Primavera do Leste / MT - Quinta-Feira, 22 de Outubro de 2026

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Paróquia São Francisco de Assis realiza a 14º Festa do Padroeiro neste domingo (30) em Primavera do Leste



Da Redação

A tradicional Festa do Padroeiro São Francisco de Assis será realizada este ano no domingo (30).  O pároco Frei Anselmo Brand, explica que a festa sempre é realizada no primeiro domingo de outubro, porque o dia de São Francisco é 04, mas foi antecipada por causa das eleições.

A programação começa com a santa missa às 10h da manhã na Igreja, após a missa será servido o almoço no salão paroquial, com a venda do churrasco bovino que é uma costela por R$ 40 reais e o suíno R$ 35 reais, que da para almoçar até cinco pessoas. Também será comercializada a bebida. Além de música para animar à tarde.

Durante a festividade terá leilões, a comercialização de salgados e porções, e por fim o show de prêmios que será às 17h. A cartela do bingo está sendo vendida por R$ 20 reais e tem como primeiro prêmio o valor de R$ 20 mil reais, o segundo prêmio é de R$ 7 mil reais e o terceiro prêmio tem o valor de R$ 3 mil reais. Todas as cartelas têm a autenticação eletrônica.

A comercialização da cartela está sendo feita na paróquia São Francisco de Assis que fica na Rua Tancredo Neves, no bairro Castelândia, e por voluntários da Igreja. Será vendida até o domingo, véspera da festa.

Segundo o Frei  Anselmo, a Festa do Padroeiro tem como objetivo a confraternização a data do padroeiro, São Francisco de Assis, e para a Igreja é uma oportunidade de arrecadar fundos para as obras sociais, em que, todos os anos é esta arrecadação da festa que tem mantido, além de proporcionar um momento de lazer e alegria as famílias e toda a comunidade.

Na semana que vem, na quarta-feira, 03 de outubro a paróquia realizará a missa de São Francisco, que será às 19h, e no dia 04 terá a benção dos animais, às 18h na frente da igreja.



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política

TSE estuda desativar canais políticos no WhatsApp 48h antes da eleição


Proposta foi escrita pelo vice-presidente da Corte, André Mendonça

TSE faz últimos preparativos para o primeiro turno nas Eleições 2018

Uma minuta de resolução do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) prevê que canais de WhatsApp com teor político e mais de 200 mil seguidores sejam desativados nas 48 horas anteriores e 24 horas posteriores ao segundo turno da eleição, marcado para o próximo domingo (25). 

Caso aprovada pelo plenário do TSE, a medida entraria em vigor de imediato, conforme o texto da minuta obtida pela Agência Brasil.

A minuta com a proposta passou a circular entre os ministros do TSE após o tema ser debatido em reuniões informais realizadas na sexta-feira (16) e na terça-feira (20). O texto foi redigido pelo ministro André Mendonça, vice-presidente da Corte Eleitoral.

Em nota à imprensa, o gabinete de Mendonça informou não se tratar de uma iniciativa pessoal do ministro, mas que coube a ele a autoria da minuta por ser tradição que as normas eleitorais sejam redigidas pelo vice-presidente do TSE.

“O objetivo discutido é proteger a integridade do pleito nas horas que antecedem e sucedem a votação, quando não há tempo hábil para resposta ou correção de conteúdos ilícitos”, diz a nota do gabinete de Mendonça.

A nota acrescenta ainda que o texto foi redigido a partir de um consenso interno, e que “os critérios em análise são objetivos e impessoais e valem igualmente para todos os canais de natureza político-eleitoral de grande alcance, qualquer que seja o candidato, o partido ou a orientação política”.

Caso seja aprovada, a iniciativa deve atingir o canal “Exército do Lula”, que atingiu nesta quarta (21) a marca de 7 milhões de inscritos no aplicativo de mensagens WhatsApp. Também seria desativado o canal “Tropa do Flávio”, que possui 2 milhões de inscritos.

Proposta

O texto da minuta aplica aos canais de transmissão de natureza político-eleitoral com mais de 200 mil seguidores as mesmas restrições que já vigoram sobre o conteúdo impulsionado de campanha, aquele cujo alcance é potencializado mediante pagamento às plataformas.

O texto também considera haver “alcance desproporcional de canais com grande audiência na difusão de conteúdos ilícitos”.

Em outro trecho, a proposta diz ainda que “o período compreendido entre as 48 (quarenta e oito) horas antes e as 24 (vinte e quatro) horas depois da eleição concentra o maior risco de dano irreversível à formação livre da vontade do eleitorado, por não haver tempo hábil para resposta, esclarecimento ou tutela jurisdicional efetiva”.

Controvérsia

A proposta surge após uma disputa de liminares em torno do canal “Exército do Lula”. Na semana passada, o canal foi retirado do ar pelo ministro Kássio Nunes Marques, presidente do TSE, após pedido da campanha do presidenciável Flávio Bolsonaro, que alegou disseminação de desinformação.

Logo em seguida, porém, o corregedor-nacional da Justiça Eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, restabeleceu o canal. Ele afirmou não haver elementos que justificassem a medida e que Nunes Marques não poderia ter suspendido o canal por via administrativa, como fez, uma vez que o caso já tramitava pela via judicial em processo relatado pelo próprio corregedor.

Pouco depois, porém, Nunes Marques voltou a suspender o canal, alegando que mesmo sendo administrado por um apoiador, o deputado André Janones (Rede-MG), a ferramenta teria vínculo com a campanha oficial, e portanto deveria estar registrado no TSE como tal.

Por fim, o Exército do Lula acabou sendo liberado pelo presidente do TSE, após o registro ter sido feito pela campanha oficial.

Felipe Pontes – repórter da Agência Brasil


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