Primavera do Leste / MT - Quinta-Feira, 22 de Outubro de 2026

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Novembro Azul terá ações grátis para homens de Primavera do Leste



Novembro é mês de lembrar os homens sobre a importância da prevenção contra o câncer de próstata, por isso, a Prefeitura, por meio da Secretaria de Assistência Social e do Programa de Promoção do Acesso ao Mundo do Trabalho (Acessuas), organizam ação pública para orientar homens de Primavera do Leste. A campanha ocorrerá nesta quinta (8) e sexta-feira (9), na Praça Centra, das 13h às 17h.

No local a população masculina do município receberá orientações e informações sobre a prevenção e tratamento do câncer de próstata. Profissionais da área da saúde fará a identificação de sinais e sintomas desta doença. Também serão oferecidos cortes de cabelo e barba, além de palestras sobre o tema. Tudo isso gratuitamente.

A ação é uma parceria da Secretaria de Assistência Social, Acessuas, Secretaria Municipal de Saúde, Centro de Apoio e Combate ao Câncer (CACC) e Senac, que disponibilizará alunos do curso de cabeleireiro para realizar os procedimentos estáticos.

CÂNCER DE PRÓSTATA

A próstata é uma glândula que só existe no corpo masculino. Ela fica localizada abaixo da bexiga, à frente o reto, e tem como uma das funcionalidades a produção do sêmen.

O câncer na próstata se deve a um tumor maligno que costuma atingir homens acima dos 50 anos. Também estão propensos a desenvolver a doença homens que tenham histórico na família. O diagnóstico também pode ser positivo devido a fatores hormonais e ambientais, dietas ricas em gorduras, sedentarismo e excesso de peso. A raça negra faz parte do grupo de maior risco.

É a segunda oncologia que mais afeta homens no país, perdendo apenas para o tumor de pele não melanoma. No Brasil são mais de 68 mil novos casos de câncer de próstata para cada ano do biênio 2018/2019, conforme informações do Instituto nacional do Câncer (INCA). Esse número equivale a 66 novos casos para cada 100 mil homens. No Centro Oeste são 56 afetados a cada 100 mil homens.

Quanto aos sintomas, a maioria dos cânceres de próstata cresce lentamente e não causa sintomas no início. Tumores em estágios mais avançados podem causar dificuldades para urinar, sensação de bexiga cheia, sangue na urina e, em alguns casos, dores ósseas na região das costas.

Se você apresenta algum desses sintomas, compareça na Praça Central nos dias 8 e 9, das 13h às 17h, ou procure uma unidade de Estratégia Saúde da Família (ESF) mais próxima.

Ascom – Prefeitura de Primavera do Leste



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política

TSE estuda desativar canais políticos no WhatsApp 48h antes da eleição


Proposta foi escrita pelo vice-presidente da Corte, André Mendonça

TSE faz últimos preparativos para o primeiro turno nas Eleições 2018

Uma minuta de resolução do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) prevê que canais de WhatsApp com teor político e mais de 200 mil seguidores sejam desativados nas 48 horas anteriores e 24 horas posteriores ao segundo turno da eleição, marcado para o próximo domingo (25). 

Caso aprovada pelo plenário do TSE, a medida entraria em vigor de imediato, conforme o texto da minuta obtida pela Agência Brasil.

A minuta com a proposta passou a circular entre os ministros do TSE após o tema ser debatido em reuniões informais realizadas na sexta-feira (16) e na terça-feira (20). O texto foi redigido pelo ministro André Mendonça, vice-presidente da Corte Eleitoral.

Em nota à imprensa, o gabinete de Mendonça informou não se tratar de uma iniciativa pessoal do ministro, mas que coube a ele a autoria da minuta por ser tradição que as normas eleitorais sejam redigidas pelo vice-presidente do TSE.

“O objetivo discutido é proteger a integridade do pleito nas horas que antecedem e sucedem a votação, quando não há tempo hábil para resposta ou correção de conteúdos ilícitos”, diz a nota do gabinete de Mendonça.

A nota acrescenta ainda que o texto foi redigido a partir de um consenso interno, e que “os critérios em análise são objetivos e impessoais e valem igualmente para todos os canais de natureza político-eleitoral de grande alcance, qualquer que seja o candidato, o partido ou a orientação política”.

Caso seja aprovada, a iniciativa deve atingir o canal “Exército do Lula”, que atingiu nesta quarta (21) a marca de 7 milhões de inscritos no aplicativo de mensagens WhatsApp. Também seria desativado o canal “Tropa do Flávio”, que possui 2 milhões de inscritos.

Proposta

O texto da minuta aplica aos canais de transmissão de natureza político-eleitoral com mais de 200 mil seguidores as mesmas restrições que já vigoram sobre o conteúdo impulsionado de campanha, aquele cujo alcance é potencializado mediante pagamento às plataformas.

O texto também considera haver “alcance desproporcional de canais com grande audiência na difusão de conteúdos ilícitos”.

Em outro trecho, a proposta diz ainda que “o período compreendido entre as 48 (quarenta e oito) horas antes e as 24 (vinte e quatro) horas depois da eleição concentra o maior risco de dano irreversível à formação livre da vontade do eleitorado, por não haver tempo hábil para resposta, esclarecimento ou tutela jurisdicional efetiva”.

Controvérsia

A proposta surge após uma disputa de liminares em torno do canal “Exército do Lula”. Na semana passada, o canal foi retirado do ar pelo ministro Kássio Nunes Marques, presidente do TSE, após pedido da campanha do presidenciável Flávio Bolsonaro, que alegou disseminação de desinformação.

Logo em seguida, porém, o corregedor-nacional da Justiça Eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, restabeleceu o canal. Ele afirmou não haver elementos que justificassem a medida e que Nunes Marques não poderia ter suspendido o canal por via administrativa, como fez, uma vez que o caso já tramitava pela via judicial em processo relatado pelo próprio corregedor.

Pouco depois, porém, Nunes Marques voltou a suspender o canal, alegando que mesmo sendo administrado por um apoiador, o deputado André Janones (Rede-MG), a ferramenta teria vínculo com a campanha oficial, e portanto deveria estar registrado no TSE como tal.

Por fim, o Exército do Lula acabou sendo liberado pelo presidente do TSE, após o registro ter sido feito pela campanha oficial.

Felipe Pontes – repórter da Agência Brasil


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