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Vereador Luis Costa solicita obras de escoamento de água para o bairro COHAB Jaime Campos



Da Redação

A reclamação dos moradores do Bairro COHAB Jaime Campos, não é de hoje. Sempre que chove muito a ladainha é a mesma, a água empossa as ruas, e sem ter para onde escorrer, entra em algumas residenciais. Esse problemão tem causado dor de cabeça há anos, para a comunidade.

Recentemente alguns moradores chamaram o vereador Luis Costa (PR) para verificar in loco a situação que fica as ruas e as residências com o alagamento. “Eu estive com moradores do Bairro COHAB Jaime Campos e por lá a situação está difícil porque a água não tem para onde escorrer. Quando foi feito o bairro, deixaram uma rua do bairro Novo Horizonte desaguar em frente as residências da COHAB,  e assim os moradores tem perdido até móveis com essa situação. Não dá mais para adiar, eu sei que para resolver o problema precisa de recursos, mas precisamos de uma obra urgente no local”. Explica o vereador Luis Costa.

De acordo com o vereador, os moradores têm usado as redes sociais, para denunciar o problema. Em várias postagens Luis Costa foi marcado, e já solicitou por meio de indicações e ofícios que o problema seja sanado.

Outra situação que o legislador apontou durante sua fala na última sessão, 4,  que foi também denúncia de vários moradores do bairro Primavera III, é o problema com um bueiro que fica na baixada do bairro, em que a concessionária Águas de Primavera, vem desaguando no córrego. “Os moradores que moram na região do Primavera III e no buritis e que passam pelo bueiro todos os dias para trabalhar, reclamaram que o cheio está horrível. Vou levar para prefeitura, para a SEMA, em todos os órgãos competentes para que a empresa possa cumprir o serviço de forma correta”. Pontua o vereador.

ESPECIALIDADES NA SAÚDE

A saúde pública também foi comentada por Luis Costa, em que, recentemente, disseram que vários moradores de bairros diferentes questionaram a falta de especialistas, principalmente médicos pediatras. “Falaram-me que algumas especialidades médicas estão faltando no SUS, preciso saber até quando? Se já contrataram? Porque o povo que precisa de atendimento, não espera não. Eu digo aqui, que não importa o prefeito, que irei continuar cobrando e lutando por melhorias para o povo. Eu quero é que o cidadão seja do bairro São Cristovão, do São José, seja qual for o bairro, seja atendido, e preciso de prazo, quando?”. Finaliza o legislador.



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Região

MPMT requer interdição de cadeia pública feminina de Cáceres


O Ministério Público do Estado de Mato Grosso, por meio da 1ª Promotoria de Justiça de Cáceres, requereu no final da tarde desta quinta-feira (22) a interdição da cadeia feminina do município. A medida foi tomada em razão da existência de infiltrações estruturais e alto risco de incêndio na unidade prisional. O pedido foi direcionado à 1ª Vara Criminal da Comarca de Cáceres.

De acordo com o MPMT, a cadeia feminina do município não possui Alvará de Segurança Contra Incêndio e Pânico (ASCIP) do Corpo de Bombeiros. Inspeções realizadas no local demonstram uma série de problemas estruturais na unidade, como falta de sistemas de hidrante, de saídas de emergência, de alarme de incêndio, entre outros.

Conforme laudo técnico das instalações elétricas do edifício, encaminhado ao Ministério Público pelo Conselho de Segurança, as “instalações estão em péssimas condições de conservação, com risco gravíssimo de acidentes à população carcerária e aos profissionais da segurança pública responsáveis pelo local, proporcionando alto grau de risco de incêndio a qualquer momento”.

Segundo o promotor de Justiça Marcelo Linhares Ferreira, o Centro de Apoio Operacional às Promotorias de Justiça do MPMT também realizou inspeção técnica na unidade prisional, constatando inconformidades em toda a edificação que interferem diretamente na segurança dos usuários.

“O quadro existente no estabelecimento prisional fere os mais básicos direitos fundamentais do homem, sendo que a medida de interdição visa a resguardar a dignidade da pessoa humana e a proteção de risco à vida e à integridade física das presas”, destacou o promotor de Justiça.

por CLÊNIA GORETH

 

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