Primavera do Leste / MT - Terca-Feira, 19 de Maio de 2026

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Vereador Luis Costa ressalta em tribuna que a política não é politicagem



“Quando os trabalhos desenvolvidos pela prefeitura vão bem, eu falo na tribuna, nas redes sociais, também apoio as ações voltadas para o povo. Se é para fazer o bem a nossa cidade, sou parceiro do prefeito. Mas quando há indagações para serem esclarecidas, não posso me calar, preciso de respostas, porque todos vocês Primaverenses tem o direito de acompanhar a nossa gestão pública”. Explica o vereador Luis Costa.

Da Redação

Vamos relembrar! Quando o político é eleito ele tem o dever e a obrigação de realizar algo que vá beneficiar a população, honrar os compromissos e as pessoas que o escolheram, fiscalizar e lutar por políticas públicas de qualidade para o povo. Essa definição simples é considerada um ato político.

Já a politicagem são atos antiéticos, que visam o benefício próprio e não a sociedade, são ações de politiqueiros que querem se dar bem às custas do povo. Fazendo intrigas e levantando notícias falsas. Esse exemplo exposto acima foi dito durante discurso na tribuna na sessão ordinária de ontem (07), pelo vereador Luis Costa (PR), que explicou a população sobre sua função enquanto vereador. “Eu disse e vou repetir, eu não tenho lado político, meu lado é o povo, são os senhores e as senhoras que necessitam dos serviços públicos”.

Depois da sua fala na quarta-feira passada, durante a sessão (02), alguns políticos e simpatizantes, questionaram Luis Costa sobre a verificação e fiscalização de processos licitatórios da prefeitura de Primavera do Leste. O legislador respondeu as indagações.

“Se eu receber alguma denúncia ou irregularidade que está ocorrendo dentro do poder público, seja qual for o setor, é meu papel investigar, solicitar requerimentos com explicações. Na semana passada eu protocolei um requerimento que peço informações sobre o processo de licitação que irá contratar uma empresa que prestará serviços de auxílio e apoio aos alunos com necessidades especiais, com atendimento em unidades escolares de nosso município. Diante do exposto fui procurado por alguns para saber por que estou fazendo isso. Mas como assim? Eu sou fiscal do povo, e se a empresa classificada pela licitação é a que ofereceu o trabalhou pelo valor mais alto, quero saber por que as outras foram desclassificadas”.  Ressalta Luis Costa.

O vereador diz ainda que, em nenhum momento falou o nome das empresas que estão concorrendo e que apenas citou os valores. Também mencionou que alguns pais de alunos da Associação Amigo dos Autistas (AMA) citaram em rede social o nome de uma das empresas, sendo do setor de limpeza.

“Eu não fiz nenhuma politicagem para dizer que estou desempenhando meu papel. Eu não estou fazendo politicagem. Se o povo me elegeu eu preciso fiscalizar. E Se existe um processo de licitação em andamento e alguns dados não estão de acordo, precisamos entender este processo. Se o valor da empresa qualificada está tão alto assim, em relação ao valor pago normalmente, tem alguma coisa errada. Em nenhum momento fiz reunião com a AMA ou falei com pais sobre este processo de licitação. Estou aqui porque quero que os auxiliares educadores possam entender e compreender essa função, e assim serem capacitados, para dar uma educação de qualidade aos vossos filhos. Quero que fique claro que não estou fazendo politicagem com pais de alunos”. Menciona.

Luis Costa lamenta em estar sozinho nesta luta pela clareza e investigação em relação aos trabalhos do executivo. Infelizmente o vereador diz que não consegue fiscalizar ao mesmo tempo todos os setores, mas está a disposição da sociedade que deseja buscar junto com ele a transparência pública.

“Quando os trabalhos desenvolvidos pela prefeitura vão bem, eu falo na tribuna, nas redes sociais, também apoio as ações voltadas para o povo. Se é para fazer o bem a nossa cidade, sou parceiro do prefeito. Mas quando há indagações para serem esclarecidas, não posso me calar, preciso de respostas, porque todos vocês Primaverenses tem o direito de acompanhar a nossa gestão pública”. Explica.

Por várias vezes o vereador foi a Unidade de Pronto Atendimento (UPA), para atender o cidadão, que questiona a falta de médicos, ou outros problemas, e esse é um dos trabalhos de acompanhamento que Luis Costa realiza.

