Primavera do Leste / MT - Sexta-Feira, 31 de Julho de 2026

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Prefeitura de Primavera do Leste fará prestação de contas de 135 dias de gestão



Hoje a partir das 17h30, no saguão da Prefeitura Municipal de Primavera do Leste, o prefeito, Leo Bortolin (PMDB) , e vice-prefeito, Sérgio Fava (PR), com a presença de autoridades empresariais e políticas da cidade, farão uma prestação de contas dos 135 dias de gestão, para toda a população.

É importante toda população Primaverense participar, para acompanhar a aplicação do dinheiro público. O Programa Prestando Contas é a simbologia de uma administração que entende como fundamental e necessária a transparência das decisões, a interação com os munícipes, a seriedade na tomada de decisões que tem acontecido de maneira impessoal com vistas a atender o bem comum, eliminando privilégios. Para o prefeito, “é obrigação do gestor permitir e promover a transparência na administração pública e, tanto o Sérgio como eu vamos perseguir essa meta – continuar com as portas da Prefeitura abertas para a população”.

O prefeito, na oportunidade, vai expor as ações de cada secretaria municipal estabelecida para 2018. Os convênios federais celebrados pela Prefeitura também serão apresentados, assim como o lançamento do primeiro pacote da empresa América do Sul Táxi Aérea Ltda, Asta, que começa a operar em Primavera do Leste no próximo mês. E, para finalizar a reunião, que terá uma duração de 40 minutos, será exibido um vídeo institucional sobre Primavera do Leste, elaborado pela Incorporadora Cosentino.

Após as eleições, quando foi consolidada a permanência de Léo Bortolin à frente do Executivo – ele havia assumido devido o afastamento de Getulio Viana, portanto em substituição ao prefeito até que houvesse uma decisão definitiva – ele implantou projetos que tem a sua digital, o seu estilo de administrar. Foi a Cuiabá e Brasília visitar os parlamentares matogrossenses e buscar recursos para viabilizar projetos importantes para a área de saneamento, saúde, como a habilitação da UPA, que permite o repasse de quatrocentos mil reais/mês para ajudar na sua manutenção, além de outros convênios celebrados pelo município.

Da Redação com Assessoria de Imprensa

 



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Botelho chama derrota de Jayme de ‘sacanagem’ e diz que política ‘perde muito’ sem senador


Ex-integrante do União Brasil, o deputado estadual Eduardo Botelho (MDB) lamentou a derrota do senador Jayme Campos na convenção do partido e afirmou que a saída do parlamentar da disputa pelo Palácio Paiaguás representa uma perda para a política de Mato Grosso. Para Botelho, o resultado foi um “desrespeito” à trajetória construída por Jayme ao longo de décadas.

 

“Com muita tristeza. Jayme não merecia isso. Foi senador municipalista, sempre atendeu os políticos. Não digo uma traição, mas acho que foi, de certa forma, uma sacanagem, um desrespeito com toda a história que ele desenvolveu e era reconhecido”, afirmou ao site GD.

 

Botelho também destacou a relação histórica entre Jayme e o governador Mauro Mendes, presidente estadual do União Brasil. Segundo ele, o senador teve papel importante na construção política de Mauro, especialmente na aproximação do então empresário com lideranças do interior de Mato Grosso.

 

“Ele deu muito auxílio para Mauro. Quem levou Mauro ao interior, apresentou e abriu portas do partido foi Jayme”, declarou.

 

Na avaliação do deputado, a política mato-grossense perde com o afastamento de Jayme da disputa pelo Palácio Paiaguás. Botelho classificou o senador como um político de forte articulação e capacidade de diálogo com diferentes grupos. “A política em si perde muito sem o Jayme. É um cara muito político. Atende todos”, disse.

 

Jayme Campos foi derrotado na convenção do União Brasil, realizada na quinta-feira (30), e viu a maioria dos convencionais optar pelo apoio à candidatura do vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos) ao Governo de Mato Grosso. A proposta de aliança com Pivetta venceu a candidatura própria defendida por Jayme em uma votação secreta que mobilizou as principais lideranças da sigla.

 

Dos 51 convencionais aptos a votar, 30 escolheram o apoio a Pivetta, enquanto 19 votaram pela candidatura de Jayme. Houve ainda um voto inválido e uma ausência.


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