Primavera do Leste / MT - Segunda-Feira, 15 de Junho de 2026

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Primavera tem assegurado 21 milhões para 2018



O prefeito Léo Bortolin, PMDB, recebeu hoje, pela manhã, na Prefeitura através dos deputados federais Carlos Bezerra, PMDB, e Waltenir Pereira, PSB, e da equipe do Ministério do Turismo – Teté Bezerra, Totó Parente e Paulo André a noticia de que além dos dez milhões alocados para diversas áreas do município, quando da sua visita a Brasília, na semana passada, Primavera ainda tem assegurado cerca de 21 milhões para o próximo ano, para atender as demandas do município.
Em uma reunião aberta aos empresários e a população, o secretário nacional do Ministério do Turismo, Totó Parente, afirmou que “a visita do Léo em Brasília nos contagiou por sua vontade de fazer acontecer, de promover as mudanças que a população espera desse novo grupo político que surge em Primavera e, nós abraçamos os projetos levados por ele e, estamos juntos nessa transformação do município”.
A secretária de Qualificação e Promoção do Turismo, Teté Bezerra, entende que administrar um município do porte de Primavera é um grande desafio para o Léo, entretanto o potencial turístico da região permite “que o município seja colocado na rota turística do Estado”. Pela sua ótica, o turismo em suas várias modalidades é um instrumento muito forte para mudar realidades e oxigenar a economia, “fomentando o turismo todos ganham no município, desde a pequena lanchonete, hotéis, bares, restaurantes, o artesanato, enfim gera emprego e melhora a qualidade de vida das pessoas”.
O deputado Carlos Bezerra foi claro ao demonstrar confiança na gestão do Léo, “não faço campanha em qualquer lugar, mas aqui participei da campanha eleitoral, fiquei com pés machucados, cheios de bolhas, por acreditar no dinamismo desse jovem prefeito e, agora eleito terá todo nosso apoio”.
Waltenir Pereira, deputado federal do PSB, reiterou o compromisso de ajudar Primavera desenvolver essa nova etapa que iniciou com a eleição do Léo. “O prefeito tem uma capacidade extraordinária de buscar apoio, é humilde para pedir e, dessa forma não tem como não ajudá-lo, até porque durante a sua campanha era perceptível a vontade de vencer para poder trabalhar mais ainda pelo município”.
Participaram desse encontro, que teve como objetivo, explanar os projetos de investimentos no Lago Municipal e a proposta que será executada, para sanar o acúmulo e água nas vias; o chefe de gabinete do Ministério do Turismo, Paulo André, os deputados estaduais Silvano Amaral e Janaina Riva, ambos do PMDB, prefeitos de Paranatinga, Planalto da Serra e Poxoréu, além de vereadores da região.

Fonte: Da Assessoria



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Polícia

TJMT suspende prisão de suposta mandante do assassinato de Roberto Zampieri


O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) suspendeu, em decisão liminar proferida na manhã deste domingo (14), o mandado de prisão preventiva expedido contra Elenice Ballarotti Laurindo. Conforme noticiado durante a manhã, Elenice e seu marido, Aníbal Manoel Laurindo, foram apontados pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) como os mandantes do assassinato do advogado Roberto Zampieri, crime motivado por uma disputa de terras avaliada em R$ 100 milhões.

A ordem de prisão contra Elenice havia sido decretada na última semana pela 12ª Vara Criminal de Cuiabá, ao receber a denúncia que transformou nove pessoas em réus. No entanto, ao analisar o habeas corpus impetrado pela defesa, o desembargador plantonista Gilberto Giraldelli deferiu parcialmente a liminar para sobrestar os efeitos da prisão até o julgamento definitivo do recurso pelo colegiado.

 

Ao fundamentar a decisão de urgência, o magistrado reconheceu que a denúncia traz indícios individualizados contra a acusada, como quebras de sigilo bancário indicando saques vultosos e depósitos em contas vinculadas aos executores, o que afasta a tese defensiva de que ela estaria sendo processada “apenas por ser esposa” de Aníbal.

 

Contudo, Giraldelli ponderou que a prisão preventiva é uma medida de caráter excepcional, especialmente diante da idade da ré, que tem 69 anos. Para o desembargador, em uma análise preliminar, não ficou demonstrado o risco atual que justificasse o encarceramento imediato.

“Não se extrai com facilidade da decisão objurgada qualquer conduta recente que indique objetivamente reiteração delitiva, tentativa de interferência na persecução penal, intimidação de testemunhas ou risco concreto à efetividade da aplicação da lei penal”, anotou o magistrado, lembrando que Elenice permaneceu em liberdade por mais de dois anos e meio desde o homicídio, ocorrido em dezembro de 2023.

A defesa de Elenice, conduzida pelo advogado Huendel Rolim Wender, pleiteou prioritariamente que, caso a prisão fosse mantida, ela fosse convertida em regime domiciliar por razões humanitárias.

Segundo os autos, o genro de Elenice sofre de uma neoplasia cerebral grave e tem viagem marcada para esta segunda-feira (15) rumo aos Estados Unidos para tratamento médico especializado. Com Aníbal Laurindo preso desde maio de 2025 no âmbito da Operação Sisamnes do Supremo Tribunal Federal (STF), Elenice alegou ser a única rede de apoio de sua filha, que ficará sozinha em Cuiabá cuidando de quatro filhos pequenos, de 2, 3, 7 e 10 anos.

O desembargador, no entanto, não conheceu deste pedido específico. Ele explicou que a questão humanitária e a documentação médica não foram apresentadas previamente ao juízo de primeira instância. Decidir sobre isso diretamente no Tribunal configuraria supressão de instância. Com a suspensão do mandado de prisão principal, contudo, a ré permanece em liberdade.

Próximos passos

Com a concessão parcial da liminar, o Tribunal de Justiça expediu uma ordem urgente à 12ª Vara Criminal de Cuiabá para obstar o cumprimento do mandado de prisão. Encerrado o plantão do final de semana, o processo será distribuído formalmente a um relator originário, que colherá informações detalhadas do juiz de piso e dará o andamento final ao julgamento do mérito do habeas corpus.

Procurada, a defesa de Elenice Ballarotti Laurindo informou que não emitirá novas declarações públicas em virtude do segredo de justiça que recai sobre os desdobramentos do caso. O assassinato de Roberto Zampieri, executado com 12 tiros quando saía de seu escritório no bairro Bosque da Saúde, segue como um dos casos mais complexos do cenário policial e jurídico de Mato Grosso.


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