BATALHA PELO SENADO: Jaime tem 36%; Nilson, 21%; Procurador, 20%; e Selma, 16%
Em sua quarta rodada de pesquisas eleitorais em Mato Grosso, o Voice também mediu as intenções de votos para o Senado.
Na modalidade estimulada, quando é oferecida ao eleitor uma relação com os nomes dos candidatos, Jaime Campos (DEM) aparece na liderança, com 36%; seguido de Nilson Leitão (PSDB), com 21%; Procurador Mauro (PSOL), com 20%; e pela ex-juíza Selma Arruda (PSL), com 16%.
Nilson e procurador Mauro estão tecnicamente empatados, enquanto Selma Arruda se aproxima de ambos.
Em seguida estão os candidatos Carlos Fávaro (PSD), com 8%; Adilton Sachetti (PRB), com 8%;e Maria Lúcia Cavalli Neder (PC do B), com 7%;
Na sequência estão Waldir Caldas (NOVO), Gilberto Lopes (PSOL) e Sebastião Carlos (REDE), com 1% cada.
O canditato Aladir Leite (PPL) não pontuou.
Os votos nulos e brancos somaram, entre as duas opções de votos, 16%. Os Indecisos ou que não souberam responder,57%; e os que não responderam, 8%.
Nestas eleições, cada eleitor poderá votar em dois candidatos ao Senado, e os dados acima representam a soma do primeiro mais o segundo voto (veja abaixo os gráficos individuais), por isso a soma dos percentuais é de 200%.
Dados
A margem de erro do estudo é de 3,5%, para mais ou para menos. O intervalo de confiança é de 95%.
O Voice Pesquisas ouviu 812 eleitores em 30 municípios de todas as regiões do Estado, entre os últimos dias 14 e 18 de setembro.
O levantamento foi contratado pelo próprio instituto e está registrado no TRE-MT sob o nº MT – 06521/2018.
TSE estuda desativar canais políticos no WhatsApp 48h antes da eleição
Proposta foi escrita pelo vice-presidente da Corte, André Mendonça
TSE faz últimos preparativos para o primeiro turno nas Eleições 2018
Uma minuta de resolução do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) prevê que canais de WhatsApp com teor político e mais de 200 mil seguidores sejam desativados nas 48 horas anteriores e 24 horas posteriores ao segundo turno da eleição, marcado para o próximo domingo (25).
Caso aprovada pelo plenário do TSE, a medida entraria em vigor de imediato, conforme o texto da minuta obtida pela Agência Brasil.
A minuta com a proposta passou a circular entre os ministros do TSE após o tema ser debatido em reuniões informais realizadas na sexta-feira (16) e na terça-feira (20). O texto foi redigido pelo ministro André Mendonça, vice-presidente da Corte Eleitoral.
Em nota à imprensa, o gabinete de Mendonça informou não se tratar de uma iniciativa pessoal do ministro, mas que coube a ele a autoria da minuta por ser tradição que as normas eleitorais sejam redigidas pelo vice-presidente do TSE.
“O objetivo discutido é proteger a integridade do pleito nas horas que antecedem e sucedem a votação, quando não há tempo hábil para resposta ou correção de conteúdos ilícitos”, diz a nota do gabinete de Mendonça.
A nota acrescenta ainda que o texto foi redigido a partir de um consenso interno, e que “os critérios em análise são objetivos e impessoais e valem igualmente para todos os canais de natureza político-eleitoral de grande alcance, qualquer que seja o candidato, o partido ou a orientação política”.
Caso seja aprovada, a iniciativa deve atingir o canal “Exército do Lula”, que atingiu nesta quarta (21) a marca de 7 milhões de inscritos no aplicativo de mensagens WhatsApp. Também seria desativado o canal “Tropa do Flávio”, que possui 2 milhões de inscritos.
Proposta
O texto da minuta aplica aos canais de transmissão de natureza político-eleitoral com mais de 200 mil seguidores as mesmas restrições que já vigoram sobre o conteúdo impulsionado de campanha, aquele cujo alcance é potencializado mediante pagamento às plataformas.
O texto também considera haver “alcance desproporcional de canais com grande audiência na difusão de conteúdos ilícitos”.
Em outro trecho, a proposta diz ainda que “o período compreendido entre as 48 (quarenta e oito) horas antes e as 24 (vinte e quatro) horas depois da eleição concentra o maior risco de dano irreversível à formação livre da vontade do eleitorado, por não haver tempo hábil para resposta, esclarecimento ou tutela jurisdicional efetiva”.
Controvérsia
A proposta surge após uma disputa de liminares em torno do canal “Exército do Lula”. Na semana passada, o canal foi retirado do ar pelo ministro Kássio Nunes Marques, presidente do TSE, após pedido da campanha do presidenciável Flávio Bolsonaro, que alegou disseminação de desinformação.
Pouco depois, porém, Nunes Marques voltou a suspender o canal, alegando que mesmo sendo administrado por um apoiador, o deputado André Janones (Rede-MG), a ferramenta teria vínculo com a campanha oficial, e portanto deveria estar registrado no TSE como tal.
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