Primavera do Leste / MT - Quarta-Feira, 21 de Janeiro de 2026

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Vereador Luis Costa tem agenda positiva com INSS sobre perito médico para Primavera do Leste



Da Redação

Usuários do Instituto Nacional do Seguro Nacional (INSS), da agência de Primavera do Leste,  vem sofrendo pela falta de atendimento de perito médico. São pessoas que estão afastadas das suas atividades trabalhistas por motivos de doenças e precisam passar pelo perito e por causa da ausência do profissional há anos, tem se deslocado para cidades mais longes como Barra do Garças e Cuiabá.

“Em Brasília com os colegas vereadores Paulo Marcio (DEM) e Carlos Instrutor (PSD), estive em uma agenda positiva com o chefe de gabinete do INSS. A notícia boa é que nos deram um retorno em relação a nossa falta de perito médico. O chefe de gabinete Augusto, nos disse que em 30 dias nos dará uma alternativa, sendo que, irá contratar um novo perito para nossa cidade ou irá trazer um perito médico para atender nossa demanda em duas ou três vezes por semana. Estou esperançoso de que nosso problema seja resolvido. Agora vou aguardar o prazo e cobrar pela solução”. Afirma o vereador Luis Costa (PR).

O legislador disse ainda que durante a reunião explicou que, Primavera é uma cidade pólo e que a agência do INSS de nossa cidade, não atende apenas a nossa população, mas também as cidades vizinhas como, Santo Antônio do Leste, Paranatinga, Campinápolis, Novo São Joaquim, Nova Brasilândia, Poxoreú e Gaúcha do Norte.

“A população tem solicitado esse atendimento, porque o gasto é alto com o deslocamento a outro município, sendo: passagem, alimentação, e hospedagem. Essa demanda por várias vezes já foi solicitada pela prefeitura, pela nossa Câmara Municipal, mas até agora não tivemos resposta. Quero dizer que continuarei cobrando, porque esse serviço é essencial e de direito dos pacientes”. Menciona o vereador.

Outra agenda cumprida em Brasília foi com representantes da Secretaria Especial de Saúde Indígena (SESAI), em que os assuntos foram à construção da Casa do Índio (CASAI) em Primavera do Leste e também, e sobre o credenciamento em uma portaria do Ministério da Saúde para a capitação de recursos para o atendimento da saúde indígena.

“Ainda não temos um projeto concreto para a construção da CASAI em nossa cidade, mas continuaremos buscando meios para conseguir estruturar esta casa para acolher nossos índios. Mas a reunião foi proveitosa, porque como nossa cidade atende pela Secretaria de Saúde todos os índios de nossa região, poderemos fazer um levantamento da quantidade de atendimentos  e por meio de uma portaria do Ministério da Saúde, cadastrar nosso município e assim receber um recurso para melhorar ainda mais a saúde indígena”.  Explica Luis Costa.

O legislador ressalta que os índios consomem em nossa cidade, movimentando o comércio, além de estudarem e ainda alguns estão empregados. Diante da situação exposta, Luis Costa explica ainda que outro problema que as aldeias têm enfrentado e exposto em reunião pelos  próprios caciques, é o alcoolismo.

“Durante agenda com a SESAI, também com a Fundação Nacional do Índio (FUNAI), e o Ministério da Justiça, solicitamos a todos esses órgãos competentes, apoio para desenvolver ações concretas que ajudaram na fiscalização de estabelecimentos comerciais a não venderem bebidas alcoólicas para os índios, já que eles estão se acidentando nas estradas, e isso além de ser um perigo a eles, também pode envolver a nós. Além da fiscalização, é preciso uma intervenção já que muitos estão ficando dependentes do álcool”. Ressalta o legislador.

Outro assunto importante mencionado foi à solicitação de uma torre telefônica para o Assentamento Novo Progresso, em que durante a última sessão itinerante os moradores solicitaram apoio para esta conquista, já que o local não há nenhuma operadora telefônica funcionando por falta da torre.

“Protocolei o pedido a Anatel e agora vamos aguardar que essa reivindicação seja atendida, porque a comunidade precisa da torre para a instalação da telefonia”. Conclui Luis Costa.



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Janeiro Roxo: Hanseníase ainda é desafio para a saúde pública em Mato Grosso


Com mais de 4 mil casos notificados em Mato Grosso em 2024, a hanseníase continua sendo um grande desafio para a saúde pública no Brasil. Embora a doença tenha sido progressivamente controlada, ainda representa um problema relevante, especialmente em áreas endêmicas como o estado de Mato Grosso. O tratamento, disponibilizado gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS), varia de seis meses a um ano, dependendo da forma e gravidade da enfermidade.

 

A Unidade Básica de Saúde (UBS) é a principal porta de entrada para o diagnóstico e avaliação inicial da hanseníase nos municípios. Nessas unidades, os profissionais de saúde são treinados para identificar os primeiros sinais da doença, como manchas na pele e perda de sensibilidade, que, se não tratados a tempo, podem levar a complicações graves. Quando necessário, os pacientes são encaminhados para Centros de Referência em Hanseníase, que possuem uma estrutura mais especializada, oferecendo tratamento avançado e acompanhamento contínuo para aqueles com formas mais graves ou complicadas da doença.

 

A conscientização sobre a prevenção e o diagnóstico precoce da hanseníase tem ganhado força especialmente durante o Janeiro Roxo, uma campanha nacional idealizada pelo Ministério da Saúde. Essa ação busca sensibilizar a população sobre a importância da detecção precoce da doença, que, se diagnosticada a tempo, pode ser tratada com eficiência, evitando complicações e o estigma social.

 

A Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM) apoia essa iniciativa e destaca o papel fundamental da campanha para despertar a sociedade sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce. A hanseníase é uma doença de notificação compulsória, o que significa que profissionais de saúde devem registrar e comunicar todos os casos diagnosticados, contribuindo para o controle e erradicação da enfermidade.

 

Atenção especializada – Em Mato Grosso, seis municípios mantêm Ambulatórios de Atenção Especializada Regionalizados (AAER), que oferecem tratamento da hanseníase em Alta Floresta, Barra do Garças, Juara, Juína, Tangará da Serra e Várzea Grande. O Hospital Regional de Colíder passou a ofertar atendimento especializado em 2025, ampliando a rede de assistência.

 

Ações nos municípios – Municípios de todo o estado estão desenvolvendo ações em alusão à campanha Janeiro Roxo e reforçando a importância do diagnóstico precoce. As atividades incluem campanhas de esclarecimento, orientações, eventos educativos, entre outras atividades direcionadas à população. Em Várzea Grande, Unidades de Saúde da Família (USF) estão realizando ações de conscientização, avaliação clínica, busca ativa e diagnóstico, facilitando o acesso da população.

 

Aripuanã organiza o Dia D de Combate à Hanseníase, que será realizado no dia 24 de janeiro, em que profissionais de saúde vão orientar a população, identificar sinais suspeitos e encaminhar os casos para acompanhamento e tratamento, quando necessário.

 

Em Sinop as ações incluem atendimentos específicos nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e no Centro de Referência em Combate à Hanseníase e Tuberculose. As iniciativas contemplam, ainda, a qualificação de novos profissionais da saúde que integram a Atenção Primária à Saúde.

Agência de Notícias da AMM


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