Primavera do Leste / MT - Sábado, 21 de Fevereiro de 2026

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Falta de vagas para consultas odontológicas preocupa vereador Luis Costa



O vereador Luis Costa (PR) durante sessão ordinária desta segunda-feira, 19, explanou o problema enfrentado por moradores relacionado ao atendimento odontológico. Ele salientou que ainda não existe uma resposta definitiva para o problema e que deverá ser amenizado com a inauguração das duas unidades de saúde, do bairro Buritis e Padre Onesto Costa. “Que deverá ser daqui uns dois meses. Fico muito feliz porque essa Casa contribuiu para retomada dessas obras. Eu sei da dificuldade de pessoas que precisam dormir na fila a espera de uma vaga e acho isso, sinceramente, um absurdo, mas é a realidade de nossa cidade, que deverá ter melhorias”, afirmou.

Ele também comentou sobre a visita dos Tailandeses a Primavera do Leste, que procuram um município para investir na criação de indústria. “Primavera do Leste é uma potência econômica, expande a cada dia na agricultura, mas tendo a industrialização a geração de emprego e renda será bem maior. Fico feliz em ver nosso município na rota do progresso”, disse.

O parlamentar também comentou da visita feita ao bairro Guterres. “Conversei com a responsável pela construtora que fez as residências. Muitos reparos estão sendo garantidos por eles. Ao contrário do que todo mundo pensa, vários problemas existentes no residencial é de ordem da construtora que, inclusive, tem dado a garantia dos reparos, como a questão dos vazamentos que geram contas de água com valores altos”, reforçou.

Outro assunto explanado pelo vereador Luis foi a criação da Secretaria de Trânsito. “Participei de um Encontro Nacional de Trânsito, em que tive a oportunidade de entender melhor a legislação e aplicabilidade. Temos muito que melhorar em nosso município”, frisou defendendo a ideia de que os recursos oriundos do trânsito devam ser aplicados na melhoria deste setor.

A escola da Nova Poxoréu também foi um dos temas debatidos, na ocasião pelo parlamentar. “Tivemos com o secretário de estado Marrafon no local. Ele pode observar a falta de estrutura, mas até agora nada foi feito. As crianças correm o risco de ser atropelada. Isso gera muita frustração, pois mostramos o problema, levamos a quem possa resolver e nada é feito”, ressaltou.

Fonte: Da Assessoria da Câmara Municipal



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Hospitais São Lucas e Das Clínicas enviam notificação à Secretária de Saúde, podendo interromper atendimento ao SUS


Os hospitais lamentam a falta de ajuste no contrato e ameaçam suspender o atendimento aos pacientes do SUS encaminhados pela UPA.


No dia 13 de fevereiro de 2026, a direção dos Hospitais São Lucas e das Clínicas de Primavera do Leste enviou uma notificação formal à Secretária Municipal de Saúde, Laura Leandra, alertando sobre a ausência de um reajuste no contrato, o que comprometeria a continuidade dos serviços prestados. O documento destaca que, após sucessivas prorrogações contratuais sem o ajuste necessário, a situação financeira dos hospitais se tornou insustentável, podendo até resultar na interrupção dos atendimentos aos pacientes do SUS.

 

O texto revela que o contrato atual, com término previsto para 28 de fevereiro de 2026, já foi prorrogado anteriormente e que, até a data mencionada, não foi apresentado um novo contrato ou proposta formal por parte da Secretaria Municipal de Saúde. Em resposta, os hospitais afirmaram que não aceitarão a celebração de um novo termo aditivo nas condições atuais.

 

A medida de não continuar com o contrato atual está relacionada ao descumprimento das condições financeiras necessárias para a manutenção da qualidade no atendimento. A partir de março de 2026, os serviços poderão ser prestados sob novas condições, que envolvem a assinatura de um novo contrato com valores atualizados ou a aplicação de um reajuste provisório de 20% sobre os valores vigentes, até a formalização de um novo acordo.

 

Os hospitais registraram que, caso haja interrupção no serviço após o término da vigência contratual, essa responsabilidade não será imputada aos hospitais, mas sim à Secretaria Municipal de Saúde, que não tomou as medidas administrativas necessárias para resolver a questão de forma tempestiva.

 

A Secretaria Municipal de Saúde ainda não se manifestou oficialmente sobre a situação, mas a expectativa é que um novo ajuste contratual seja negociado o quanto antes para garantir a continuidade dos serviços essenciais à população.


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