Primavera do Leste / MT - Sexta-Feira, 18 de Setembro de 2026

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Vereador Luis Costa percorre regiões de assentamentos e solicita manutenções nas estradas



Da Redação

Desde que iniciou o período chuvoso, os problemas com as estradas que ligam os assentamentos que ficam na região de Primavera do Leste, começaram. São buracos, locais escorregadios, muita lama, e para piorar tem local que a estrada desapareceu. Diante da situação muitos moradores dos assentamentos do Vale Verde, Novo Poxoréu, Furnas do CTG, Tâmil, entre outros, solicitaram apoio do vereador Luis Costa, para verificar in loco as estradas e conseguir com a secretaria de infraestrutura, as manutenções.

“Estive em várias estradas que dão acesso aos assentamentos, e têm locais que as pessoas precisam deixar os veículos parados para irem a pé. As estradas precisam de cascalhamento ou alternativas, porque da forma que está chovendo, em pouco tempo alguns locais irão ficar isolados”. Explica o legislador.

Luis Costa solicitou por meio de ofício e também verbalmente, que a Secretaria de Infraestrutura pudesse fazer um trabalho paliativo nos locais, e há uma semana as máquinas já estão trabalhando em algumas estradas de assentamentos.

“Sabemos que a região pertence à Poxoréu, mas sempre fomos um município parceiro, e sempre nos preocupamos com os moradores destas regiões. Precisamos também atender nossa cidade e infelizmente não temos maquinário suficiente para deixar a disposição da comunidade dos assentamentos, porém vamos agir com cautela e paciência e também solicitar mais apoio da prefeitura de Poxoréu, para que tenha uma equipe de trabalho nestas regiões, principalmente neste período”. Finaliza Luis Costa.

 



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TRE-MT JULGA IMPROCEDENTE PEDIDO DE DIREITO DE RESPOSTA APRESENTADO POR LÉO BORTOLIN CONTRA LUIS COSTA E ADRIANO


A Justiça Eleitoral analisou um pedido relacionado a críticas políticas publicadas nas redes sociais.

O ex-prefeito de Primavera do Leste e candidato a deputado estadual Léo Bortolin apresentou à Justiça Eleitoral um pedido de direito de resposta contra os candidatos a deputado federal Luis Costa e Adriano, em razão de um vídeo satírico publicado nas redes sociais.

O pedido foi julgado improcedente pela juíza auxiliar da propaganda do TRE-MT, Glenda Moreira Borges.

Na decisão, a magistrada analisou, entre outros pontos, a referência feita no vídeo a uma decisão da Justiça Eleitoral de 2024 que declarou Léo Bortolin inelegível por oito anos, após o reconhecimento judicial de abuso de poder político e econômico. Segundo a decisão, não seria possível afirmar que a informação sobre a existência daquele julgamento fosse falsa.

A decisão também classificou o conteúdo como “ácido e contundente”, mas entendeu que ele estava inserido no debate político e na crítica à atuação de um agente público, conforme os fundamentos apresentados no processo.

A decisão mencionada ainda pode ser objeto de recursos, conforme as regras processuais aplicáveis.

Após o julgamento, Léo Bortolin recorreu e, segundo as informações divulgadas no processo, também pediu a cassação do registro de candidatura de Luis Costa e a declaração de sua inelegibilidade. A análise desses pedidos dependerá da tramitação e das decisões da Justiça Eleitoral.

Luis Costa declarou que, em sua avaliação, Léo Bortolin estaria recorrendo à Justiça para tentar limitar críticas de adversários.

“Política se debate no voto, no argumento e na democracia. Não se pode querer usar a Justiça para amordaçar adversário político. Quem entra na vida pública precisa estar preparado para receber críticas. O eleitor é quem deve decidir, nas urnas, quais propostas e quais candidatos merecem sua confiança.”, afirmou Luis Costa.

A defesa de Luis Costa foi feita pelos advogados Carlos Felipe Alves Moreira e Milena Carolina Favetti, do escritório Alves Moreira e Marques Advocacia.

📌 O caso envolve a discussão sobre os limites da crítica política, do direito de resposta e da atuação da Justiça Eleitoral durante a campanha. A decisão reforça que o debate político, ainda que duro, ácido e contundente, deve ser enfrentado no campo das ideias e submetido ao julgamento soberano do eleitor nas urnas.

A campanha está começando, e novas manifestações das partes e decisões judiciais ainda podem ocorrer. 

Da redação


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