Primavera do Leste / MT - Sábado, 21 de Fevereiro de 2026

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Vereador Luis Costa solicita obras de escoamento de água para o bairro COHAB Jaime Campos



Da Redação

A reclamação dos moradores do Bairro COHAB Jaime Campos, não é de hoje. Sempre que chove muito a ladainha é a mesma, a água empossa as ruas, e sem ter para onde escorrer, entra em algumas residenciais. Esse problemão tem causado dor de cabeça há anos, para a comunidade.

Recentemente alguns moradores chamaram o vereador Luis Costa (PR) para verificar in loco a situação que fica as ruas e as residências com o alagamento. “Eu estive com moradores do Bairro COHAB Jaime Campos e por lá a situação está difícil porque a água não tem para onde escorrer. Quando foi feito o bairro, deixaram uma rua do bairro Novo Horizonte desaguar em frente as residências da COHAB,  e assim os moradores tem perdido até móveis com essa situação. Não dá mais para adiar, eu sei que para resolver o problema precisa de recursos, mas precisamos de uma obra urgente no local”. Explica o vereador Luis Costa.

De acordo com o vereador, os moradores têm usado as redes sociais, para denunciar o problema. Em várias postagens Luis Costa foi marcado, e já solicitou por meio de indicações e ofícios que o problema seja sanado.

Outra situação que o legislador apontou durante sua fala na última sessão, 4,  que foi também denúncia de vários moradores do bairro Primavera III, é o problema com um bueiro que fica na baixada do bairro, em que a concessionária Águas de Primavera, vem desaguando no córrego. “Os moradores que moram na região do Primavera III e no buritis e que passam pelo bueiro todos os dias para trabalhar, reclamaram que o cheio está horrível. Vou levar para prefeitura, para a SEMA, em todos os órgãos competentes para que a empresa possa cumprir o serviço de forma correta”. Pontua o vereador.

ESPECIALIDADES NA SAÚDE

A saúde pública também foi comentada por Luis Costa, em que, recentemente, disseram que vários moradores de bairros diferentes questionaram a falta de especialistas, principalmente médicos pediatras. “Falaram-me que algumas especialidades médicas estão faltando no SUS, preciso saber até quando? Se já contrataram? Porque o povo que precisa de atendimento, não espera não. Eu digo aqui, que não importa o prefeito, que irei continuar cobrando e lutando por melhorias para o povo. Eu quero é que o cidadão seja do bairro São Cristovão, do São José, seja qual for o bairro, seja atendido, e preciso de prazo, quando?”. Finaliza o legislador.



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Hospitais São Lucas e Das Clínicas enviam notificação à Secretária de Saúde, podendo interromper atendimento ao SUS


Os hospitais lamentam a falta de ajuste no contrato e ameaçam suspender o atendimento aos pacientes do SUS encaminhados pela UPA.


No dia 13 de fevereiro de 2026, a direção dos Hospitais São Lucas e das Clínicas de Primavera do Leste enviou uma notificação formal à Secretária Municipal de Saúde, Laura Leandra, alertando sobre a ausência de um reajuste no contrato, o que comprometeria a continuidade dos serviços prestados. O documento destaca que, após sucessivas prorrogações contratuais sem o ajuste necessário, a situação financeira dos hospitais se tornou insustentável, podendo até resultar na interrupção dos atendimentos aos pacientes do SUS.

 

O texto revela que o contrato atual, com término previsto para 28 de fevereiro de 2026, já foi prorrogado anteriormente e que, até a data mencionada, não foi apresentado um novo contrato ou proposta formal por parte da Secretaria Municipal de Saúde. Em resposta, os hospitais afirmaram que não aceitarão a celebração de um novo termo aditivo nas condições atuais.

 

A medida de não continuar com o contrato atual está relacionada ao descumprimento das condições financeiras necessárias para a manutenção da qualidade no atendimento. A partir de março de 2026, os serviços poderão ser prestados sob novas condições, que envolvem a assinatura de um novo contrato com valores atualizados ou a aplicação de um reajuste provisório de 20% sobre os valores vigentes, até a formalização de um novo acordo.

 

Os hospitais registraram que, caso haja interrupção no serviço após o término da vigência contratual, essa responsabilidade não será imputada aos hospitais, mas sim à Secretaria Municipal de Saúde, que não tomou as medidas administrativas necessárias para resolver a questão de forma tempestiva.

 

A Secretaria Municipal de Saúde ainda não se manifestou oficialmente sobre a situação, mas a expectativa é que um novo ajuste contratual seja negociado o quanto antes para garantir a continuidade dos serviços essenciais à população.


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