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“O que me deixaria feliz e satisfeito é que promessas políticas tivessem uma data de validade, um prazo a ser cumprido”. Indaga o vereador Luis Costa



Segundo os professores da Escola Municipal São José, quando o clima está muito quente ou frio, as aulas de educação física são suspensas.  Está situação vem ocorrendo há muitos anos, se levarmos em consideração que a escola existe há 23 anos, é vergonhoso para uma cidade de 70 mil habitantes que tem o um ótimo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH). De acordo com dados disponibilizados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) Primavera do Leste em 2013, encontra-se em 0,752, no IDH, ou seja, é considerado com um índice alto, no qual chega a ser maior que do estado de Mato Grosso com 0,725 e o Brasil com 0,727.

Da Redação

Em uma visita a Escola Municipal São José, que fica localizada no Bairro São José, o vereador Luis Costa (PR), ouviu algumas reivindicações dos professores e da direção da unidade escolar, em relação à infraestrutura.

“Eu tenho um carinho muito grande a todos os moradores do Bairro São José, porque foi onde cresci, estudei e comecei a trabalhar. Na visita que fiz ontem (04) aos professores e a direção da escola, fui muito cobrado. Existe uma promessa política de que seria feito uma passagem do Bairro São José a BR-070, para dar acesso mais fácil e seguro à comunidade do bairro e região. Os professores estão cobrando, porque entra gestão e sai gestão, a promessa continua a mesma”. Explica o legislador.

Luis Costa reforça em sua fala que a função do vereador é cobrar, acompanhar os projetos as ações do executivo, mas também é denunciar todas as mazelas que o povo tem passado.

“Outro problema grave apontado pelos professores é a falta de infraestrutura da quadra de esportes. O local não tem cobertura, não tem telas, não tem iluminação adequada, parte do piso está deteriorado, não tem nada. Agora imagina como é ter uma aula de educação física com sol, com a temperatura mais de 30 graus? Ou então vamos imaginar ao contrário, com o vento frio destes últimos dias, com a temperatura lá em baixo? É inadmissível fazer isso com nossas crianças”. Aponta o legislador.

Segundo os professores, quando o clima está muito quente ou frio, as aulas de educação física são suspensas.  Está situação vem ocorrendo há anos, e se levarmos em consideração que a escola existe há 23 anos, é muito vergonhoso para uma cidade de 70 mil habitantes que tem o um ótimo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH). De acordo com dados disponibilizados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) Primavera do Leste em 2013, encontra-se em 0,752, no IDH, ou seja, é considerado com um índice alto, no qual chega a ser maior que do estado de Mato Grosso com 0,725 e o Brasil com 0,727.

“É revoltante ver quantos investimentos temos em pastas menores, e a conversa continua a mesma, e se torna mais uma vez promessa de campanha. Este problema que estou falando não é novidade, vários vereadores que já passaram por esta casa, fizeram indicações para as manutenções na escola e na quadra, mas até agora nada. Às vezes ouvimos e sabemos que algumas escolas em situação de depredação, são do estado e a responsabilidade é do estado, mas enquanto tivermos cidadãos primaverenses precisando de uma educação de qualidade, irei sim lutar. O que me deixaria feliz e satisfeito é que promessas políticas tivessem uma data de validade, um prazo a ser cumprido”. Questiona Luis Costa.

O legislador explica que a comunidade, sendo pais e alunos criam expectativas em torno das promessas políticas, e com o passar do tempo, ficam desacreditados, já que nunca há um retorno.

“Eu disse na semana passada e reforço, que precisamos manter nossa base, que é a educação e saúde. Precisamos de uma escola de qualidade, com as reformas necessárias, adequações, com uma quadra coberta e digna, porque esses serviços são essenciais, para a formação social, econômica e política do ser humano. Eu continuarei lutando pela escola São José, e tantas outras que necessitarem de serviços públicos”. Conclui.



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MPMT requer interdição de cadeia pública feminina de Cáceres


O Ministério Público do Estado de Mato Grosso, por meio da 1ª Promotoria de Justiça de Cáceres, requereu no final da tarde desta quinta-feira (22) a interdição da cadeia feminina do município. A medida foi tomada em razão da existência de infiltrações estruturais e alto risco de incêndio na unidade prisional. O pedido foi direcionado à 1ª Vara Criminal da Comarca de Cáceres.

De acordo com o MPMT, a cadeia feminina do município não possui Alvará de Segurança Contra Incêndio e Pânico (ASCIP) do Corpo de Bombeiros. Inspeções realizadas no local demonstram uma série de problemas estruturais na unidade, como falta de sistemas de hidrante, de saídas de emergência, de alarme de incêndio, entre outros.

Conforme laudo técnico das instalações elétricas do edifício, encaminhado ao Ministério Público pelo Conselho de Segurança, as “instalações estão em péssimas condições de conservação, com risco gravíssimo de acidentes à população carcerária e aos profissionais da segurança pública responsáveis pelo local, proporcionando alto grau de risco de incêndio a qualquer momento”.

Segundo o promotor de Justiça Marcelo Linhares Ferreira, o Centro de Apoio Operacional às Promotorias de Justiça do MPMT também realizou inspeção técnica na unidade prisional, constatando inconformidades em toda a edificação que interferem diretamente na segurança dos usuários.

“O quadro existente no estabelecimento prisional fere os mais básicos direitos fundamentais do homem, sendo que a medida de interdição visa a resguardar a dignidade da pessoa humana e a proteção de risco à vida e à integridade física das presas”, destacou o promotor de Justiça.

por CLÊNIA GORETH

 

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