Primavera do Leste / MT - Sábado, 01 de Agosto de 2026

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Prefeitura e entidades se movimentam pela ampliação da Caixa Econômica em Primavera do Leste



Para tratar da instalação da nova agência da Caixa Econômica Federal, em Primavera do Leste, que está ameaçada de ser adiada, sob a alegação de corte no orçamento, o prefeito Léo Bortolin promoveu uma reunião na manhã desta terça-feira, 19, com o presidente da Câmara, Miley Alves, os vereadores, Luis Costa e Manoel Mazzutti, o presidente da 22º Subseção da Ordem dos Advogados do Brasil, Edmar Rodrigues, Ubiratan Ferreira da Aciple e o representante da Loja Maçônica, José Carlos Campanhoni para elaborar um documento a ser entregue ao presidente da Caixa Econômica Federal Gilberto Magalhães Occhi.

Ao tomar conhecimento desse assunto, o prefeito Léo Bortolin tomou as providências e, nessa reunião ficou decidido que o vereador Luis Costa levará a Brasília e junto com o senador Wellington Fagundes estarão em audiência com Gilberto Occhi, “não podemos permitir que isso aconteça”. A dificuldade de ampliação da Caixa Econômica Federal tem estagnado o desenvolvimento de nosso município, porque “ela é responsável pelos convênios, investimentos e outros procedimentos que ajudam a movimentar o nosso município”.

Para o presidente da Aciple, a instalação de uma nova agência ai atender a demanda de uma cidade que cresce acima da media do país. “É notório que o número de correntistas supera a estrutura física e a capacidade de atendimento da agência instalada em nosso município, por isso, precisamos que esse atendimento seja ampliado por respeito e para não nos penalizar por mais alguns anos e travar o crescimento da instituição”.

O presidente da Câmara de vereadores, Miley Alves, salientou que ampliação dos atendimentos espera que grande parte da demanda seja atendida, “já que a unidade bancária também é responsável pelo atendimento da região”. O vereador Manoel Mazzutti salienta que a construção dessa nova agência possibilitará um atendimento de mais qualidade, “continuaremos a ter uma agência, mas com ampliação dos serviços. Isso trará muitos benefícios a população. José Carlos Campanhoni, representante da Loja Maçônica Primavera, comunga da mesma ideia”. O vereador Luis Costa acredita que com interferência das autoridades locais e o aval do senador não teremos dificuldades em reverter essa situação. Ele viaja nesta quarta-feira, 20, para Brasília.

Da Assessoria de Imprensa



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Botelho chama derrota de Jayme de ‘sacanagem’ e diz que política ‘perde muito’ sem senador


Ex-integrante do União Brasil, o deputado estadual Eduardo Botelho (MDB) lamentou a derrota do senador Jayme Campos na convenção do partido e afirmou que a saída do parlamentar da disputa pelo Palácio Paiaguás representa uma perda para a política de Mato Grosso. Para Botelho, o resultado foi um “desrespeito” à trajetória construída por Jayme ao longo de décadas.

 

“Com muita tristeza. Jayme não merecia isso. Foi senador municipalista, sempre atendeu os políticos. Não digo uma traição, mas acho que foi, de certa forma, uma sacanagem, um desrespeito com toda a história que ele desenvolveu e era reconhecido”, afirmou ao site GD.

 

Botelho também destacou a relação histórica entre Jayme e o governador Mauro Mendes, presidente estadual do União Brasil. Segundo ele, o senador teve papel importante na construção política de Mauro, especialmente na aproximação do então empresário com lideranças do interior de Mato Grosso.

 

“Ele deu muito auxílio para Mauro. Quem levou Mauro ao interior, apresentou e abriu portas do partido foi Jayme”, declarou.

 

Na avaliação do deputado, a política mato-grossense perde com o afastamento de Jayme da disputa pelo Palácio Paiaguás. Botelho classificou o senador como um político de forte articulação e capacidade de diálogo com diferentes grupos. “A política em si perde muito sem o Jayme. É um cara muito político. Atende todos”, disse.

 

Jayme Campos foi derrotado na convenção do União Brasil, realizada na quinta-feira (30), e viu a maioria dos convencionais optar pelo apoio à candidatura do vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos) ao Governo de Mato Grosso. A proposta de aliança com Pivetta venceu a candidatura própria defendida por Jayme em uma votação secreta que mobilizou as principais lideranças da sigla.

 

Dos 51 convencionais aptos a votar, 30 escolheram o apoio a Pivetta, enquanto 19 votaram pela candidatura de Jayme. Houve ainda um voto inválido e uma ausência.


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