Primavera do Leste / MT - Quinta-Feira, 22 de Outubro de 2026

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Vereador Luis Costa sugere à prefeitura a contratação de mais servidores para o administrativo das unidades de saúde



Da Redação

Em visita há alguns postos de saúde de nossa cidade, o vereador Luis Costa (PR) foi questionado pela população por quais motivos está faltando servidores para trabalharem no administrativo dos postos de Estratégia da Saúde da Família (ESF). A indagação da comunidade foi questionada pelo vereador durante a última sessão ordinária (14).

“Gostaria de saber da Secretaria de Saúde, por meio da Prefeitura Municipal, o motivo de estar faltando servidores para o administrativo de vários postos de saúde. Quero saber também se já está sendo providenciado por meio de seletivo ou contratação, porque quem sofre com a falta de informação e que afeta a gestão da unidade de saúde, são os usuários do Sistema Único de Saúde (SUS)”. Explica Luis Costa.

O legislador disse ainda que, têm acompanhado a saúde de nosso município, em visitas aos postinhos e também a Unidade de Pronto Atendimento (UPA), e tem visto que a maioria dos servidores realiza um atendimento de excelente qualidade. No entanto, Luis Costa questiona que alguns setores têm servidores que precisam atender melhor o cidadão.

“Eu peço para que a prefeitura possa desenvolver mais projetos, ações para humanizar nosso atendimento. São várias situações relatadas pelos nossos pacientes, causando assim, desconforto. Além de um atendimento humanizado, vamos resolver o problema com a falta de servidores no administrativo, principalmente no ESF do Primavera III, em que a demanda por lá, é enorme”. Esclarece o legislador.

Ainda falando de saúde, Luis Costa faz outra fala voltada para o líder do prefeito na Câmara Municipal, Manuel Mazutti (MDB), dizendo que, os trabalhadores do município que atuam na zona rural, estão fazendo viagens sem um quite de primeiro socorros.

“Alguns servidores que trabalham na zona rural, pelo nosso município, me procuraram para dizer o quanto é necessário andar com um quite de primeiro socorros, seja um medicamento simples para dor de cabeça, ou para ferida exposta, ou ainda para um corte, febre, entre outros. O vereador Carlos Araújo (PP), já mencionou essa necessidade aqui nesta tribuna, mas o problema até hoje não foi regularizado. Então eu espero que esses quites cheguem a nossos servidores o mais rápido possível, porque trabalhar na zona rural, nas estradas, não é fácil e ainda sem nenhuma assistência, fica difícil”. Conta o vereador.



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TSE estuda desativar canais políticos no WhatsApp 48h antes da eleição


Proposta foi escrita pelo vice-presidente da Corte, André Mendonça

TSE faz últimos preparativos para o primeiro turno nas Eleições 2018

Uma minuta de resolução do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) prevê que canais de WhatsApp com teor político e mais de 200 mil seguidores sejam desativados nas 48 horas anteriores e 24 horas posteriores ao segundo turno da eleição, marcado para o próximo domingo (25). 

Caso aprovada pelo plenário do TSE, a medida entraria em vigor de imediato, conforme o texto da minuta obtida pela Agência Brasil.

A minuta com a proposta passou a circular entre os ministros do TSE após o tema ser debatido em reuniões informais realizadas na sexta-feira (16) e na terça-feira (20). O texto foi redigido pelo ministro André Mendonça, vice-presidente da Corte Eleitoral.

Em nota à imprensa, o gabinete de Mendonça informou não se tratar de uma iniciativa pessoal do ministro, mas que coube a ele a autoria da minuta por ser tradição que as normas eleitorais sejam redigidas pelo vice-presidente do TSE.

“O objetivo discutido é proteger a integridade do pleito nas horas que antecedem e sucedem a votação, quando não há tempo hábil para resposta ou correção de conteúdos ilícitos”, diz a nota do gabinete de Mendonça.

A nota acrescenta ainda que o texto foi redigido a partir de um consenso interno, e que “os critérios em análise são objetivos e impessoais e valem igualmente para todos os canais de natureza político-eleitoral de grande alcance, qualquer que seja o candidato, o partido ou a orientação política”.

Caso seja aprovada, a iniciativa deve atingir o canal “Exército do Lula”, que atingiu nesta quarta (21) a marca de 7 milhões de inscritos no aplicativo de mensagens WhatsApp. Também seria desativado o canal “Tropa do Flávio”, que possui 2 milhões de inscritos.

Proposta

O texto da minuta aplica aos canais de transmissão de natureza político-eleitoral com mais de 200 mil seguidores as mesmas restrições que já vigoram sobre o conteúdo impulsionado de campanha, aquele cujo alcance é potencializado mediante pagamento às plataformas.

O texto também considera haver “alcance desproporcional de canais com grande audiência na difusão de conteúdos ilícitos”.

Em outro trecho, a proposta diz ainda que “o período compreendido entre as 48 (quarenta e oito) horas antes e as 24 (vinte e quatro) horas depois da eleição concentra o maior risco de dano irreversível à formação livre da vontade do eleitorado, por não haver tempo hábil para resposta, esclarecimento ou tutela jurisdicional efetiva”.

Controvérsia

A proposta surge após uma disputa de liminares em torno do canal “Exército do Lula”. Na semana passada, o canal foi retirado do ar pelo ministro Kássio Nunes Marques, presidente do TSE, após pedido da campanha do presidenciável Flávio Bolsonaro, que alegou disseminação de desinformação.

Logo em seguida, porém, o corregedor-nacional da Justiça Eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, restabeleceu o canal. Ele afirmou não haver elementos que justificassem a medida e que Nunes Marques não poderia ter suspendido o canal por via administrativa, como fez, uma vez que o caso já tramitava pela via judicial em processo relatado pelo próprio corregedor.

Pouco depois, porém, Nunes Marques voltou a suspender o canal, alegando que mesmo sendo administrado por um apoiador, o deputado André Janones (Rede-MG), a ferramenta teria vínculo com a campanha oficial, e portanto deveria estar registrado no TSE como tal.

Por fim, o Exército do Lula acabou sendo liberado pelo presidente do TSE, após o registro ter sido feito pela campanha oficial.

Felipe Pontes – repórter da Agência Brasil


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