na terça-feira (20). O texto foi redigido pelo ministro André Mendonça, vice-presidente da Corte Eleitoral.
Em nota à imprensa, o gabinete de Mendonça informou não se tratar de uma iniciativa pessoal do ministro, mas que coube a ele a autoria da minuta por ser tradição que as normas eleitorais sejam redigidas pelo vice-presidente do TSE.
“O objetivo discutido é proteger a integridade do pleito nas horas que antecedem e sucedem a votação, quando não há tempo hábil para resposta ou correção de conteúdos ilícitos”, diz a nota do gabinete de Mendonça.
A nota acrescenta ainda que o texto foi redigido a partir de um consenso interno, e que “os critérios em análise são objetivos e impessoais e valem igualmente para todos os canais de natureza político-eleitoral de grande alcance, qualquer que seja o candidato, o partido ou a orientação política”.
Caso seja aprovada, a iniciativa deve atingir o canal “Exército do Lula”, que atingiu nesta quarta (21) a marca de 7 milhões de inscritos no aplicativo de mensagens WhatsApp. Também seria desativado o canal “Tropa do Flávio”, que possui 2 milhões de inscritos.
Proposta
O texto da minuta aplica aos canais de transmissão de natureza político-eleitoral com mais de 200 mil seguidores as mesmas restrições que já vigoram sobre o conteúdo impulsionado de campanha, aquele cujo alcance é potencializado mediante pagamento às plataformas.
O texto também considera haver “alcance desproporcional de canais com grande audiência na difusão de conteúdos ilícitos”.
Em outro trecho, a proposta diz ainda que “o período compreendido entre as 48 (quarenta e oito) horas antes e as 24 (vinte e quatro) horas depois da eleição concentra o maior risco de dano irreversível à formação livre da vontade do eleitorado, por não haver tempo hábil para resposta, esclarecimento ou tutela jurisdicional efetiva”.
Controvérsia
A proposta surge após uma disputa de liminares em torno do canal “Exército do Lula”. Na semana passada, o canal foi retirado do ar pelo ministro Kássio Nunes Marques, presidente do TSE, após pedido da campanha do presidenciável Flávio Bolsonaro, que alegou disseminação de desinformação.
Pouco depois, porém, Nunes Marques voltou a suspender o canal, alegando que mesmo sendo administrado por um apoiador, o deputado André Janones (Rede-MG), a ferramenta teria vínculo com a campanha oficial, e portanto deveria estar registrado no TSE como tal.
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