Primavera do Leste / MT - Quinta-Feira, 21 de Maio de 2026

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Vereador Luis Costa cobra apoio do executivo a ONG SOS Animais



Da Redação

Um episódio desagradável foi relatado pelos voluntários e amigos da Organização Não Governamental (ONG), SOS Animais no último sábado (30). Procurado pelos integrantes da ONG, o vereador Luis Costa (PR), falou sobre o incidente na última sessão ordinária (02).

“Aconteceu algo muito chato no sábado passado. Os voluntários da SOS Animais me disseram que encontraram três gatos mortos envenenados na Creche Sonho de Criança. Este episódio envolvendo a creche é muito ruim. Ainda segundo os integrantes da ONG já existia uma notificação para retirar os animais de lá, proibindo alimentá-los”.  Narra o vereador.

Luis Costa explica que a SOS Animais realiza um trabalho solidário de muitos anos em nossa cidade, alimentando animais de ruas, acolhendo os feridos e ainda colocando eles para doação. Todo esse trabalho não tem tido apoio do poder público.

“O trabalho que a ONG realiza é maravilhoso e esse episódio dos três gatos mortos envenenados será investigado. Nós precisamos apoiar a SOS Animais. Eu tenho uma indicação solicitando mutirões de castração de animais, para que não haja tantos abandonados pela rua. É lamentável que aconteça crimes como este, e precisamos sim tomar providências não somente a este caso, mas também de todos os outros que sofrem maus tratos em nossa cidade”.  Afirma Luis Costa.

Vereador ressalta que irá continuar trabalhando em defesa dos direitos do povo

Ainda em seu discurso na tribuna, o legislador Luis Costa, se colocou a disposição de todos os cidadãos primaverenses, ouvindo as reivindicações, lutando por direitos e buscando melhorias para o município.

“Eu tenho esse jeito de fazer e falar e por causa disso pago caro, mas esse é o meu jeito de me expressar e fazer política. Quando digo que não sou de esquerda e nem direita, e sim centro,  quero aqui afirmar que estou do lado do povo, de quem precisa e muitos duvidam, chegam até questionar, porém esse é meu desejo, de fazer política que possa refletir lá na ponta, sem politicagem. Muitas vezes nos criticam sem nos ouvir, sem ver, criticam essa casa, por eu ser pré-candidato a deputado estadual, mas está na hora da população abrir os olhos, porque tem muitos candidatos por ai que são milionários, que tem feito acordo com muitas lideranças, eu não sou contra, mas a foram em que essas lideranças fazem o processo eleitoral é chato, é vergonhoso e criminoso”. Conclui Luis Costa.

 



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Polícia - política

Prefeito é preso em Brasília na marcha dos prefeitos


Prefeito de Piçarras é investigado pelo MP em denúncia de corrupção em obra pública

Prefeito de Balneário Piçarras foi preso em Brasília nesta terça, durante operação do Gaeco (foto: Divulgação MPSC)

O prefeito de Balneário Piçarras, Tiago Baltt (MDB), foi preso por volta das 6h de terça-feira, em Brasília, onde participava da 27ª Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios. O evento começou na segunda e segue até quinta, reunindo prefeitos de todo o país. Organizada pela Confederação Nacional de Municípios, a programação acontece no Centro Internacional de Convenções do Brasil, na capital federal. Baltt foi detido no hotel, antes de seguir pro segundo dia do encontro.

A prisão faz parte da Operação Regalo, do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco). O ex-prefeito de São João Batista, Pedro Alfredo Ramos (MDB), o Pedroca, também é investigado no esquema, mas não foi preso.

As investigações começaram em 2024 e são conduzidas pelo Grupo Especial Anticorrupção (Geac) de Itajaí. Os procedimentos apuram crimes funcionais praticados por prefeitos e outros agentes públicos.

Segundo o Ministério Público, esta fase da investigação quer aprofundar a coleta de provas sobre contratos de obras e urbanização da orla norte de Piçarras, além de outros contratos firmados no município e em São João Batista.

A suspeita é de atuação conjunta entre grupo político e grupo empresarial em um esquema estruturado de corrupção, com divisão de tarefas entre núcleo empresarial e político-administrativo. Conforme a investigação, havia pagamento de propina equivalente a 3% dos contratos públicos ligados à prefeitura de Piçarras e valores variados em contratos de São João Batista.

Só em Piçarras, as vantagens indevidas obtidas pelos investigados com pagamento de propina chegam a cerca de R$ 485,9 mil, valor que, segundo o MP, teria sido bancado pelos cofres públicos. As investigações também apontam indícios de que integrantes da organização criminosa continuavam agindo de forma “ardilosa e sorrateira”, com pagamento de propinas custeadas por meio de suposto superfaturamento de obras públicas em municípios do litoral norte catarinense.

Atendendo pedido do Ministério Público, a Justiça determinou o sequestro dos valores apontados como propina. Segundo os investigadores, os recursos pagos pelo núcleo empresarial ao núcleo político têm origem ilícita e deverão ser devolvidos aos cofres públicos.

Foram cumpridas seis ordens de prisão preventiva e 37 mandados de busca e apreensão em casas, empresas e órgãos públicos de Timbó, Biguaçu, Balneário Piçarras, São João Batista, Tijucas, Indaial, Itapema, Itajaí, Porto Belo, Bombinhas e Colíder, no Mato Grosso.

Além do prefeito, empresários suspeitos de manter as práticas ilícitas também foram presos preventivamente. Houve ainda cumprimento de mandados contra servidores, ex-servidores e agentes políticos investigados. Os materiais apreendidos durante as diligências serão analisados pelo Geac com apoio do Gaeco. O objetivo é identificar outros envolvidos e aprofundar a apuração sobre a possível rede criminosa.

Em nota, a Prefeitura de Piçarras informou que as equipes técnicas da administração municipal acompanharam a coleta de documentos de investigação do MP. “Administração Municipal adotou uma postura de total colaboração com a operação e com os órgãos responsáveis pela investigação”, informou a prefeitura.

No fim desta tarde, o vice-prefeito Fabiano José Alves (UB) tomou posse como prefeito em exercício, no lugar de Baltt.

Operação Regalo

Segundo o Gaeco, o nome da operação faz referência ao termo “regalo”, que significa mimo, presente ou agrado. No contexto da investigação, a palavra foi usada para identificar as propinas ajustadas entre empresários e agentes políticos.

Fonte: Dioarinho Franciele Marcon


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