Primavera do Leste / MT - Quinta-Feira, 23 de Julho de 2026

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Primavera tem assegurado 21 milhões para 2018



O prefeito Léo Bortolin, PMDB, recebeu hoje, pela manhã, na Prefeitura através dos deputados federais Carlos Bezerra, PMDB, e Waltenir Pereira, PSB, e da equipe do Ministério do Turismo – Teté Bezerra, Totó Parente e Paulo André a noticia de que além dos dez milhões alocados para diversas áreas do município, quando da sua visita a Brasília, na semana passada, Primavera ainda tem assegurado cerca de 21 milhões para o próximo ano, para atender as demandas do município.
Em uma reunião aberta aos empresários e a população, o secretário nacional do Ministério do Turismo, Totó Parente, afirmou que “a visita do Léo em Brasília nos contagiou por sua vontade de fazer acontecer, de promover as mudanças que a população espera desse novo grupo político que surge em Primavera e, nós abraçamos os projetos levados por ele e, estamos juntos nessa transformação do município”.
A secretária de Qualificação e Promoção do Turismo, Teté Bezerra, entende que administrar um município do porte de Primavera é um grande desafio para o Léo, entretanto o potencial turístico da região permite “que o município seja colocado na rota turística do Estado”. Pela sua ótica, o turismo em suas várias modalidades é um instrumento muito forte para mudar realidades e oxigenar a economia, “fomentando o turismo todos ganham no município, desde a pequena lanchonete, hotéis, bares, restaurantes, o artesanato, enfim gera emprego e melhora a qualidade de vida das pessoas”.
O deputado Carlos Bezerra foi claro ao demonstrar confiança na gestão do Léo, “não faço campanha em qualquer lugar, mas aqui participei da campanha eleitoral, fiquei com pés machucados, cheios de bolhas, por acreditar no dinamismo desse jovem prefeito e, agora eleito terá todo nosso apoio”.
Waltenir Pereira, deputado federal do PSB, reiterou o compromisso de ajudar Primavera desenvolver essa nova etapa que iniciou com a eleição do Léo. “O prefeito tem uma capacidade extraordinária de buscar apoio, é humilde para pedir e, dessa forma não tem como não ajudá-lo, até porque durante a sua campanha era perceptível a vontade de vencer para poder trabalhar mais ainda pelo município”.
Participaram desse encontro, que teve como objetivo, explanar os projetos de investimentos no Lago Municipal e a proposta que será executada, para sanar o acúmulo e água nas vias; o chefe de gabinete do Ministério do Turismo, Paulo André, os deputados estaduais Silvano Amaral e Janaina Riva, ambos do PMDB, prefeitos de Paranatinga, Planalto da Serra e Poxoréu, além de vereadores da região.

Fonte: Da Assessoria



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Medeiros veta MDB e PL descarta aliança com Janaina Riva para o Senado em MT


O presidente estadual do PL em Mato Grosso, Ananias Filho, confirmou nesta quarta-feira (22), durante a abertura da convenção estadual da sigla, que uma eventual composição com o MDB para a disputa ao Senado está descartada. Segundo ele, o veto parte do deputado federal José Medeiros (PL), homologado pelo partido como candidato ao Senado ao lado de Wellington Fagundes (PL), que concorre ao governo do Estado.

 

Ao ser questionado sobre a possibilidade de uma aliança que incluísse a deputada estadual Janaina Riva (MDB) na chapa majoritária, Ananias afirmou que a resistência de Medeiros será levada em consideração nas negociações do partido. “O Medeiros tem restrição a um partido, ao MDB. Ele tem essa restrição. E eu não posso discordar dele, porque o sentimento de candidato eu tenho que levar em consideração”, pontuou.

 

A declaração praticamente encerra as especulações sobre uma composição entre PL e MDB para uma das duas vagas ao Senado, possibilidade discutida nos bastidores desde o início da pré-campanha em razão da relação familiar entre Janaina e o senador Wellington Fagundes.

 

Ananias afirmou ainda que o partido sequer definiu se indicará apoio formal a um segundo candidato ao Senado. Segundo ele, a tendência é que o PL concentre esforços apenas na eleição de seus dois candidatos. “Nós decidimos, até agora, nesse momento, que nós não teremos o segundo voto”, disse. “Se for melhor para vencer a eleição não termos o segundo, nós não vamos ter o segundo”, completou.

