Primavera do Leste / MT - Sábado, 11 de Abril de 2026

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Prefeitura amplia horário de atendimento em unidades de saúde



Para fortalecer ainda mais a atuação e manter toda a população com assistência a saúde, a Prefeitura de Primavera do Leste retomou os atendimentos estendidos nas Estratégias Saúde da Família (ESFs) dos bairros Primavera III, São José e da Unidade Básica de Saúde Rural e Central. Além disso, a Farmácia Municipal Central também estará com o horário de atendimento ampliado. Ela vai funcionar das 17h ás 19h e os serviços estendidos nas unidades de saúde serão das 17h ás 20h.

Segundo a secretária de saúde Laura Leandra, a medida visa atender quem tem dificuldade em acessar o serviço de saúde pública em horário comercial. “O nosso objetivo é enfatizar o trabalho humanizado e o acolhimento de qualidade aos usuários do SUS. A ampliação do horário de atendimento tem como foco acolher os pacientes que não conseguem se ausentar do serviço. Com as unidades atendendo no início da noite, eles poderão iniciar tratamentos ou dar continuidade nas unidades mais próximas de suas casas”. Ela ainda explicou que a Unidade Básica de Saúde Rural e Central, além de ser destinada a atender a população dessas localidades, também realizará atendimentos aos servidores públicos e familiares.

Para o prefeito Léo Bortolin, a benfeitoria faz parte de mais uma etapa do trabalho de humanização da saúde pública. “Estamos desenvolvendo ações que promovem a reorganização da saúde de Primavera do Leste, principalmente na Atenção Básica, para que possamos atender a população com mais qualidade”.

Da Assessoria



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política

Nova pesquisa Quaest sobre eleição presidencial testa cenário com Lula, Flávio e Caiado


Pesquisa Genial/Quaest vai medir voto, aprovação do governo e impacto do endividamento a seis meses da eleição

A nova rodada da pesquisa Genial/Quaest começa a ser coletada nesta sexta-feira (10) e chega em um momento de maior definição do cenário eleitoral. O levantamento, que será divulgado na próxima quarta-feira (15), deve oferecer uma leitura atualizada da disputa presidencial a cerca de seis meses do pleito.

 

Serão realizadas 2.004 entrevistas presenciais até segunda-feira, com abrangência nacional. Encomendada pelo banco Genial, ao custo de R$ 466 mil, a sondagem é a quarta do instituto em 2026 e a primeira a incluir o governador Ronaldo Caiado como candidato formalizado pelo PSD.

 

A lista de candidatos sondados reúne o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o senador Flávio Bolsonaro (PL), além de Caiado (PSD), Romeu Zema (Novo), Renan Santos (Missão), Aldo Rebelo (DC), Augusto Cury (Avante), Samara Martins (UP) e Cabo Daciolo (Mobiliza). A presença de candidatos de partidos menores amplia o teste de fragmentação do eleitorado.

A metodologia também busca medir o grau de consolidação do voto. O questionário começa investigando se o eleitor já escolheu um candidato e, em caso afirmativo, avalia o nível de firmeza dessa decisão. Na sequência, o entrevistado é estimulado com uma lista de nomes para medir conhecimento e rejeição, além de indicar uma possível segunda opção de voto.

 

O levantamento deve servir como termômetro para três movimentos centrais da disputa. O primeiro é a trajetória da aprovação do governo Lula, que recuou em todas as pesquisas Quaest deste ano. Em março, o instituto apontou 45% de desaprovação, contra 44% de aprovação.

Outro ponto de atenção é o desempenho de Flávio Bolsonaro, que vinha em trajetória de crescimento e alcançou empate técnico com Lula em parte dos cenários testados anteriormente. A nova rodada indicará se esse avanço se sustenta com o cenário mais consolidado.

 

A pesquisa também será a primeira oportunidade de medir o impacto da candidatura de Caiado após sua oficialização. Em levantamentos anteriores, o governador aparecia com desempenho residual, e a nova rodada deve mostrar se houve alteração nesse quadro.

Além da disputa eleitoral, o questionário inclui indicadores econômicos e de percepção social. Entre eles, estão as expectativas em relação à economia e o nível de endividamento das famílias, tema que ganhou centralidade dentro do governo como um dos principais fatores de pressão sobre a popularidade presidencial.

Fonte Veja


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