Uma das avenidas tradicionais de Primavera do Leste, a Avenida Campo Grande receberá obras de revitalização dos canteiros centrais e implantação da ciclovia. A iniciativa surgiu a partir da ideia do Prefeito Léo Bortolin, PMDB, de tornar mais acessível à trafegabilidade e proporcionar mais segurança aos ciclistas, esporte que a cada dia tem conquistado mais adeptos no município.
Durante o lançamento da obra, nesta manhã desta terça-feira (19), o prefeito Léo Bortolin ressaltou que na primeira etapa será feito a implantação da ciclovia em toda a extensão da Avenida Campo Grande – cerca de 3,5 quilômetros.- “e logo em seguida, a nossa meta é interligar até o Lago Municipal e seguir ao Primavera III”. É meta dessa administração redesenhar os canteiros de outras avenidas, como a Cuiabá, Campo Grande, Porto Alegre e Amazonas, com o intuito de embelezamento e acessibilidade.
O vereador Kinha Juriti, na oportunidade, representando o Legislativo, aproveitou para reiterar que o município precisa de mais ações como essas. “é uma obra relativamente simples de ser executada, mas com resultados extraordinários, que envolve duas coisas importantes para sociedade, o apoio ao esporte e mais seguranças ao pedestre”. Para Nelso Marcon, um dos pioneiros e incentivadores do desenvolvimento de Primavera do Leste, “o município precisa de ações como essas que transformam e trazem melhoria para todos nós”.
Conforme o secretario de infraestrutura, Eduardo Wolff, outras ações de transformações já estão sendo planejada pela Prefeitura . “São obras que vão ao encontro da expectativa da população primaverenses, que além de embelezar o município, trará mais qualidade de vida”. O evento foi prestigiado por secretários e vereadores.
TSE estuda desativar canais políticos no WhatsApp 48h antes da eleição
Proposta foi escrita pelo vice-presidente da Corte, André Mendonça
TSE faz últimos preparativos para o primeiro turno nas Eleições 2018
Uma minuta de resolução do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) prevê que canais de WhatsApp com teor político e mais de 200 mil seguidores sejam desativados nas 48 horas anteriores e 24 horas posteriores ao segundo turno da eleição, marcado para o próximo domingo (25).
Caso aprovada pelo plenário do TSE, a medida entraria em vigor de imediato, conforme o texto da minuta obtida pela Agência Brasil.
A minuta com a proposta passou a circular entre os ministros do TSE após o tema ser debatido em reuniões informais realizadas na sexta-feira (16) e na terça-feira (20). O texto foi redigido pelo ministro André Mendonça, vice-presidente da Corte Eleitoral.
Em nota à imprensa, o gabinete de Mendonça informou não se tratar de uma iniciativa pessoal do ministro, mas que coube a ele a autoria da minuta por ser tradição que as normas eleitorais sejam redigidas pelo vice-presidente do TSE.
“O objetivo discutido é proteger a integridade do pleito nas horas que antecedem e sucedem a votação, quando não há tempo hábil para resposta ou correção de conteúdos ilícitos”, diz a nota do gabinete de Mendonça.
A nota acrescenta ainda que o texto foi redigido a partir de um consenso interno, e que “os critérios em análise são objetivos e impessoais e valem igualmente para todos os canais de natureza político-eleitoral de grande alcance, qualquer que seja o candidato, o partido ou a orientação política”.
Caso seja aprovada, a iniciativa deve atingir o canal “Exército do Lula”, que atingiu nesta quarta (21) a marca de 7 milhões de inscritos no aplicativo de mensagens WhatsApp. Também seria desativado o canal “Tropa do Flávio”, que possui 2 milhões de inscritos.
Proposta
O texto da minuta aplica aos canais de transmissão de natureza político-eleitoral com mais de 200 mil seguidores as mesmas restrições que já vigoram sobre o conteúdo impulsionado de campanha, aquele cujo alcance é potencializado mediante pagamento às plataformas.
O texto também considera haver “alcance desproporcional de canais com grande audiência na difusão de conteúdos ilícitos”.
Em outro trecho, a proposta diz ainda que “o período compreendido entre as 48 (quarenta e oito) horas antes e as 24 (vinte e quatro) horas depois da eleição concentra o maior risco de dano irreversível à formação livre da vontade do eleitorado, por não haver tempo hábil para resposta, esclarecimento ou tutela jurisdicional efetiva”.
Controvérsia
A proposta surge após uma disputa de liminares em torno do canal “Exército do Lula”. Na semana passada, o canal foi retirado do ar pelo ministro Kássio Nunes Marques, presidente do TSE, após pedido da campanha do presidenciável Flávio Bolsonaro, que alegou disseminação de desinformação.
Pouco depois, porém, Nunes Marques voltou a suspender o canal, alegando que mesmo sendo administrado por um apoiador, o deputado André Janones (Rede-MG), a ferramenta teria vínculo com a campanha oficial, e portanto deveria estar registrado no TSE como tal.
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