Vereador Luis Costa pede providências a empresa CityBus em relação a qualidade do serviço prestado
Da Redação
Inúmeras reclamações e denúncias foram feitas pelos usuários do transporte coletivo CityBus ao vereador Luis Costa (PR). Nos relatos principalmente é apontado, a falta de cumprimento de horário em que os ônibus estão passando pelos pontos, e também a lotação.
“As pessoas que utilizam o transporte coletivo de nossa cidade não estão satisfeitas, pois elas pagam por uma passagem de R$ 3.21 diariamente e não tem qualidade no transporte. Eu fui verificar a situação no ano passado e peguei o transporte que faz a linha do Bairro Primavera 3 até o centro e pude verificar que existe sim lotação e que há falta de manutenção nos ônibus”.
O legislador solicitou na semana passada a Prefeitura Municipal o contrato entre o executivo e a empresa, para verificar se existe o cumprimento deste contrato por ambas as partes e o que precisa mudar para que o serviço atenda a população com dignidade.
“A situação da lotação é relatada há muito tempo, mas se não bastasse, ainda tem a falta de cumprimento de horários. Várias pessoas tem me reclamado e também nas redes sociais que chegam atrasadas no trabalho porque o transporte atrasa para passar no ponto. Irei investigar a situação, pois a denúncia que eu tenho é que a empresa está pagando o imposto para outro município e circulando sem a vistoria obrigatória”.
Luis Costa chama atenção da direção da empresa para que melhore o serviço prestado, porque se existe um contrato de concessão com o executivo, a empresa CityBus tem que obedecer oferecendo um serviço de qualidade a nossa população.
Irmãs do Tigrinho ostentam viagens internacionais com maridos, carrões e mansões; fotos
Apontados como líderes de um esquema de fraudes milionárias e lavagem de dinheiro envolvendo o “Jogo do Tigrinho”, o empresário Wilton Vagner Vasconcelos Magalhães e sua esposa, Jéssica Orben Vasconcelos Magalhães, ostentam uma vida de luxo nas redes sociais. Irmã de Jéssica, a inflluenciadora Lili Vasconcelos, e seu marido, Erison Coutinho, também foram alvos da PJC.
Viagens para o exterior, carros de luxo e imóveis de alto padrão fazem parte das postagens dos dois casais nas internet.
Lili Vasconcelos e Erison Coutinho
Jéssica e Lili são apontadas como digitais influencers. Elas possuem,
que os valores obtidos eram dissimulados por meio de empresas, movimentações financeiras fracionadas e aquisição de bens de alto valor, incluindo imóveis de luxo, veículos importados, como BMW, Land Rover e Porsche, e outros patrimônios incompatíveis com a renda declarada.
Há indícios ainda de uso de “laranjas” e empresas de fachada, bem como transações simuladas para dificultar o rastreamento financeiro. Relatórios técnicos produzidos ao longo da investigação evidenciaram movimentações milionárias, divergências fiscais e vínculos com outras pessoas investigadas por crimes semelhantes, além de conexões com plataformas e contatos internacionais associados a fraudes digitais.
Segundo a Polícia Civil, o alto padrão de vida ostentado pelos investigados, considerado incompatível com a renda formal declarada, foi um dos pontos que chamou a atenção nas investigações.
Durante cumprimento de mandado numa mansão, os policiais encontraram um Porsche vermelho e uma caminhonete Dodge RAM. Em outro local, foi encontrado um veículo da marca Jaguar e um Haval.
As imagens das mansões também impressionam.
Uma pistola 9mm com 50 munições foi apreendida com Wilton Magalhães. Ele foi preso em flagrante e passará por audiência de custódia no Fórum de Cuiabá.
INVESTIGAÇÕES
Os elementos apurados apontaram que os investigados utilizavam redes sociais para promover os jogos, atraindo participantes com promessas de ganhos fáceis e elevados. O modelo de funcionamento apresentava características típicas de pirâmide financeira, em que os rendimentos dependiam da entrada de novos usuários.
Apontado como principal articulador do esquema, o alvo principal exercia papel central na movimentação financeira e na ocultação dos valores ilícitos ganhos com a divulgação dos jogos de azar, utilizando empresas e bens de alto valor para dar aparência de legalidade aos recursos.
As investigações também apontaram que os valores obtidos eram dissimulados por meio de empresas, movimentações financeiras fracionadas e aquisição de bens de alto valor, incluindo imóveis de luxo, veículos importados, como BMW, Land Rover e Porsche, e outros patrimônios incompatíveis com a renda declarada.
Há indícios ainda de uso de “laranjas” e empresas de fachada, bem como transações simuladas para dificultar o rastreamento financeiro. Relatórios técnicos produzidos ao longo da investigação evidenciaram movimentações milionárias, divergências fiscais e vínculos com outras pessoas investigadas por crimes semelhantes, além de conexões com plataformas e contatos internacionais associados a fraudes digitais.
As investigações também apontaram o papel central da esposa e da cunhada do principal investigado, que atuavam como influenciadoras digitais no esquema criminoso e utilizavam suas redes sociais para promover plataformas ilegais de apostas, atraindo seguidores com promessas de ganhos fáceis e elevados.
Por meio de postagens frequentes, ostentação de resultados e divulgação de links para acesso aos jogos, as investigadas ampliavam o alcance das plataformas, muitas vezes utilizando contas demonstrativas para simular lucros. Além de fomentar a adesão de novos usuários, essa atuação contribuía diretamente para a geração de receitas ilícitas, posteriormente inseridas no sistema financeiro por meio de mecanismos de ocultação e dissimulação.
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