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Operação apura vazamento de dados sigilosos do INSS e cumpre mandados em MT, PR, RS, RJ e ES



Operação Data Leak — Foto: Polícia Federal de Mato Grosso/Assessoria

Operação Data Leak — Foto: Polícia Federal de Mato Grosso/Assessoria

A Polícia Federal deflagrou nesta terça (11) a Operação Data Leak, que apura os crimes de vazamento e receptação ilícita de dados sigilosos em Mato Grosso.

Devem ser cumpridos 7 mandados de prisão temporária e 9 mandados de busca e apreensão nas capitais de Mato Grosso, Paraná, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro e Espírito Santo. Os mandados foram decretados pela 5ª Vara Federal de Cuiabá.

De acordo com a assessoria da Polícia Federal, além do vazamento de dados, a operação apura crimes de corrupção e violação de sigilo funcional praticados por servidores públicos federais.

O nome Data Leak faz referência ao vazamento de dados sigilosos que chegam ao poder de outras pessoas que praticam o comércio clandestino de informações pessoais e financeiras de funcionários públicos e segurados do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

Ainda segundo a Polícia Federal, há suspeita da participação de servidores públicos nos crimes investigados que, tendo acesso a bancos de dados sobre os quais deveriam guardar sigilo funcional, tiram vantagens financeiras no repasse das informações sigilosas a terceiros.

Os receptadores dos dados, por sua vez, comercializam as informações com escritórios de advocacia, contabilidade, financeiras e empresas de cobrança, dentre outras, conseguindo expressivos lucros na transação.

A Polícia Federal suspeita que determinadas bases de dados estejam sendo comercializadas clandestinamente por valores que superam a cifra R$ 1 milhão.

Fonte: G1 Mato Grosso



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Brasil

Receita Federal apreende cerca de R$ 3 milhões em mercadorias irregulares no Maranhão


Operação fiscalizou transportadoras, lojas e veículos de carga em Imperatriz, Porto Franco e Estreito; cerca de R$ 1,6 milhão corresponde a celulares, incluindo o iPhone 18 Pro Max.

A Receita Federal reteve aproximadamente R$ 3 milhões em mercadorias de origem estrangeira introduzidas irregularmente no Brasil durante uma operação realizada em Imperatriz, Porto Franco e Estreito, no Maranhão. A ação ocorreu entre os dias 28 de setembro e 9 de outubro e teve como foco o combate ao contrabando e ao descaminho.

Segundo a Receita Federal, cerca de R$ 1,6 milhão do total apreendido corresponde a aparelhos celulares, incluindo unidades do modelo iPhone 18 Pro Max, lançado recentemente no mercado internacional.

Durante a operação, foram realizadas fiscalizações em transportadoras, estabelecimentos comerciais, centros de distribuição e veículos de carga. (Foto: divulgação / Receita Federal)

Também foram retidos tablets, drones, cigarros eletrônicos, perfumes e diversos equipamentos eletrônicos.

Fiscalizações ocorreram em três municípios

Durante a operação, foram realizadas fiscalizações em transportadoras, estabelecimentos comerciais, centros de distribuição e veículos de carga que circulavam pelos principais corredores logísticos da região.

A ação foi conduzida pela Divisão de Vigilância e Repressão ao Contrabando e Descaminho da 3ª Região Fiscal, com apoio da Força Especial de Repressão Aduaneira Nacional, vinculada à Coordenação-Geral de Combate ao Contrabando e Descaminho (Corep).

Imperatriz é ponto estratégico para fiscalização

De acordo com a Receita Federal, Imperatriz tem importância estratégica para o controle aduaneiro por estar localizada em um dos principais entroncamentos logísticos das regiões Norte e Nordeste.

A cidade concentra fluxos de mercadorias provenientes de diferentes partes do país, transportadas por importantes corredores rodoviários e ferroviários, o que a torna um centro de distribuição regional.

Segundo o órgão, operações desse tipo buscam combater a entrada irregular de mercadorias no território nacional, proteger a economia formal, promover a concorrência leal e garantir a arrecadação de tributos.


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