 

A posição oficializa um impasse que vinha sendo construído há meses dentro do PL. Desde março, José Medeiros passou a se posicionar publicamente contra qualquer entendimento com o MDB, afirmando que não aceitaria dividir a chapa com Janaina Riva por considerar que a aliança seria incompatível com o eleitorado conservador e poderia comprometer a identidade política defendida pelo partido.

 

Na ocasião, Medeiros afirmou que uma composição com a deputada significaria “enganar o campo conservador” e classificou a eventual aliança como uma construção destinada a atender “uma questão familiar”, em referência ao fato de Janaina ser nora de Wellington Fagundes.

 

A resistência de Medeiros provocou um dos principais focos de tensão da pré-campanha liberal. Enquanto setores do partido enxergavam na força eleitoral de Janaina uma possibilidade de ampliar o palanque de Wellington Fagundes, a ala mais ligada ao ex-presidente Jair Bolsonaro defendia que o PL preservasse uma chapa exclusivamente identificada com o bolsonarismo.

 

O próprio Wellington evitou alimentar o debate e afirmou reiteradas vezes que qualquer negociação dependeria da direção nacional da legenda. Nos últimos meses, dirigentes nacionais e estaduais também reconheceram que a popularidade de Janaina Riva alterava o cenário da disputa ao Senado.

 

O presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, chegou a classificar o desempenho da deputada como um “problemaço” para os planos da legenda de eleger seus candidatos ao Senado, embora mantivesse Wellington Fagundes como nome definido para disputar o Palácio Paiaguás.

 

Com a declaração de Ananias na convenção estadual, a direção do PL sinaliza que a posição de José Medeiros prevaleceu nas discussões internas. Assim, ao menos neste momento, o MDB fica fora das negociações para integrar a chapa majoritária encabeçada por Wellington Fagundes, reforçando a estratégia do partido de buscar uma composição alinhada exclusivamente ao seu campo político.

 


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política

Ananias critica restrições do STF a Bolsonaro e ataca Lula


Durante a convenção partidária do PL realizada nesta quarta-feira (22), em Cuiabá, o presidente estadual da sigla, Ananias Filho, afirmou que o partido vem sendo atacado pelo Judiciário ao proibirem a comunicação de Jair Bolsonaro por meio de cartas. Ele ainda direcionou críticas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), afirmando que ele não tinha tal restrição porque “não sabe escrever”.

A fala acontece após ser questionado sobre a vinda da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) a Mato Grosso para apoiar a candidatura de Wellington Fagundes (PL). Na ocasião, Ananias declarou que as recentes decisões que proíbem o ex-presidente Jair Bolsonaro de escrever ao público em prisão domiciliar são uma forma de interferência nas eleições e configuram um cerceamento desproporcional. A medida de não usar rede social diretamente ou por meio de terceiros é uma das cláusulas de sua condenação por tentativa de golpe de Estado.

“Agora, nós sofremos um ataque direto. Interferência na eleição nacional, nas eleições estaduais. De pessoas do círculo do Judiciário. Isso é latente. Nada do PL pode. Quando enclausura o presidente da República, que não pode escrever nem carta. Carta que estava em desuso, ele começou a colocar em uso a carta, agora não deixa nem um correio, nem um interruptor [interceptor] ir lá pegar uma carta dele para ser divulgada”, declarou Ananias.

Ao traçar um paralelo com o período em que Lula esteve detido em Curitiba (PR), o presidente do PL questionou a disparidade no tratamento conferido pela Justiça aos dois líderes políticos. No entanto, a crítica escalou para um ataque pessoal sobre a escolaridade do presidente.

“Gente, o outro falava na cela. Então, em 2022, o PL foi com ação repetitiva da entrevista. Não teve entrevista. Não, mas escreveu carta, mas não pediu para ele não escrever. Ou porque ele não sabe escrever. Às vezes a diferença é essa. O outro não dava conta de escrever carta porque não tem condições de alfabetização, e o outro escreve carta e não pode escrever carta. Eu acho que é isso”, completou em provocação.

Apesar da alfinetada, a declaração de Ananias Filho contraria a realidade. Uma vez que o presidente é alfabetizado, tendo concluído o curso técnico de torneiro mecânico no Senai ainda na juventude, produziu diversos textos, bilhetes e cartas públicas ao longo de sua trajetória política e durante o período em que esteve preso.

Lula teve suas condenações anuladas pelo Supremo Tribunal Federal (STF) devido à parcialidade do ex-juiz Sergio Moro (PL) e à incompetência do foro de Curitiba, reabilitando seus direitos políticos.

GD


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