Primavera do Leste / MT - Domingo, 22 de Fevereiro de 2026

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Vereador Luis Costa desenvolve projeto de lei que cria o Conselho Municipal de Proteção e de Defesa dos Animais no Município de Primavera do Leste



Da Redação

O Projeto de Lei foi desenvolvido com o objetivo de contribuir para efetivar a defesa dos direitos dos animais, tendo em vista os inúmeros casos de agressão a que são submetidos, notadamente, tanto em casos de abandono, como maus-tratos, diariamente noticiados pela imprensa.

“Acompanhei várias situações de abandono e maus-tratos de animais, e situações como estas são lamentáveis. Diante da preocupação em relação à causa animal, estive por várias vezes reunido com representantes da Associação SOS Animais, que são defensores voluntários da causa animal, e na tentativa de fortalecer o trabalho, desenvolvi o projeto de Lei”. Afirma o vereador Luis Costa.

O Conselho Municipal de Proteção e de Defesa dos Animais de Primavera do Leste – COMPAPVA, entidade de caráter consultivo e deliberativo nas questões de sua competência, vinculada à Secretaria Municipal de Saúde, e ligada diretamente a Coordenação da Vigilância Ambiental, com o intuito de desenvolver e colocar em prática medidas de proteção e de defesa dos animais quer sejam eles de pequeno ou grande porte, associadas à responsabilidade social em Saúde Pública.

“Com a aprovação do Projeto de Lei na Câmara, o processo será enviando para o executivo, para que seja analisado e sancionado. Começando a valer, iremos trabalhar de forma organizada e com mais apoio do poder público, garantindo assim o desenvolvimento de projetos por meio de políticas públicas, para assegurar o direito dos animais”. Ressalta o legislador.

O Conselho será composto por 12 (doze) conselheiros titulares e 12 (doze) suplentes, de forma paritária, entre representantes governamentais e da sociedade civil, indicados pelas seguintes entidades: Secretaria Municipal de Educação; Secretaria Municipal de Meio Ambiente; Secretaria Municipal de Saúde; Secretaria Municipal de Infraestrutura;  Secretaria Municipal de Assistência Social; Defesa Civil de Primavera do Leste; Ordem dos Advogados do Brasil – OAB; Conselho Municipal de Medicina Veterinária de Primavera do Leste, ou profissionais de áreas afins que representam instituições, conselhos ou associações em Primavera do Leste;  Universidades com sede no município, que tenham cursos ligados a saúde, cuidados e bem estar dos animais; Entidades que tenham em seus estatutos o objetivo de defender, cuidar e proteger os animais; Entidades que tenham em seus estatutos o objetivo de defender, cuidar e proteger o meio ambiente; Um cidadão representando o município de Primavera do Leste como Titular e outro como suplente.

O Projeto de Lei já passou pela leitura em plenário e também pela Comissão de Justiça e Redação que considerou favorável o projeto. A previsão é que entre em pauta no inicio de maio, para ser discutido e votado em plenário.



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Hospitais São Lucas e Das Clínicas enviam notificação à Secretária de Saúde, podendo interromper atendimento ao SUS


Os hospitais lamentam a falta de ajuste no contrato e ameaçam suspender o atendimento aos pacientes do SUS encaminhados pela UPA.


No dia 13 de fevereiro de 2026, a direção dos Hospitais São Lucas e das Clínicas de Primavera do Leste enviou uma notificação formal à Secretária Municipal de Saúde, Laura Leandra, alertando sobre a ausência de um reajuste no contrato, o que comprometeria a continuidade dos serviços prestados. O documento destaca que, após sucessivas prorrogações contratuais sem o ajuste necessário, a situação financeira dos hospitais se tornou insustentável, podendo até resultar na interrupção dos atendimentos aos pacientes do SUS.

 

O texto revela que o contrato atual, com término previsto para 28 de fevereiro de 2026, já foi prorrogado anteriormente e que, até a data mencionada, não foi apresentado um novo contrato ou proposta formal por parte da Secretaria Municipal de Saúde. Em resposta, os hospitais afirmaram que não aceitarão a celebração de um novo termo aditivo nas condições atuais.

 

A medida de não continuar com o contrato atual está relacionada ao descumprimento das condições financeiras necessárias para a manutenção da qualidade no atendimento. A partir de março de 2026, os serviços poderão ser prestados sob novas condições, que envolvem a assinatura de um novo contrato com valores atualizados ou a aplicação de um reajuste provisório de 20% sobre os valores vigentes, até a formalização de um novo acordo.

 

Os hospitais registraram que, caso haja interrupção no serviço após o término da vigência contratual, essa responsabilidade não será imputada aos hospitais, mas sim à Secretaria Municipal de Saúde, que não tomou as medidas administrativas necessárias para resolver a questão de forma tempestiva.

 

A Secretaria Municipal de Saúde ainda não se manifestou oficialmente sobre a situação, mas a expectativa é que um novo ajuste contratual seja negociado o quanto antes para garantir a continuidade dos serviços essenciais à população.


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