Primavera do Leste / MT - Quinta-Feira, 23 de Abril de 2026

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Vereador Luis Costa solicita ao executivo um número de telefone para a população enviar WhatsApp para a Coordenadoria de Trânsito



Da Redação

A ideia do vereador Luis Costa (PR) surgiu por meio das visitas aos moradores da cidade que sempre vem reclamando ou sugerindo alterações para o trânsito de Primavera do Leste. “São muitos pedidos de redutor de velocidade, denúncia de infração de trânsito, reclamação de falta de sinalização, e falta de placas de nomes de ruas, e sempre tenho atendido a comunidade por meio de ofícios e indicações e continuarei atendendo, mas a ideia de disponibilizar um número telefônico será como um canal da ouvidoria”. Descreve o legislador.

Luis Costa explica que Primavera do Leste cresceu muito nos últimos anos, e o primeiro planejamento das principais avenidas e ruas da cidade, ficou para trás, e hoje é necessário fazer um estudo de mobilidade urbana para que os cidadãos tenham mais qualidade de vida no trânsito. Nesta perspectiva de envolver a comunidade, surgiu a ideia, de a Prefeitura disponibilizar um número telefônico para os cidadãos enviarem por meio do aplicativo WhatsApp, mensagens de texto, imagens, vídeos e áudios para a Coordenadoria Municipal de Trânsito e Transportes Urbanos (CMTU), para que assim as pessoas possam fazer reclamações e sugestões em relação ao trânsito de nossa cidade.

“Existem várias indicações não só minha, mas de outros colegas vereadores, de quebra-molas, sinalizações e também de alterações de algumas ruas serem ou não mão única. O morador tem reclamado que o trânsito de nossa cidade precisa de alternativas para melhorar, então pensei, que tendo um canal direito com o cidadão, irá proporcionar a execução de um bom trabalho ao executivo”. Pontua Luis Costa.

O legislador cita ainda que, o vereador Manuel Mazzutti (MDB), fez uma indicação que entrou também na sessão ordinária de segunda (25), solicitando ao executivo por meio da CMTU que se coloque pela cidade radares móvel. Manuel Mazzutti fez a indicação pensando também na redução de infrações que são cometidas por descuido ou por falta de educação no trânsito por parte do cidadão e desta forma, os radares irão ajudar na mobilidade do trânsito, na ordem e também inibir ações de infrações futuras.

Vale Salientar que o aplicativo WhatsApp pode ser baixado em qualquer celular, com internet móvel ou wifi. O aplicativo é utilizado para ligações, mensagens de texto, vídeos, fotografias, e áudios. Considera-se que a interatividade do cidadão aumentou nestes últimos anos por meio do aplicativo, e desta forma também, o poder público pode fazer uso desta ferramenta para aproximar ainda mais do cidadão.



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Irmãs do Tigrinho ostentam viagens internacionais com maridos, carrões e mansões; fotos


Apontados como líderes de um esquema de fraudes milionárias e lavagem de dinheiro envolvendo o “Jogo do Tigrinho”, o empresário Wilton Vagner Vasconcelos Magalhães e sua esposa, Jéssica Orben Vasconcelos Magalhães, ostentam uma vida de luxo nas redes sociais. Irmã de Jéssica, a inflluenciadora Lili Vasconcelos, e seu marido, Erison Coutinho, também foram alvos da PJC.

Viagens para o exterior, carros de luxo e imóveis de alto padrão fazem parte das postagens dos dois casais nas internet.

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Lili Vasconcelos e Erison Coutinho

Jéssica e Lili são apontadas como digitais influencers. Elas possuem,

que os valores obtidos eram dissimulados por meio de empresas, movimentações financeiras fracionadas e aquisição de bens de alto valor, incluindo imóveis de luxo, veículos importados, como BMW, Land Rover e Porsche, e outros patrimônios incompatíveis com a renda declarada.

 

Há indícios ainda de uso de “laranjas” e empresas de fachada, bem como transações simuladas para dificultar o rastreamento financeiro. Relatórios técnicos produzidos ao longo da investigação evidenciaram movimentações milionárias, divergências fiscais e vínculos com outras pessoas investigadas por crimes semelhantes, além de conexões com plataformas e contatos internacionais associados a fraudes digitais.

 

Segundo a Polícia Civil, o alto padrão de vida ostentado pelos investigados, considerado incompatível com a renda formal declarada, foi um dos pontos que chamou a atenção nas investigações.

 

Durante cumprimento de mandado numa mansão, os policiais encontraram um Porsche vermelho e uma caminhonete Dodge RAM. Em outro local, foi encontrado um veículo da marca Jaguar e um Haval.

As imagens das mansões também impressionam.

Uma pistola 9mm com 50 munições foi apreendida com Wilton Magalhães. Ele foi preso em flagrante e passará por audiência de custódia no Fórum de Cuiabá.

 

INVESTIGAÇÕES

 

Os elementos apurados apontaram que os investigados utilizavam redes sociais para promover os jogos, atraindo participantes com promessas de ganhos fáceis e elevados. O modelo de funcionamento apresentava características típicas de pirâmide financeira, em que os rendimentos dependiam da entrada de novos usuários.

 

Apontado como principal articulador do esquema, o alvo principal exercia papel central na movimentação financeira e na ocultação dos valores ilícitos ganhos com a divulgação dos jogos de azar, utilizando empresas e bens de alto valor para dar aparência de legalidade aos recursos.

 

As investigações também apontaram que os valores obtidos eram dissimulados por meio de empresas, movimentações financeiras fracionadas e aquisição de bens de alto valor, incluindo imóveis de luxo, veículos importados, como BMW, Land Rover e Porsche, e outros patrimônios incompatíveis com a renda declarada.

 

Há indícios ainda de uso de “laranjas” e empresas de fachada, bem como transações simuladas para dificultar o rastreamento financeiro. Relatórios técnicos produzidos ao longo da investigação evidenciaram movimentações milionárias, divergências fiscais e vínculos com outras pessoas investigadas por crimes semelhantes, além de conexões com plataformas e contatos internacionais associados a fraudes digitais.

 

As investigações também apontaram o papel central da esposa e da cunhada do principal investigado, que atuavam como influenciadoras digitais no esquema criminoso e utilizavam suas redes sociais para promover plataformas ilegais de apostas, atraindo seguidores com promessas de ganhos fáceis e elevados.

 

Por meio de postagens frequentes, ostentação de resultados e divulgação de links para acesso aos jogos, as investigadas ampliavam o alcance das plataformas, muitas vezes utilizando contas demonstrativas para simular lucros. Além de fomentar a adesão de novos usuários, essa atuação contribuía diretamente para a geração de receitas ilícitas, posteriormente inseridas no sistema financeiro por meio de mecanismos de ocultação e dissimulação.

Fonte: Midiajur

 

 


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