“Eu quero fazer o melhor para a população, o melhor para Primavera do Leste, e em nenhum momento estou ou fiz politicagem, porque eu faço política para a população. Meu lado não é A e nem B, é o povo e por isso, vamos lutar juntos por melhorias na saúde, na educação, e ninguém, seja eu, ou qualquer morador, irá ficar impedido de falar ou reivindicar. Como eu disse na sessão passada, não tenho problemas se as minhas indicações não forem atendidas, mas eu quero que saibam que estou aqui para fazer o melhor para a população, porque meu lado político é o povo”.  Finaliza o vereador Luis Costa.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 



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TCE notifica cinco municípios por falta de medicamentos em unidades de saúde


O Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT) identificou falta de medicamentos, equipes incompletas e problemas estruturais durante fiscalizações em Unidades Básicas de Saúde (UBS) nos municípios de Cáceres, Matupá, Diamantino e Guarantã do Norte. Ao todo, cinco municípios foram avaliados e apenas Sorriso apresentou resultado satisfatório.

 

Os levantamentos, apreciados em sessões do Plenário Virtual, tiveram o objetivo de avaliar as condições de infraestrutura, a disponibilidade de recursos, a organização dos processos de trabalho e a efetividade na prestação dos serviços oferecidos à população.

 

 

Nas vistorias, foram constatados problemas como ausência de carrinhos de emergência, desfibriladores e vacinas, falta de alvarás sanitários e de vistorias do Corpo de Bombeiros. As equipes técnicas apontaram ainda prejuízos no acompanhamento integral da saúde da criança e da mulher.

 

Cáceres

Sob relatoria do conselheiro Antonio Joaquim, o levantamento feito no município de Cáceres percorreu quatro unidades básicas de saúde, nas quais foram identificadas 16 falhas, sendo que uma delas foi corrigida pela gestão após a fiscalização.

 

Durante a fiscalização, a equipe técnica constatou que nenhuma das unidades possuía o quadro completo de profissionais, conforme exigido pela Política Nacional de Atenção Básica (PNAB/2017). Também foram encontrados telhados danificados, espaços inadequados, infiltrações, desabastecimento de medicamentos e prejuízos aos atendimentos voltados à saúde da mulher e da criança, além da falta de carrinhos de emergência, desfibriladores, nebulizadores e estufas de esterilização.

 

No voto, o relator determinou que a gestão municipal corrija as irregularidades no prazo de 180 dias e recomendou, por exemplo, a elaboração de um plano de metas para resolver o déficit de profissionais e a instituição de uma comissão técnica para diagnóstico da infraestrutura. Também foi instaurado um processo de monitoramento para verificar o cumprimento de todas as medidas.

 

Diamantino
Na fiscalização de três unidades básicas de saúde em Diamantino, embora tenham sido constatados resultados positivos quanto ao atendimento à saúde da criança e da mulher, foram identificadas 12 falhas, como deficiência na contratação de profissionais e ausência de itens críticos como carrinhos de emergência, desfibriladores e conservadora de vacinas em todas as unidades.

 

Sob relatoria do conselheiro Campos Neto, o levantamento também apontou o desabastecimento da vacina Tetra Viral e ausência de condutas padronizadas para casos suspeitos ou confirmados de hanseníase.

 

Frente ao exposto, embora as falhas não tenham sido consideradas graves o suficiente para punições imediatas, o relator determinou a correção integral de todas as falhas e a instauração de um processo de monitoramento para verificar se as correções serão implementadas.

 

Matupá

Em Matupá, também sob relatoria de Campos Neto, o levantamento percorreu três unidades que apresentaram resultado intermediário. Conforme o relator, embora tenham sido identificados aspectos positivos, permaneceram diversas falhas que impedem o funcionamento satisfatório das UBS, como falta de reposição de profissionais afastados, falhas na estrutura física e nos carrinhos de emergência, prejuízos na assistência farmacêutica e irregularidades na oferta e conservação de vacinas.

O conselheiro determinou que a gestão adote providências imediatas para sanar as falhas remanescentes e garantir os serviços básicos de saúde à população local.

 

Guarantã do Norte

As três unidades fiscalizadas em Guarantã do Norte, também de relatoria de Campos Neto, apresentaram falhas relacionadas à composição incompleta das equipes de saúde, à dificuldade no provimento de Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e à falta de um plano estruturado de capacitação permanente.

 

Foi constatada ainda ausência de desfibriladores e de planejamento para manutenção e reposição de equipamentos, assim como problemas na dispensação de medicamentos e falhas na oferta de vacina de rotina.

No voto, o relator fez recomendações como recomposição das equipes de saúde, aquisição de desfibriladores, descentralização da distribuição de medicamentos e ampliação da vacinação.

 

Sorriso

Por fim, a fiscalização em Sorriso apontou resultado satisfatório nas três unidades vistoriadas. Pendências relacionadas à necessidade de médicos efetivos, alvarás e vistorias foram consideradas pontuais diante do cenário geral.

 

“Perante o cenário apresentado, é próprio extrair que os responsáveis obtiveram êxito em demonstrar que, de uma forma geral, o funcionamento das UBS do Município de Sorriso é satisfatório, e que as pendências mantidas foram mínimas”, salientou o relator, conselheiro Campos Neto.

Assessoria


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