Primavera do Leste / MT - Terca-Feira, 13 de Janeiro de 2026

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Profissionais de saúde recebem capacitação sobre hanseníase



Médicos, enfermeiros, técnicos em enfermagem e Agentes Comunitários de Saúde participaram nesta sexta-feira, 19, de uma capacitação que aborda o tratamento, prevenção da hanseníase, além de ações que promovam a prevenção do estigma e discriminação. As palestras promovidas pela Secretaria Municipal de Saúde fazem parte das ações desenvolvidas dentro da ‘Campanha Janeiro Roxo’, que tem como foco a conscientização e o debate sobre a doença.

De acordo com a secretária de saúde, Laura Leandra, a capacitação é uma forma de intensificar o diagnóstico da doença nas unidades básicas de saúde. “Basicamente o diagnóstico da hanseníase é clínico, por isso, buscamos realizar atividades para que cada vez mais os profissionais de saúde estejam aptos a identificar a enfermidade”.

Cerca de 130 profissionais participaram da capacitação realizada na Unidade de Pronto Atendimento, UPA. Durante o encontro foram ministradas palestras com os especialistas em hanseníase, Lourenço Ribeiro da Cruz Neto, Patrícia Lohanna de Souza Nunes e Juliana Santos Braga Gentil.

Outras ações foram realizadas para esclarecer a sociedade sobre a gravidade da doença e capacitar o maior número de profissionais de saúde, para um preparo técnico de diagnóstico e tratamento precoce. A secretária informou ainda que no último domingo de janeiro, em que é celebrado o Janeiro Roxo, será realizado o Dia D, no Lago Municipal. Laura salientou que no município foram notificados 27 casos de hanseníase no ano passado. “Temos uma população rotativa, em que várias pessoas saem de outros estados para trabalhar nas fazendas e por falta de conhecimento não procuram a unidade de saúde e transmitem a doença”.

Sobre a Hansienise

A Secretaria de Saúde disponibiliza um atendimento amplo aos casos suspeitos ou confirmados, como acolhimento, atendimentos psicológicos, além de medicação. A hanseníase é uma doença antiga e era conhecida como ‘lepra’. Ela é causada por uma bactéria chamada Mycobacterium leprae e é infecciosa. No Brasil é considerada um problema de saúde pública, uma vez que ocorrem cerca de 30 mil casos novos por ano, no entanto é uma doença que tem cura. O tratamento é feito por meio da Poliquimioterapia (PQT), que após iniciar o uso dos medicamentos, a doença deixa de ser transmissível em cerca de quatro dias.

Da Assessoria



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Saúde amplia acesso ao DIU e reforça planejamento reprodutivo para mulheres


Método contraceptivo de longa duração, reversível e com alta eficácia é ofertado gratuitamente pela rede municipal de saúde

A Secretaria Municipal de Saúde segue investindo em ações voltadas ao cuidado e ao bem-estar das mulheres, disponibilizando o DIU (Dispositivo Intrauterino) como método contraceptivo seguro, eficaz e de longa duração para a população feminina.

 

O DIU é um método contraceptivo reversível, consistente em uma pequena peça de plástico em formato de “T”, inserida no útero por médico ginecologista, com o objetivo de prevenir a gravidez. Ele atua alterando o ambiente uterino, tornando-o hostil aos espermatozoides e/ou óvulos, e possui eficácia superior a 99%, sem a necessidade de uso diário.

 

De acordo com a coordenadora Laís Barros, o método se destaca pela durabilidade e praticidade. “Ele pode durar até 12 anos, o que permite à mulher planejar sua vida reprodutiva com tranquilidade. Caso deseje engravidar, basta retirar o dispositivo”, explica.

 

Atualmente, a rede municipal oferece duas opções: o DIU de cobre, com durabilidade de até 12 anos, e o mini DIU de cobre, que pode ser utilizado por até cinco anos. A escolha do modelo é feita pela médica ginecologista no momento da inserção, levando em consideração a avaliação clínica e o tamanho do útero da paciente.

 

O DIU de cobre não contém hormônios, sendo indicado especialmente para mulheres que possuem contraindicação ao uso de métodos hormonais. Além disso, trata-se de um método altamente confiável, já que não depende da lembrança diária da usuária, e a fertilidade retorna rapidamente após a retirada.

 

Para ter acesso ao DIU, a mulher deve procurar sua Unidade Básica de Saúde (UBS), onde passará por consulta com enfermeiro ou médico. Após a avaliação e a indicação do método, o encaminhamento é feito à equipe de Planejamento Familiar. O agendamento da inserção ocorre por meio de contato via WhatsApp.

 

A Secretaria de Saúde reforça que as inserções são realizadas semanalmente e que não há fila de espera para o procedimento. Em média, o agendamento ocorre em até duas semanas, sendo realizado na Clínica da Mulher, garantindo acesso rápido, seguro e gratuito ao método contraceptivo.


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