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Vereadores visitam obras paradas em Primavera do Leste



Falando da estrada que liga o Bairro Tuiuu, o vereador Luis Costa afirma que não prometeu nada a comunidade, em relação ao asfalto. O que o legislador tem feito é seu papel de cobrar soluções.

Da Redação

Cumprindo agenda a pedido da comunidade, o vereador Luis Costa (PR), junto com os colegas, Juarez Barbosa (PDT), Iva Viana (PDT) e Carmem Betti Borges (PSC), visitaram algumas obras de nossa cidade.

Começando com o Jardim Luciana, que conta com duas obras paradas, sendo uma creche e uma Estratégia da Saúde da Família (ESF). Segundo o vereador Luis Costa, será necessário solicitar informações e apoio do Fundo Nacional do Desenvolvimento da Educação (FNDE), em Brasília para que a creche que começou a ser construída na gestão ainda do ex-prefeito Érico Piana, seja finalizada.

“A construção da creche está no Bairro Jardim Luciana, é um prédio grande e irá atender toda a demanda da região, como dos bairros Poncho Verde, COHAB Jaime Campos, entre outros. Precisamos tomar uma providência para a retomada da obra, porque se deixarmos a obra parada, o prédio irá deteriorar. Outra situação é a falta de vagas nas creches. Sabemos que muitas mães deixam de trabalhar para ficar em casa cuidando dos filhos”. Saliente o vereador.

Ao lado da obra da creche está à construção de um ESF – posto de saúde – o local já está ficando comprometido. O piso já está quebrando e parte das paredes rachando, sem contar o mato alto em volta. Os vereadores irão solicitar informações à prefeitura em relação a está obra, já que a empresa que atuava nela é de Primavera do Leste.

O ESF4 é outra obra, que felizmente não está parada, porém em visita, o vereador Luis Costa, constatou que tem apenas três homens trabalhando. “Vejo que dessa forma não iremos entregar tão cedo o posto de saúde à comunidade.” Menciona o Legislador.

Outro questionamento do vereador Luis Costa é em relação ao asfalto da rotatória da BR-070, que está a cada dia pior. “São muitos buracos novos no local, e o asfalto parece que esfarela. Temos que acompanhar as obras de nosso município de perto, e ir atrás dos responsáveis, porque quem paga a conta das obras públicas somos nós, o povo”.

Luis Costa encerra dizendo sobre o asfalto do Bairro Tuiuu. “Algumas pessoas chegaram a mim e disseram que eu teria prometido o asfalto para o bairro Tuiuu. Quero dizer que não prometi nada, porque quem executa obras é o executivo e eu tenho a função de cobrar, de fiscalizar, e continuarei a desempenhar meu papel em prol de nossa cidade”.

 

 

 

 



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MPMT requer interdição de cadeia pública feminina de Cáceres


O Ministério Público do Estado de Mato Grosso, por meio da 1ª Promotoria de Justiça de Cáceres, requereu no final da tarde desta quinta-feira (22) a interdição da cadeia feminina do município. A medida foi tomada em razão da existência de infiltrações estruturais e alto risco de incêndio na unidade prisional. O pedido foi direcionado à 1ª Vara Criminal da Comarca de Cáceres.

De acordo com o MPMT, a cadeia feminina do município não possui Alvará de Segurança Contra Incêndio e Pânico (ASCIP) do Corpo de Bombeiros. Inspeções realizadas no local demonstram uma série de problemas estruturais na unidade, como falta de sistemas de hidrante, de saídas de emergência, de alarme de incêndio, entre outros.

Conforme laudo técnico das instalações elétricas do edifício, encaminhado ao Ministério Público pelo Conselho de Segurança, as “instalações estão em péssimas condições de conservação, com risco gravíssimo de acidentes à população carcerária e aos profissionais da segurança pública responsáveis pelo local, proporcionando alto grau de risco de incêndio a qualquer momento”.

Segundo o promotor de Justiça Marcelo Linhares Ferreira, o Centro de Apoio Operacional às Promotorias de Justiça do MPMT também realizou inspeção técnica na unidade prisional, constatando inconformidades em toda a edificação que interferem diretamente na segurança dos usuários.

“O quadro existente no estabelecimento prisional fere os mais básicos direitos fundamentais do homem, sendo que a medida de interdição visa a resguardar a dignidade da pessoa humana e a proteção de risco à vida e à integridade física das presas”, destacou o promotor de Justiça.

por CLÊNIA GORETH

 

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