Primavera do Leste / MT - Segunda-Feira, 23 de Fevereiro de 2026

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Metas da Nova Mesa – democratizar os trabalhos e respeitar a liderança de cada vereador



Uma gestão participativa. Essa é a palavra de ordem do presidente da Câmara Municipal, Paulo Márcio, eleito para conduzir os trabalhos institucionais do Poder Legislativo, durante o biênio – 2019-2020. O parlamentar acredita que é com a valorização das ações de todos os vereadores, que se atinge o objetivo de trabalhar com o pensamento voltado ao coletivo.
Advogado, contador, servidor público há 14 anos e, principalmente um político democrático, o Presidente entende que “os 15 parlamentares foram eleitos para representar a população, portanto cada um tem a sua bandeira e, isso, precisa ser respeitado, para que as decisões tomadas pela Casa sejam decididas a partir dos anseios da sociedade”.
Natural de Tesouro, Mato Grosso, Paulo Márcio começou sua história em Primavera do Leste, em 2005, quando assumiu o concurso na Prefeitura Municipal, no cargo de motorista. Neste período, concluiu as duas graduações. No campo público, também atuou como Secretário de Administração. Foi membro do Fundo de Desenvolvimento da Educação Básica – FUNDEB, Presidente da Comissão do Transporte Escolar – PNATE e Coordenador do Transporte Escolar de Primavera do Leste.
O Presidente tem uma postura política acessível a todo cidadão, defensor intransigente dos interesses da comunidade, Paulo Márcio foi eleito em 2016, com 876 votos, e aceitou o desafio de ser um representante da população, porque na condição de parlamentar os mecanismos de levar as ações públicas a quem necessita, são mais acessíveis. “Acredito que o despertar para a política é do ser humano e, indiferente do cargo, eu sempre busquei fazer um trabalho para o próximo. Foi pensando na possibilidade de ajudar o próximo de maneira mais efetiva que entrei para a política partidária”.
O novo presidente salienta que a participação popular também será o foco de sua administração por entender que ouvir os segmentos organizados da sociedade civil é o mecanismo mais eficaz e democrático para tomar decisões. “Com esse olhar democrático e transparente que vamos conduzir os trabalhos no Poder Legislativo”.
Fonte:  Driely Pinotti / Assessoria de Comunicação da Câmara Municipal


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Hospitais São Lucas e Das Clínicas enviam notificação à Secretária de Saúde, podendo interromper atendimento ao SUS


Os hospitais lamentam a falta de ajuste no contrato e ameaçam suspender o atendimento aos pacientes do SUS encaminhados pela UPA.


No dia 13 de fevereiro de 2026, a direção dos Hospitais São Lucas e das Clínicas de Primavera do Leste enviou uma notificação formal à Secretária Municipal de Saúde, Laura Leandra, alertando sobre a ausência de um reajuste no contrato, o que comprometeria a continuidade dos serviços prestados. O documento destaca que, após sucessivas prorrogações contratuais sem o ajuste necessário, a situação financeira dos hospitais se tornou insustentável, podendo até resultar na interrupção dos atendimentos aos pacientes do SUS.

 

O texto revela que o contrato atual, com término previsto para 28 de fevereiro de 2026, já foi prorrogado anteriormente e que, até a data mencionada, não foi apresentado um novo contrato ou proposta formal por parte da Secretaria Municipal de Saúde. Em resposta, os hospitais afirmaram que não aceitarão a celebração de um novo termo aditivo nas condições atuais.

 

A medida de não continuar com o contrato atual está relacionada ao descumprimento das condições financeiras necessárias para a manutenção da qualidade no atendimento. A partir de março de 2026, os serviços poderão ser prestados sob novas condições, que envolvem a assinatura de um novo contrato com valores atualizados ou a aplicação de um reajuste provisório de 20% sobre os valores vigentes, até a formalização de um novo acordo.

 

Os hospitais registraram que, caso haja interrupção no serviço após o término da vigência contratual, essa responsabilidade não será imputada aos hospitais, mas sim à Secretaria Municipal de Saúde, que não tomou as medidas administrativas necessárias para resolver a questão de forma tempestiva.

 

A Secretaria Municipal de Saúde ainda não se manifestou oficialmente sobre a situação, mas a expectativa é que um novo ajuste contratual seja negociado o quanto antes para garantir a continuidade dos serviços essenciais à população.


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