Primavera do Leste / MT - Terca-Feira, 14 de Abril de 2026

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Prefeitura de Primavera do Leste cria ações para solucionar problemas com alagamentos



Segundo informações do Sindicato Rural de Primavera do Leste, na última segunda-feira (22) choveu aproximadamente 70 milímetros em meia hora. Foi uma das chuvas mais fortes dos últimos 10 anos. A tempestade provocou alagamentos em diversos pontos da cidade e por isso o prefeito Léo Bortolin se reuniu com jornalistas da cidade para uma coletiva de imprensa, afim de esclarecer as ações da prefeitura diante os alagamentos presentes em alguns pontos de Primavera do Leste há anos.

De acordo com o prefeito, três áreas do município foram afetadas: escolas, meio ambiente e infraestrutura. Quatro unidades escolares apresentaram alagamentos devido as chuvas: Novo Horizonte; Rosidelma Almeida; Maria de Nazaré; e Jeferson Mira. Todas as empresas responsáveis pelas obras foram notificadas. “Estamos fazendo com que os responsáveis pelas falhas nas estruturas se comprometam em organizar essas unidades”, disse Léo Bortolin.

Na área do meio ambiente a preocupação do gestor é quanto as erosões causadas pelas águas. O exemplo mais grave é o buraco que se aproxima da Avenida Florianópolis, na entrada da Avenida São Sebastião, que apresenta desmoronamento desde chuvas passadas. Neste local já está sendo realizada uma obra de recuperação.

O prefeito deixou claro que durante todo o ano estão sendo realizadas limpezas em bocas de lobo, onde tapete e até mesmo colchão já foram encontrados por servidores da Secretaria de Infraestrutura. Ele aproveitou para fazer um apelo à população, pedindo para que tomem cautela e não dispensem nas ruas objetos que possam ser levados aos bueiros pela água da chuva, pois esse é um dos fatores que contribui para os alagamentos.

Ele ainda informou que a Secretaria de Infraestrutura possui levantamento de todos os pontos de alagamento. Após a chuva de segunda-feira (22) foram identificadas mais de 10 localidades alagadas.

RUA DO COMÉRCIO (REGIÃO DA CONSTRUMOTA)

O prefeito voltou a falar sobre esse ponto de alagamento que é um dos mais críticos na cidade. Antes de começar as chuvas, cerca de R$ 5 mil foram investidos neste local. O nivelamento das caixas de captação de água da chuva foi feito para facilitar o escoamento. Hoje, por mais que ainda há alagamento, a água escoa de forma mais rápida.

Para solucionar o problema de forma definitiva, conforme o prefeito, a obra deve passar pelo meio da BR-070, onde será necessário escavar cerca de 12 metros para que sejam instalados tubos de espessuras maiores. A obra pode custar mais de R$ 1 milhão para o município. Além de conseguir esse dinheiro por meio de emendas parlamentares, é preciso que o DNIT – que está com as obras da BR-070 paralisadas há anos – trabalhe junto à prefeitura e colabora com a realização da obra.

“No início da nossa gestão conseguimos verbas em Brasília e as obras para drenagem no centro já iniciaram. Estamos próximos de iniciar uma intervenção na Avenida São Paulo, onde nova linha de drenagem vai escoar a água da região da Pista de Caminhada, para que não caia na mesma caixa adutora que capta a água acumulada na região do Construmota, mais uma medida para minimizar o problema causado pelo alagamento nesta localidade”, diz Léo. A obra será realizada com recursos próprios e com servidores da prefeitura.

Para os demais pontos de alagamento o prefeito declarou que em breve irá novamente à Brasília para conquistar mais recursos e efetivar as obras que solucionarão o problema de alagamento nesses locais.

PAUSA NAS OBRAS DO CENTRO

Ainda na coletiva o prefeito Léo Bortoin anunciou que as obras de drenagem no Centro terão uma pausa no período chuvoso e deve voltar na época da seca, no próximo ano. “De qualquer forma a obra já está licitada e com dinheiro em caixa. É só questão temporal, mas assim que possível será retomada”, explica o prefeito.

Fonte: Ascom Prefeitura de Primavera do Leste



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‘Pouca Sombra’ é preso suspeito de integrar quadrilha que fez o maior assalto de MT


Suspeito é apontado como chefe da logística de mega-assalto em Confresa, sendo uma peça-chave na organização do crime que aterrorizou a cidade em 2023

A Polícia Civil de Mato Grosso prendeu um dos principais suspeitos de integrar a organização criminosa responsável pelo maior roubo da história do Estado, ocorrido em abril de 2023, no município de Confresa.

 

A prisão ocorreu na quarta-feira (8), em Marabá (PA), durante a terceira fase da Operação Pentágono.

Segundo o portal Marabá em Foco, o suspeito conhecido como ‘Pouca Sombra’, Pablo Henrique de Sousa Franco, foi apontado como chefe da logística do ataque.

Na mesma ação, também foi preso Josivan Pereira da Silva, outro investigado por participação no crime.

 

Segundo as investigações, ‘Pouca Sombra’ teria atuado diretamente na estrutura logística da quadrilha, responsável por garantir transporte, rotas de fuga e suporte operacional para a execução do assalto.

 

A Polícia Civil não detalhou, até o momento, todas as atribuições individuais dos suspeitos.

 

Ação em cinco estados

A ofensiva policial cumpre ao todo 97 ordens judiciais em cinco estados, incluindo 27 mandados de prisão, 30 de busca e apreensão e o bloqueio de 40 contas bancárias. As medidas foram autorizadas pela 3ª Vara Criminal de Barra do Garças.

 

De acordo com a Gerência de Combate ao Crime Organizado, o grupo tinha atuação interestadual e estrutura altamente organizada, com divisão em núcleos que incluíam comando financeiro, planejamento, execução e apoio logístico em diferentes regiões do país.

 

As investigações apontam que pelo menos 50 pessoas participaram direta ou indiretamente do crime, que seguiu o modelo conhecido como ‘domínio de cidades’, quando criminosos cercam o município, atacam forças de segurança e causam pânico para facilitar a ação principal.

Confresa foi sitiada

O ataque aconteceu em 9 de abril de 2023, quando cerca de 20 criminosos fortemente armados sitiaram Confresa, a mais de mil quilômetros de Cuiabá. Parte do grupo invadiu o quartel da Polícia Militar, rendeu agentes e incendiou o prédio, enquanto outros destruíam veículos e espalhavam terror pela cidade.

 

O alvo principal era a transportadora de valores Brink’s. Apesar do uso de explosivos de alta potência, o grupo não conseguiu acessar o cofre e acabou fugindo, abandonando veículos e equipamentos utilizados na ação.

 

Segundo o delegado da GCCO, Gustavo Belão, esta fase da operação representa um avanço importante ao atingir integrantes dos núcleos de comando, financiamento e logística, considerados essenciais para a execução do crime.

 

As investigações também revelaram que os recursos movimentados pela organização têm origem em outros roubos de grande porte realizados no país, além de crimes menores usados para lavagem de dinheiro.

 

Após o ataque, 18 suspeitos morreram em confrontos com forças de segurança durante buscas realizadas no Tocantins. Outros envolvidos já haviam sido presos em fases anteriores da operação.

 

A Operação Pentágono integra a estratégia estadual de combate ao crime organizado e conta com apoio de forças policiais de diversos estados, reforçando a atuação conjunta para desarticular quadrilhas com atuação nacional.

Fonte MidiaMax

 


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