Primavera do Leste / MT - Quinta-Feira, 22 de Outubro de 2026

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Vereador Luis Costa cobra apoio do executivo a ONG SOS Animais



Da Redação

Um episódio desagradável foi relatado pelos voluntários e amigos da Organização Não Governamental (ONG), SOS Animais no último sábado (30). Procurado pelos integrantes da ONG, o vereador Luis Costa (PR), falou sobre o incidente na última sessão ordinária (02).

“Aconteceu algo muito chato no sábado passado. Os voluntários da SOS Animais me disseram que encontraram três gatos mortos envenenados na Creche Sonho de Criança. Este episódio envolvendo a creche é muito ruim. Ainda segundo os integrantes da ONG já existia uma notificação para retirar os animais de lá, proibindo alimentá-los”.  Narra o vereador.

Luis Costa explica que a SOS Animais realiza um trabalho solidário de muitos anos em nossa cidade, alimentando animais de ruas, acolhendo os feridos e ainda colocando eles para doação. Todo esse trabalho não tem tido apoio do poder público.

“O trabalho que a ONG realiza é maravilhoso e esse episódio dos três gatos mortos envenenados será investigado. Nós precisamos apoiar a SOS Animais. Eu tenho uma indicação solicitando mutirões de castração de animais, para que não haja tantos abandonados pela rua. É lamentável que aconteça crimes como este, e precisamos sim tomar providências não somente a este caso, mas também de todos os outros que sofrem maus tratos em nossa cidade”.  Afirma Luis Costa.

Vereador ressalta que irá continuar trabalhando em defesa dos direitos do povo

Ainda em seu discurso na tribuna, o legislador Luis Costa, se colocou a disposição de todos os cidadãos primaverenses, ouvindo as reivindicações, lutando por direitos e buscando melhorias para o município.

“Eu tenho esse jeito de fazer e falar e por causa disso pago caro, mas esse é o meu jeito de me expressar e fazer política. Quando digo que não sou de esquerda e nem direita, e sim centro,  quero aqui afirmar que estou do lado do povo, de quem precisa e muitos duvidam, chegam até questionar, porém esse é meu desejo, de fazer política que possa refletir lá na ponta, sem politicagem. Muitas vezes nos criticam sem nos ouvir, sem ver, criticam essa casa, por eu ser pré-candidato a deputado estadual, mas está na hora da população abrir os olhos, porque tem muitos candidatos por ai que são milionários, que tem feito acordo com muitas lideranças, eu não sou contra, mas a foram em que essas lideranças fazem o processo eleitoral é chato, é vergonhoso e criminoso”. Conclui Luis Costa.

 



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TSE estuda desativar canais políticos no WhatsApp 48h antes da eleição


Proposta foi escrita pelo vice-presidente da Corte, André Mendonça

TSE faz últimos preparativos para o primeiro turno nas Eleições 2018

Uma minuta de resolução do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) prevê que canais de WhatsApp com teor político e mais de 200 mil seguidores sejam desativados nas 48 horas anteriores e 24 horas posteriores ao segundo turno da eleição, marcado para o próximo domingo (25). 

Caso aprovada pelo plenário do TSE, a medida entraria em vigor de imediato, conforme o texto da minuta obtida pela Agência Brasil.

A minuta com a proposta passou a circular entre os ministros do TSE após o tema ser debatido em reuniões informais realizadas na sexta-feira (16) e na terça-feira (20). O texto foi redigido pelo ministro André Mendonça, vice-presidente da Corte Eleitoral.

Em nota à imprensa, o gabinete de Mendonça informou não se tratar de uma iniciativa pessoal do ministro, mas que coube a ele a autoria da minuta por ser tradição que as normas eleitorais sejam redigidas pelo vice-presidente do TSE.

“O objetivo discutido é proteger a integridade do pleito nas horas que antecedem e sucedem a votação, quando não há tempo hábil para resposta ou correção de conteúdos ilícitos”, diz a nota do gabinete de Mendonça.

A nota acrescenta ainda que o texto foi redigido a partir de um consenso interno, e que “os critérios em análise são objetivos e impessoais e valem igualmente para todos os canais de natureza político-eleitoral de grande alcance, qualquer que seja o candidato, o partido ou a orientação política”.

Caso seja aprovada, a iniciativa deve atingir o canal “Exército do Lula”, que atingiu nesta quarta (21) a marca de 7 milhões de inscritos no aplicativo de mensagens WhatsApp. Também seria desativado o canal “Tropa do Flávio”, que possui 2 milhões de inscritos.

Proposta

O texto da minuta aplica aos canais de transmissão de natureza político-eleitoral com mais de 200 mil seguidores as mesmas restrições que já vigoram sobre o conteúdo impulsionado de campanha, aquele cujo alcance é potencializado mediante pagamento às plataformas.

O texto também considera haver “alcance desproporcional de canais com grande audiência na difusão de conteúdos ilícitos”.

Em outro trecho, a proposta diz ainda que “o período compreendido entre as 48 (quarenta e oito) horas antes e as 24 (vinte e quatro) horas depois da eleição concentra o maior risco de dano irreversível à formação livre da vontade do eleitorado, por não haver tempo hábil para resposta, esclarecimento ou tutela jurisdicional efetiva”.

Controvérsia

A proposta surge após uma disputa de liminares em torno do canal “Exército do Lula”. Na semana passada, o canal foi retirado do ar pelo ministro Kássio Nunes Marques, presidente do TSE, após pedido da campanha do presidenciável Flávio Bolsonaro, que alegou disseminação de desinformação.

Logo em seguida, porém, o corregedor-nacional da Justiça Eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, restabeleceu o canal. Ele afirmou não haver elementos que justificassem a medida e que Nunes Marques não poderia ter suspendido o canal por via administrativa, como fez, uma vez que o caso já tramitava pela via judicial em processo relatado pelo próprio corregedor.

Pouco depois, porém, Nunes Marques voltou a suspender o canal, alegando que mesmo sendo administrado por um apoiador, o deputado André Janones (Rede-MG), a ferramenta teria vínculo com a campanha oficial, e portanto deveria estar registrado no TSE como tal.

Por fim, o Exército do Lula acabou sendo liberado pelo presidente do TSE, após o registro ter sido feito pela campanha oficial.

Felipe Pontes – repórter da Agência Brasil


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