Primavera do Leste / MT - Sábado, 21 de Fevereiro de 2026

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Vereador Luis Costa cobra condições de trabalho para fiscais que atuam na patrulha do sossego



Da Redação

Durante a sessão ordinária desta segunda (13), o vereador Luis Costa (PR), falou sobre a sua participação na última sexta (10), junto com os fiscais da patrulha do sossego nas chamadas noturnas. Os fiscais realizam atendimento a população com chamadas de denúncias de som alto e perturbação do sossego.

“Gosto de trabalhar indo em loco para verificar as demandas de nosso município e na última sexta estive com os fiscais da patrulha do sossego que foram chamados por perturbação em vários bairros da cidade, sendo nos Bairros Parque Eldorado, Poncho Verde, Castelândia, Pioneiro, entre outros. O plantão, que por parte dos fiscais estava tranqüilo, em minha opinião foi agitado, e pude perceber que as pessoas não têm respeitado as leis e a noite se torna uma verdadeira baderna e desordem em relação ao som alto”. Afirma.

Luis Costa andou nas viaturas e ressaltou na sua fala que os veículos estão sem condições de uso, e precisam de reparos. Um dos problemas apontado pelo vereador foi à falta de farol em um dos carros. O legislador cobra o executivo mais estrutura para que os fiscais possam trabalhar de maneira digna.

“O executivo precisa se atentar mais as condições de uso desses veículos, já que os plantões dos fiscais são nos finais de semana e a noite. Não dá para circular com carros estragados e sem farol. No sábado um dos veículos ficou encostado porque deu problema na embreagem. Nós vereadores precisamos cobrar o prefeito, como tenhamos cobrado em relação à estrutura da Coordenadoria Municipal de Trânsito Urbano (CMTU). Estamos repassando parte do duodécimo a Prefeitura para a compra de um veículo a CMTU, e esses carros são importantes para o deslocamento dos agentes de trânsito como também dos fiscais, que precisam estar em condições de uso”. Explica.

O legislador chamou atenção dos colegas em tribuna dizendo que, quando a população liga reclamando do som alto e pede ajuda a Casa de Leis, é necessário que todos os vereadores se unam e ajudem a lutar por melhorias de trabalho a estes servidores municipais.

“Não temos boas condições de trabalho na CMTU, e olha como está o trânsito de nossa cidade. Esperamos aqui há meses sair uma licitação de melhorias para o trânsito de nossa cidade, para termos mobilidade urbana, e até o momento nada. Fiz inúmeras indicações solicitando redutores de velocidade, sendo quebra-molas, mas também não estamos sendo atendidos” Ressalta Luis Costa.

Costa citou o acidente que aconteceu no inicio da semana e disse que já pediu por meio de indicação e o ofício um quebra-molas na Avenida Paraná com a MT-130, como tantos outros, e afirmou que essas medidas são solicitadas pelos vereadores porque são eles que estão nas ruas, recebendo os pedidos da população.

“O executivo precisa nos ouvir, e entender que estamos vendo o que está faltando em nossa cidade. Nós somos representantes da população e quando fazemos uma solicitação é para a nossa cidade, nossa comunidade e não é para o vereador, todas as melhorias é para o cidadão. Precisamos que o executivo tenha um olhar sensível e atenda as reclamações, principalmente as que dizem respeito ao nosso trânsito, para que assim possamos evitar acidentes e salvar vidas”. Conclui.



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Hospitais São Lucas e Das Clínicas enviam notificação à Secretária de Saúde, podendo interromper atendimento ao SUS


Os hospitais lamentam a falta de ajuste no contrato e ameaçam suspender o atendimento aos pacientes do SUS encaminhados pela UPA.


No dia 13 de fevereiro de 2026, a direção dos Hospitais São Lucas e das Clínicas de Primavera do Leste enviou uma notificação formal à Secretária Municipal de Saúde, Laura Leandra, alertando sobre a ausência de um reajuste no contrato, o que comprometeria a continuidade dos serviços prestados. O documento destaca que, após sucessivas prorrogações contratuais sem o ajuste necessário, a situação financeira dos hospitais se tornou insustentável, podendo até resultar na interrupção dos atendimentos aos pacientes do SUS.

 

O texto revela que o contrato atual, com término previsto para 28 de fevereiro de 2026, já foi prorrogado anteriormente e que, até a data mencionada, não foi apresentado um novo contrato ou proposta formal por parte da Secretaria Municipal de Saúde. Em resposta, os hospitais afirmaram que não aceitarão a celebração de um novo termo aditivo nas condições atuais.

 

A medida de não continuar com o contrato atual está relacionada ao descumprimento das condições financeiras necessárias para a manutenção da qualidade no atendimento. A partir de março de 2026, os serviços poderão ser prestados sob novas condições, que envolvem a assinatura de um novo contrato com valores atualizados ou a aplicação de um reajuste provisório de 20% sobre os valores vigentes, até a formalização de um novo acordo.

 

Os hospitais registraram que, caso haja interrupção no serviço após o término da vigência contratual, essa responsabilidade não será imputada aos hospitais, mas sim à Secretaria Municipal de Saúde, que não tomou as medidas administrativas necessárias para resolver a questão de forma tempestiva.

 

A Secretaria Municipal de Saúde ainda não se manifestou oficialmente sobre a situação, mas a expectativa é que um novo ajuste contratual seja negociado o quanto antes para garantir a continuidade dos serviços essenciais à população.


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