Primavera do Leste / MT - Quinta-Feira, 22 de Outubro de 2026

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Vereador Luis Costa ouve reivindicações dos moradores do Bairro Guterres



Da Redação

Os moradores do Bairro Guterres estão na bronca! O motivo é problemas de infraestrutura e manutenção do Bairro. Procurado por alguns moradores, o vereador Luis Costa (PR), esteve na manhã de ontem (14), na comunidade, para verificar as reivindicações e buscar soluções junto aos moradores.

O maior problema de algumas famílias tem sido as faturas dos talões de água. A situação já foi até noticiado pela mídia de nossa cidade, e sem soluções, os moradores continuam com os questionamentos. Só para se ter uma idéia, a Fernanda Lima da Silva, teve sua conta nos dois meses anteriores, com o mesmo valor, sendo R$832 reais. “Fui reclamar com a empresa e eles queriam que eu parcelasse esse valor das duas contas, e ainda disseram que seu eu não pagar, vão cortar a minha água”.

Outra situação apontada pela comunidade é lama que fica empossada nas esquinas e em frente de algumas residências. É só chover que tudo vira lama, é como se tivesse vários buracos nas ruas. Os moradores reclamam que já procuraram a prefeitura, também a empresa e não sabem de quem é a responsabilidade.

Diante das indagações, o vereador Luis Costa, esteve no Escritório da Construtora Égida, que é responsável pela obra do Residencial Guterres e foi recebido pela Luana do Carmo, que representa a Construtora em Primavera do Leste. “A conversa foi muito explicativa. A Luana disse que a Construtora após a entrega do residencial, é responsável por manutenções por um período de cinco anos e diante das reclamações dos moradores, fui informado de como proceder”.  Afirma Luis Costa

O legislador explica que a orientação aos moradores é de que, todas as reivindicações que ocorre é necessário informar a Construtora. “Por exemplo, se o morador tem problema com a conta de água, ele tem que ligar ou mandar um email, ou ir até o escritório da Construtora e relatar o problema que está tendo. Assim, a construtora vai enviar uma equipe técnica que irá verificar se existe um problema de vazamento ou outra situação na residência. Caso haja, a Construtora emite um laudo técnico e o morador tem que ir até a empresa Águas de Primavera, levar o laudo para regularizar a conta de água. Agora caso, não haja nenhum problema com a distribuição de água na residência, é preciso também que o morador vá a empresa Águas de Primavera e comunique, pois é necessário pagar o valor da conta de água de forma justa, então a empresa tem que atender o consumir sim. Caso não a alternativa é a justiça, porque as pessoas não podem ser lesadas de seu direito”. Explana Luis Costa.

Ainda durante a reunião, Luana, a responsável pela construtora informou que outros problemas de infraestrutura como a situação da lama que fica empossada principalmente quando chove, também é uma reclamação que tem que ser registrada pelo telefone, email ou pessoalmente no escritório.

“Todas as reclamações podem ser feitas a construtora, mas caso não esteja dentro da responsabilidade da empresa, a comunidade tem que procurar sim o poder público e as empresas competentes para resolver os problemas, porque o cidadão tem direito sim, de ser atendido e ter seu problema sanado”. Pontua o vereador Luis Costa.

A Construtora Égida atende a comunidade pelo telefone do SAC: (65) 3628-1538 / (65) 9 8475-9008, pelo E-mail: sac@construtoraegida.com.br, ou no escritório que fica na Rua Arapongas, sem número, Bairro Guterres.



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política

TSE estuda desativar canais políticos no WhatsApp 48h antes da eleição


Proposta foi escrita pelo vice-presidente da Corte, André Mendonça

TSE faz últimos preparativos para o primeiro turno nas Eleições 2018

Uma minuta de resolução do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) prevê que canais de WhatsApp com teor político e mais de 200 mil seguidores sejam desativados nas 48 horas anteriores e 24 horas posteriores ao segundo turno da eleição, marcado para o próximo domingo (25). 

Caso aprovada pelo plenário do TSE, a medida entraria em vigor de imediato, conforme o texto da minuta obtida pela Agência Brasil.

A minuta com a proposta passou a circular entre os ministros do TSE após o tema ser debatido em reuniões informais realizadas na sexta-feira (16) e na terça-feira (20). O texto foi redigido pelo ministro André Mendonça, vice-presidente da Corte Eleitoral.

Em nota à imprensa, o gabinete de Mendonça informou não se tratar de uma iniciativa pessoal do ministro, mas que coube a ele a autoria da minuta por ser tradição que as normas eleitorais sejam redigidas pelo vice-presidente do TSE.

“O objetivo discutido é proteger a integridade do pleito nas horas que antecedem e sucedem a votação, quando não há tempo hábil para resposta ou correção de conteúdos ilícitos”, diz a nota do gabinete de Mendonça.

A nota acrescenta ainda que o texto foi redigido a partir de um consenso interno, e que “os critérios em análise são objetivos e impessoais e valem igualmente para todos os canais de natureza político-eleitoral de grande alcance, qualquer que seja o candidato, o partido ou a orientação política”.

Caso seja aprovada, a iniciativa deve atingir o canal “Exército do Lula”, que atingiu nesta quarta (21) a marca de 7 milhões de inscritos no aplicativo de mensagens WhatsApp. Também seria desativado o canal “Tropa do Flávio”, que possui 2 milhões de inscritos.

Proposta

O texto da minuta aplica aos canais de transmissão de natureza político-eleitoral com mais de 200 mil seguidores as mesmas restrições que já vigoram sobre o conteúdo impulsionado de campanha, aquele cujo alcance é potencializado mediante pagamento às plataformas.

O texto também considera haver “alcance desproporcional de canais com grande audiência na difusão de conteúdos ilícitos”.

Em outro trecho, a proposta diz ainda que “o período compreendido entre as 48 (quarenta e oito) horas antes e as 24 (vinte e quatro) horas depois da eleição concentra o maior risco de dano irreversível à formação livre da vontade do eleitorado, por não haver tempo hábil para resposta, esclarecimento ou tutela jurisdicional efetiva”.

Controvérsia

A proposta surge após uma disputa de liminares em torno do canal “Exército do Lula”. Na semana passada, o canal foi retirado do ar pelo ministro Kássio Nunes Marques, presidente do TSE, após pedido da campanha do presidenciável Flávio Bolsonaro, que alegou disseminação de desinformação.

Logo em seguida, porém, o corregedor-nacional da Justiça Eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, restabeleceu o canal. Ele afirmou não haver elementos que justificassem a medida e que Nunes Marques não poderia ter suspendido o canal por via administrativa, como fez, uma vez que o caso já tramitava pela via judicial em processo relatado pelo próprio corregedor.

Pouco depois, porém, Nunes Marques voltou a suspender o canal, alegando que mesmo sendo administrado por um apoiador, o deputado André Janones (Rede-MG), a ferramenta teria vínculo com a campanha oficial, e portanto deveria estar registrado no TSE como tal.

Por fim, o Exército do Lula acabou sendo liberado pelo presidente do TSE, após o registro ter sido feito pela campanha oficial.

Felipe Pontes – repórter da Agência Brasil


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