Primavera do Leste / MT - Sábado, 21 de Fevereiro de 2026

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Vereador Luis Costa cobra apoio do executivo a ONG SOS Animais



Da Redação

Um episódio desagradável foi relatado pelos voluntários e amigos da Organização Não Governamental (ONG), SOS Animais no último sábado (30). Procurado pelos integrantes da ONG, o vereador Luis Costa (PR), falou sobre o incidente na última sessão ordinária (02).

“Aconteceu algo muito chato no sábado passado. Os voluntários da SOS Animais me disseram que encontraram três gatos mortos envenenados na Creche Sonho de Criança. Este episódio envolvendo a creche é muito ruim. Ainda segundo os integrantes da ONG já existia uma notificação para retirar os animais de lá, proibindo alimentá-los”.  Narra o vereador.

Luis Costa explica que a SOS Animais realiza um trabalho solidário de muitos anos em nossa cidade, alimentando animais de ruas, acolhendo os feridos e ainda colocando eles para doação. Todo esse trabalho não tem tido apoio do poder público.

“O trabalho que a ONG realiza é maravilhoso e esse episódio dos três gatos mortos envenenados será investigado. Nós precisamos apoiar a SOS Animais. Eu tenho uma indicação solicitando mutirões de castração de animais, para que não haja tantos abandonados pela rua. É lamentável que aconteça crimes como este, e precisamos sim tomar providências não somente a este caso, mas também de todos os outros que sofrem maus tratos em nossa cidade”.  Afirma Luis Costa.

Vereador ressalta que irá continuar trabalhando em defesa dos direitos do povo

Ainda em seu discurso na tribuna, o legislador Luis Costa, se colocou a disposição de todos os cidadãos primaverenses, ouvindo as reivindicações, lutando por direitos e buscando melhorias para o município.

“Eu tenho esse jeito de fazer e falar e por causa disso pago caro, mas esse é o meu jeito de me expressar e fazer política. Quando digo que não sou de esquerda e nem direita, e sim centro,  quero aqui afirmar que estou do lado do povo, de quem precisa e muitos duvidam, chegam até questionar, porém esse é meu desejo, de fazer política que possa refletir lá na ponta, sem politicagem. Muitas vezes nos criticam sem nos ouvir, sem ver, criticam essa casa, por eu ser pré-candidato a deputado estadual, mas está na hora da população abrir os olhos, porque tem muitos candidatos por ai que são milionários, que tem feito acordo com muitas lideranças, eu não sou contra, mas a foram em que essas lideranças fazem o processo eleitoral é chato, é vergonhoso e criminoso”. Conclui Luis Costa.

 



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Hospitais São Lucas e Das Clínicas enviam notificação à Secretária de Saúde, podendo interromper atendimento ao SUS


Os hospitais lamentam a falta de ajuste no contrato e ameaçam suspender o atendimento aos pacientes do SUS encaminhados pela UPA.


No dia 13 de fevereiro de 2026, a direção dos Hospitais São Lucas e das Clínicas de Primavera do Leste enviou uma notificação formal à Secretária Municipal de Saúde, Laura Leandra, alertando sobre a ausência de um reajuste no contrato, o que comprometeria a continuidade dos serviços prestados. O documento destaca que, após sucessivas prorrogações contratuais sem o ajuste necessário, a situação financeira dos hospitais se tornou insustentável, podendo até resultar na interrupção dos atendimentos aos pacientes do SUS.

 

O texto revela que o contrato atual, com término previsto para 28 de fevereiro de 2026, já foi prorrogado anteriormente e que, até a data mencionada, não foi apresentado um novo contrato ou proposta formal por parte da Secretaria Municipal de Saúde. Em resposta, os hospitais afirmaram que não aceitarão a celebração de um novo termo aditivo nas condições atuais.

 

A medida de não continuar com o contrato atual está relacionada ao descumprimento das condições financeiras necessárias para a manutenção da qualidade no atendimento. A partir de março de 2026, os serviços poderão ser prestados sob novas condições, que envolvem a assinatura de um novo contrato com valores atualizados ou a aplicação de um reajuste provisório de 20% sobre os valores vigentes, até a formalização de um novo acordo.

 

Os hospitais registraram que, caso haja interrupção no serviço após o término da vigência contratual, essa responsabilidade não será imputada aos hospitais, mas sim à Secretaria Municipal de Saúde, que não tomou as medidas administrativas necessárias para resolver a questão de forma tempestiva.

 

A Secretaria Municipal de Saúde ainda não se manifestou oficialmente sobre a situação, mas a expectativa é que um novo ajuste contratual seja negociado o quanto antes para garantir a continuidade dos serviços essenciais à população.


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