Vereador Luis Costa percorre regiões de assentamentos e solicita manutenções nas estradas
Da Redação
Desde que iniciou o período chuvoso, os problemas com as estradas que ligam os assentamentos que ficam na região de Primavera do Leste, começaram. São buracos, locais escorregadios, muita lama, e para piorar tem local que a estrada desapareceu. Diante da situação muitos moradores dos assentamentos do Vale Verde, Novo Poxoréu, Furnas do CTG, Tâmil, entre outros, solicitaram apoio do vereador Luis Costa, para verificar in loco as estradas e conseguir com a secretaria de infraestrutura, as manutenções.
“Estive em várias estradas que dão acesso aos assentamentos, e têm locais que as pessoas precisam deixar os veículos parados para irem a pé. As estradas precisam de cascalhamento ou alternativas, porque da forma que está chovendo, em pouco tempo alguns locais irão ficar isolados”. Explica o legislador.
Luis Costa solicitou por meio de ofício e também verbalmente, que a Secretaria de Infraestrutura pudesse fazer um trabalho paliativo nos locais, e há uma semana as máquinas já estão trabalhando em algumas estradas de assentamentos.
“Sabemos que a região pertence à Poxoréu, mas sempre fomos um município parceiro, e sempre nos preocupamos com os moradores destas regiões. Precisamos também atender nossa cidade e infelizmente não temos maquinário suficiente para deixar a disposição da comunidade dos assentamentos, porém vamos agir com cautela e paciência e também solicitar mais apoio da prefeitura de Poxoréu, para que tenha uma equipe de trabalho nestas regiões, principalmente neste período”. Finaliza Luis Costa.
TSE estuda desativar canais políticos no WhatsApp 48h antes da eleição
Proposta foi escrita pelo vice-presidente da Corte, André Mendonça
TSE faz últimos preparativos para o primeiro turno nas Eleições 2018
Uma minuta de resolução do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) prevê que canais de WhatsApp com teor político e mais de 200 mil seguidores sejam desativados nas 48 horas anteriores e 24 horas posteriores ao segundo turno da eleição, marcado para o próximo domingo (25).
Caso aprovada pelo plenário do TSE, a medida entraria em vigor de imediato, conforme o texto da minuta obtida pela Agência Brasil.
A minuta com a proposta passou a circular entre os ministros do TSE após o tema ser debatido em reuniões informais realizadas na sexta-feira (16) e na terça-feira (20). O texto foi redigido pelo ministro André Mendonça, vice-presidente da Corte Eleitoral.
Em nota à imprensa, o gabinete de Mendonça informou não se tratar de uma iniciativa pessoal do ministro, mas que coube a ele a autoria da minuta por ser tradição que as normas eleitorais sejam redigidas pelo vice-presidente do TSE.
“O objetivo discutido é proteger a integridade do pleito nas horas que antecedem e sucedem a votação, quando não há tempo hábil para resposta ou correção de conteúdos ilícitos”, diz a nota do gabinete de Mendonça.
A nota acrescenta ainda que o texto foi redigido a partir de um consenso interno, e que “os critérios em análise são objetivos e impessoais e valem igualmente para todos os canais de natureza político-eleitoral de grande alcance, qualquer que seja o candidato, o partido ou a orientação política”.
Caso seja aprovada, a iniciativa deve atingir o canal “Exército do Lula”, que atingiu nesta quarta (21) a marca de 7 milhões de inscritos no aplicativo de mensagens WhatsApp. Também seria desativado o canal “Tropa do Flávio”, que possui 2 milhões de inscritos.
Proposta
O texto da minuta aplica aos canais de transmissão de natureza político-eleitoral com mais de 200 mil seguidores as mesmas restrições que já vigoram sobre o conteúdo impulsionado de campanha, aquele cujo alcance é potencializado mediante pagamento às plataformas.
O texto também considera haver “alcance desproporcional de canais com grande audiência na difusão de conteúdos ilícitos”.
Em outro trecho, a proposta diz ainda que “o período compreendido entre as 48 (quarenta e oito) horas antes e as 24 (vinte e quatro) horas depois da eleição concentra o maior risco de dano irreversível à formação livre da vontade do eleitorado, por não haver tempo hábil para resposta, esclarecimento ou tutela jurisdicional efetiva”.
Controvérsia
A proposta surge após uma disputa de liminares em torno do canal “Exército do Lula”. Na semana passada, o canal foi retirado do ar pelo ministro Kássio Nunes Marques, presidente do TSE, após pedido da campanha do presidenciável Flávio Bolsonaro, que alegou disseminação de desinformação.
Pouco depois, porém, Nunes Marques voltou a suspender o canal, alegando que mesmo sendo administrado por um apoiador, o deputado André Janones (Rede-MG), a ferramenta teria vínculo com a campanha oficial, e portanto deveria estar registrado no TSE como tal.
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