Primavera do Leste / MT - Domingo, 18 de Janeiro de 2026

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Pastoral da AIDS em parceria com Secretaria de Saúde atende com trabalhos de prevenção e conscientização durante Primafolia



Da Redação

Em Primavera do Leste a festança já começou. Com a expectativa de um público diário de 6 mil pessoas, o Primafoilia é a maior estrutura de Carnaval da região sul do estado.

Com um trabalho de Prevenção e Conscientização contra as Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST), a Secretaria de Saúde está presente todas as noites com um ônibus que possibilita atendimentos de acolhimento, conscientização e ainda testagem. Em parceria com a Pastoral da AIDS e o Centro de Testagem e Acolhimento (CTA), os foliões terão acesso a profissionais da saúde e também a testes rápidos como AIDS, Hepatite B e C.

“É de suma importância a Secretaria de Saúde estar presente em uma das festas mais popular e com um maior número de público. A parceria com a Pastoral da AIDS e o CTA irá possibilitar uma maior assistência às pessoas que muitas vezes não tem conhecimento dos serviços gratuitos ou tempo para fazer exames, e até mesmo buscar mais conhecimento sobre as doenças”. Explica a secretária de saúde, Laura Leandra.

O CTA que atua com testes rápidos tem o objetivo de fomentar cada vez mais os atendimentos. “Nós temos que aparecer, precisamos divulgar e chegar até as pessoas. Os testes rápidos são gratuitos e precisamos orientar as pessoas a fazerem. Hoje temos em nossa cidade 180 pessoas em tratamento de DSTs, e quanto mais às pessoas se conscientizarem,  mais estaremos lutando contra essas doenças”. Menciona o coordenador do CTA, Marcos Moreira.

Integrante e mobilizadora da Pastoral da AIDS na Diocese de Primavera do Leste, Maviane Damitiz, ressalta que a Pastoral da AIDS atua com serviço de prevenção ao HIV e assistência aos soropositivos. “A Igreja assume esse serviço sem preconceitos, acolhe, acompanha os direitos daqueles que foram infectados pela AIDS. Estaremos no ônibus da Secretaria de Saúde para dar toda assistência necessária durante este Carnaval”.

Os testes serão realizados até o dia 11.

 



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Punição da Sefaz: Secretário multa servidora em 50% da remuneração por não cumprir lei


O secretário de Fazenda (Sefaz-MT) Rogério Gallo multou em 50% da remuneração a servidora pública Gisele Barco de Matos, que respondia a um Processo Administrativo Disciplinar (PAD), desde de 2024.

A punição foi aplicada como medida alternativa da suspensão por 90 dias da servidora, como estabelece o Estatuto dos Servidores Públicos do Estado de Mato Grosso. A servidora está afastada da sua função há dois anos para tratar de interesse pessoa

A pena de suspensão não faria sentido de forma correta.

A punição foi aplicada como medida alternativa da suspensão por 90 dias da servidora, como estabelece o Estatuto dos Servidores Públicos do Estado de Mato Grosso. A servidora está afastada da sua função há dois anos para tratar de interesse pessoal A pena de suspensão não faria sentido de forma

 

A penalidade à servidora foi aplicada porque ela violou a dever do funcionário público, de ler conduta de moralidade administrativa, e pela proibição de realizar atividade incompatível com a função e horário de trabalho que exerce na secretaria

 

A Sefaz MT informou que o caso está em sigilo e não pode comentar mais detalhes sobre o processo disciplinar da servidora

 

Explique melhor “A penalidade à servidora foi aplicada porque ela violou o dever do funcionário público, de ter conduta de moralidade administrativa, e pela proibição de realizar atividade incompatível com a função e horário de trabalho que exerce na secretaria.”

 

Essa frase resume os fundamentos jurídicos e éticos que levaram à punição da servidora. No Direito Administrativo brasileiro, o servidor público não responde apenas pelo que faz “no papel”, mas também por como se comporta e como gere seu tempo.

Aqui está o desdobramento desses três pontos principais:

 

1. Violação do Dever de Moralidade Administrativa A moralidade administrativa vai além da legalidade (seguir a lei). Ela exige que o servidor atue com honestidade, decoro e boa-fé. O que significa na prática: Não basta que o ato seja legal; ele precisa ser ético. Se a conduta da servidora foi considerada “imoral” para a administração, entende-se que ela feriu a imagem da instituição ou agiu de forma a privilegiar interesses que não são os públicos.

 

2. Realização de Atividade Incompatível com a Função

Todo cargo público possui restrições para evitar conflitos de interesse. O conflito: Um servidor da Secretaria de Fazenda (Sefaz), que lida com impostos, fiscalização e dinheiro público, geralmente é proibido de exercer atividades privadas que possam gerar influência indevida ou onde ele possa usar informações privilegiadas.

 

Exemplo: Um fiscal de tributos não pode ser consultor de empresas que ele mesmo deveria fiscalizar.

3. Incompatibilidade com o Horário de Trabalho

 

Este é um ponto objetivo sobre a jornada de trabalho. Dedicação: O Estado paga pelo tempo do servidor. Se ficou comprovado que ela exercia outra atividade (seja comercial, advocatícia, etc.) durante o período em que deveria estar cumprindo sua carga horária na Sefaz, isso configura abandono de função ou má prestação de serviço.

 

Por que isso é grave?

Para a administração pública, quando um servidor une esses três fatores, ele quebra a relação de confiança com o Estado. A punição (que pode variar de advertência e suspensão até demissão) serve para reafirmar que o interesse público deve prevalecer sobre o interesse privado do funcionário.

 

No caso citado, a decisão do secretário Rogério Gallo sinaliza que a conduta de Gisele Barco de Matos ultrapassou os limites aceitáveis para alguém que ocupa um cargo na estrutura fazendária.

Fonte: Mídia News

 


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